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international / economy Sunday September 13, 2015 06:46 byShawn Hattingh   text 1 comment (last - monday september 14, 2015 01:52)
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It was long ago stated that capitalism came into the world dripping in blood and dirt, from every pore, from head to toe. While it has demonstrated that it won’t simply collapse under its own weight, the recent goings-on around the current capitalist crisis have shown that with age it has become even more hideous. Capitalism is now rank with massive state intervention required to simply keep its rotting body moving: through states propping up the financial sector and deepening the colossal attack on the working class.

The goings-on that have once again highlighted capitalism’s depravity, are the turmoil – starting in China – that has occurred over the last few weeks on stock markets; including the underlying causes that led to it, and the actions that the ruling classes have taken since then to try and end it, or at least alleviate it.

The recent volatility in world stock markets erupted in earnest in June 2015. In June, the Chinese stock markets began a plunge that has frightened the ruling classes (capitalists, top state officials and politicians) across the globe. This plunge has not yet ended, and so far the Shanghai Stock Market has lost 40% of its value. In the wake of this, stock markets from New York to London have reeled; leading to a roller coaster ride of uncertainty.

international / economy Thursday August 13, 2015 01:04 byLucien van der Walt
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Based on a talk given in Kenya, this article argues that, while official minimum wages and other improvements are welcome gains, they are inadequate in an exploiting system based on the rule of the few. It is necessary to pose the more ambitious demand for a 'living wage,' set by the working class, and to enforce this by building powerful, autonomous, self-managed, conscientised class-struggle movements.

Rejecting 'privilege' theories, it argues that all sectors of the working class benefit from demands and campaigns that secure equal rights, equal treatment and equal wages, against divide-and-rule systems, and in which strikers build alliances with communities and users. A 'living wage' movement of this type should be located in a larger project of building a popular counter-power that can resist, and then topple, ruling class power.

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greece / turkey / cyprus / economy Tuesday March 19, 2013 17:38 byPaul Bowman   text 2 comments (last - thursday march 28, 2013 05:38)
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This Saturday morning Cypriot people woke up to the news that they were about to be robbed. In a pre-planned ambush scheduled to coincide with a local bank holiday weekend, Eurozone apparatchiks threatened to bankrupt the Cypriot banking system by immediate withdrawal of the ECB liquidity support.

The "deal" forced on the Cypriots by Frankfurt means a "bail-out" of the banks to the tune of 17 billion euros, roughly equivalent to the annual GDP of the Republic that makes up the EU-recognised part of this divided island. But only 10 billion will be provided by the ECB and IMF, the other 7 billion will be taken by a combination of a 1.4 billion privatisation programme, but in bulk by robbing anyone with a bank account in Cyprus.

[Italiano]

international / Économie Wednesday November 28, 2012 22:45 byRelations Extérieures de la CGA
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Le système capitaliste est en crise. La crise sociale actuelle n'est pas le fruit d'un «complot», ou de la dérive d'un mauvais «capitalisme financier» qui s'opposerait au vertueux « capitalisme industriel ». Ce n'est pas le fruit de la seule «spéculation» qui n'est qu'un des aspects du fonctionnement du capitalisme.

C'est le résultat des contradictions du système capitaliste lui-même, le résultat logique de l'organisation capitaliste de l'économie. Une organisation qui – même dans des conditions de fonctionnement « normales » - institue l'inégalité sociale, rendant inaccessible à l'immense majorité de la population la satisfaction de ses besoins de base, tout en lui rendant la vie insupportable.

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internacional / economia Thursday May 31, 2012 20:40 byBruno Lima Rocha
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Para a imprensa mundial, a chamada crise é resultado dos gastos públicos com direitos e garantias sociais. A revista The Economist tachou de perigosa a candidatura do socialista francês François Hollande. O agora presidente eleito representava, até então, o confronto entre o populismo e a austeridade.

Em setembro de 2008 o mundo informado assistia catatônico ao fenômeno que, nas ruas de Madri, ganhara a alcunha de “farsa com nome de crise”. Então, ao longo dos doze meses anteriores, o que era mais um produto de “risco” dos agentes do cassino financeiro, se transformara na “mãe de todas as bolhas”. A idéia parafraseava a consigna e bravata de Saddam Hussein, quando disse ao ex-presidente George H.W.Bush e, uma dúzia de anos depois, repetira-a para seu filho, afirmando ter o poder de enfrentar a “mãe de todas as batalhas”...

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Economy

Fri 12 Feb, 21:09

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tppmickymouse342x350.jpg imageTTP: advierten que Bachelet violaría derecho de pueblos originarios Feb 04 17:13 by Solidaridad 0 comments

El próximo jueves Michelle Bachelet firmará dicho tratado en Nueva Zelanda. ¿Por qué decir no al acuerdo de libre comercio?

textThe Davos Blind Eye: How the Rich Eat the Poor and the World Jan 26 17:07 by John McMurtry 0 comments

The just-released Oxfam Davos report An Economy For the 1% which the mass media have ignored arrestingly shows that 62 individuals (388 in 2010) now own more wealth than 50 per cent of the world's population. More shockingly, it reports from its uncontested public sources that this share of wealth by half of the world's people has collapsed by over 40 per cent in just the last five years.

A defesa dos territórios também inclui a capacidade produtiva onde, supostamente, seria viável desenvolver em pequena escala outros modos de produção desde que aliados com uma ampla luta reivindicativa. imagePílulas de reflexão libertária na América Latina (1), a defesa de uma produção primária em... Jan 22 07:57 by BrunoL 0 comments

20 de janeiro de 2016, Bruno Lima Rocha

Escrevendo de modo mais solto, vou aportar alguns conceitos e categorias por aqui e na sequência, vamos formatando nesta série iniciada de artigos para aumento da difusão. Estamos em período de Fórum Social Mundial – Fórum Social Temático – e o presumido – suposto – contraponto do Fórum Econômico Mundial de Davos. Logo, as energias apontadas para este tipo de evento se desgastam junto do equivocado entusiasmo – já em fase de franco declínio – com governos de turno, cabendo debater a ideia de longo prazo.

Nesta altura do momento político, restam poucas alternativas para quem ainda se posiciona à esquerda do partido de governo e de seus aliados stalinistas e trabalhistas. imageDuplo discurso do PT e a hipocrisia no Fórum Social Mundial de 2016 Jan 21 05:56 by BrunoL 0 comments

19 de janeiro de 2016, Bruno Lima Rocha

Tem horas que mesmo para pessoas experientes – ou pretensamente com experiência política como este analista aqui escrevendo – o cinismo político surpreende. Dizem na Espanha, e entendo ser o dito válido aqui também, é que há uma diferença fundamental entre o Partido Progressistas (PP, a direita política pós-franquista) e o Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE) no que tange a ações repressivas e medidas anti-populares. O primeiro, bate e retira direitos sorrindo, com júbilo de prazer recordando o período do generalíssimo Francisco Franco. Já o segundo, de um dos ídolos de Fernando Henrique Cardoso (FHC), o ex-premiê Felipe González, bate e arrebenta assim como retira direitos e pactua com o demônio na forma de capital industrial ou financeiro, mas na frente das câmaras derrama “lágrimas de crocodilo”. No Brasil do lulismo, o PSOE daqui é o Partido dos “Trabalhadores” (PT). O exemplo que trago abaixo, já deveras repercutido em redes sociais da província, materializa a analogia.

América Latina ha estado sufriendo, un nuevo giro a la derecha, dirigida por súbditos del Pos-Consenso de Washington, e ideológicamente, hacia el eje financiero entre Nueva York y Londres. imageAmérica Latina: vuelta a la oposición de la derecha y estratégica Jan 19 07:45 by BrunoL 0 comments

18 de enero 2016, Bruno Lima Rocha

Somos un continente o en parte dominado, por una herencia sangrienta colonial, a través de las familias europeas, criollismo de vice-reinados, cuyo ejemplo más radical es Brasil, donde los restos de esta elite, tiene poca o ninguna identificación con nuestra gente, porque la opción permanente es el Eurocentrismo y específicamente el anglo- Sajón del mundo contemporáneo.

Os fatores de “queda” do segundo mandato Dilma para a revista são justamente o que é relativamente destacável. imageAs capas da revista The Economist e os sistemas de pressão internacional: os piratas ingle... Jan 15 08:01 by BrunoL 0 comments

14 de janeiro de 2016, Bruno Lima Rocha

Introdução

A publicação inglesa The Economist traz em suas capas um modelo de operação de pressões internacionais e ajudam a derrubar políticas econômicas. Suas capas operam como chantagem orquestrada pelo elo forte do capital financeiro transnacional operando a partir do eixo NYC-Londres. Entendo que – de fato e de uma vez por todas – essa bandidagem de Armani e Dior tem de ser desmascarada e perder seu poder de influência em nossos países (da América Latina). O problema é de fundo e já vem sendo por demais debatido nas várias gerações das ciências humanas e sociais do Brasil e dos países hermanos.

La salida de Joaquim Levy es la oportunidad para Dilma salvar su gobierno, delante del llamado austericidio, que estaba minando la baja legitimidad, dentro de sus propios electores. imageReflexión después de la salida de Joaquim Levy del Ministerio de la Economía de Brasil Jan 12 09:29 by BrunoL 0 comments

10 de enero 2016, Bruno Lima Rocha

El viernes 18 de diciembre, concluyo una de las más tensas semanas, de la historia reciente de Brasil, terminó con la salida del ministro de la Hacienda (de Economía), Joaquim Levy. En su lugar asumió lo hasta entonces ministro de la Planificación, Nelson Barbosa. Podemos apostar que a pesar de ese cambio de ministros, aunque el ex-titular del ministerio de la Planificación venga de otra escuela de pensamiento económico (sería “desarrollista” o casi), seguiremos gobernados por el sistema financiero, al menos con algún discurso disonante.

Sardenberg afirma que (FHC e González) “efetivamente mudaram seu modo de ver a economia. Convenceram-se da superioridade prática do capitalismo e da iniciativa privada para construir riqueza”. imageCarlos Alberto Sardenberg, equívocos conceituais e desinformação histórica – 2 Jan 07 08:29 by BrunoL 0 comments

06 de janeiro de 2016, Bruno Lima Rocha

Neste texto, dou sequência ao artigo de opinião escrito por Carlos Alberto Sardenberg e publicado na página 14 de O Globo (24/12/2015) com o título “Uma esquerda neoliberal?”. No artigo, o experiente comunicador, especializado na área de economia e defensor explícito dos paradigmas do neoliberalismo (que o próprio afirma ser liberalismo político e econômico), também compara a política econômica de Lula (e por consequência a de sua sucessora, Dilma) ao “acerto” da posição assumida pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e sua inspiração, o ex-primeiro ministro da Espanha, Felipe González. No primeiro texto fiz a crítica às confusões conceituais de Sardenberg, incluindo a falsa comparação das posições à esquerda na política com simples estatismo e aumento do gasto público. O mesmo se dá na equivalência entre “desenvolvimento” (daí o termo desenvolvimentista) e crescimento econômico. Neste que segue, desmonto os argumentos favoráveis a Felipe González como grande artífice do período conhecido na Espanha como “la fiesta”.

A sanha dos sonegadores e do tal do mercado é tamanha que o pato da FIESP – figurinha carimbada nos atos da UDN de 13 de dezembro – defende a diminuição da carga tributária e nada fala de quanto se sonega. imageRetrospectiva da crise no país dos sonegadores - uma reflexão após a saída de Joaquim Levy... Jan 06 09:42 by BrunoL 0 comments

05 de janeiro de 2016, Bruno Lima Rocha

"Mesmo sem pressão social intensa, a saída de Joaquim Levy é a oportunidade para Dilma salvar seu governo diante do austericídio que estava corroendo a baixa legitimidade diante de seu próprio eleitorado. Eu sinceramente entendo que não há inflexão para o desenvolvimento que resista ao espólio rentista. O problema é que a mobilização para frear o impeachment – já parcialmente vitoriosa diante do resultado positivo no tapetão do STF - não vai andar junto de um programa reivindicativo aguerrido. Pode ser que o co-governo ganhe fôlego com os capitais operando no Brasil e amanse a fúria golpista da Fiesp", escreve Bruno Lima Rocha, professor de ciência política e de relações internacionais.

Segundo ele, "a saída para a política econômica recessiva é o poder de pressão da maioria traduzido em política direta e ações com poder de veto diante do desgoverno feito por arrependidos para adular o andar de cima que não os querem como elite dirigente".

Eis o artigo.

Como era de se esperar, Sardenberg compara Lula e Dilma a Fernando Henrique Cardoso (FHC) e aquele que seria sua grande inspiração, o ex-primeiro ministro espanhol, Felipe González. imageCarlos Alberto Sardenberg, equívocos conceituais e desinformação histórica – 1 Jan 06 07:50 by BrunoL 0 comments

05 de janeiro de 2016, por Bruno Lima Rocha

Em plena véspera de Natal de 2015 (24/12/2015), o jornalista de economia das Organizações Globo, Carlos Alberto Sardenberg publicou um artigo de opinião na página 14 do jornal O Globo com o título “Uma esquerda neoliberal?”. No texto, o experiente comunicador, especializado na área de economia e defensor explícito dos paradigmas do neoliberalismo, afirma uma teoria de tipo conspiratória, onde acusa o pacto do Lulismo, e em especial o governo de Dilma Rousseff, no primeiro ano de seu segundo mandato, de haver indicado o hoje ex-ministro da Fazenda Joaquim Levy para não fazer nada e apenas dar alguma satisfação “ao mercado”. O texto de quatro colunas necessitaria de ao menos o triplo de palavras para dissecar as confusões geradas quando este tipo de difusão vulgar da economia e da política atinge a massa de leitores e receptores que hoje acompanham a crise brasileira.

140911neoliberalismoestado2690x334.jpg image[Chile] Impacto del ciclo económico: ¿estamos frente a una crisis? Jan 06 01:29 by V.N. 0 comments

Recientemente han aparecido en todos los medios de comunicación el impacto de la “crisis” sobre el crecimiento económico, el equilibrio de las finanzas públicas por menor recaudación de lo proyectado, la supuesta falta de expectativas de los empresarios por los procesos de reforma, etc. De hecho, el argumento principal esgrimido por la Nueva Mayoría al anunciar que no llevaría adelante las reformas planteadas en su programa fue el contexto de “desaceleración económica”. Ahora, todos sabemos que los empresarios siempre alegan eso ¿Existe una desaceleración? ¿Estamos frente a una crisis? ¿Es verdad que no hay plata?

textRiflessioni sullo stato di crisi del capitalismo Dec 24 05:41 by Lucio Garofalo 0 comments

Azzardo alcune riflessioni di tipo filosofico ed esistenziale, quindi politico. La realtà, che supera puntualmente ogni più fervida immaginazione, ispira un'elaborazione critica di straordinaria attualità storica. Il sistema creato dalla borghesia capitalista ha predicato nel mondo, a decorrere dal secondo dopoguerra, quella che è la religione più diffusa e vincente di ogni tempo e luogo: la fede cieca ed incondizionata nel mercato, nel totem della finanza. Il culto idiota e mondano del denaro e del successo. Il feticismo della merce e del profitto. La morale utilitarista dell’avere e dell’apparire ad ogni costo in luogo dell’essere, sacrificando tutto e tutti. Il corollario finale è l’avvento di una sottocultura di massa improntata al consumismo esasperato, acritico ed alienante, all’edonismo ebete, egoista e conformista. Quella che nell’età contemporanea è l’ideologia più ottusa ed onnipotente, una mentalità assai pervasiva e totalitaria, più feroce e persuasiva di qualsiasi tipo di fascismo e di assolutismo che si sia mai visto nella storia millenaria dell’umanità. Negli ultimi decenni, alle popolazioni del mondo occidentale si è imposto uno stile di vita iperconsumista: hanno bombardato i cervelli per convincere la gente che bisognava lavorare e produrre al massimo per guadagnare e consumare il più possibile, con il risultato che gli individui sono nevrotici, insoddisfatti ed infelici...

Marcha contra o impeachment promovida pelas forças de centro-esquerda imageA vez do governismo por centro-esquerda – uma crítica bem mais à esquerda Dec 21 03:33 by BrunoL 0 comments

20 de dezembro de 2015, Bruno Lima Rocha

Na tarde de 16 de dezembro, enquanto o ministro relator Luiz Edson Fachin proferia seu voto contrariando a tese da ADPF impetrada pelo PC do B, a base de centro-esquerda (ou ex-esquerda como prefiro) iam à forra contra a UDN e ocupavam simbolicamente as ruas do país. Foi um ato com alguma pujança e grande parte desta reviravolta se deve ao processo de impeachment, iniciado como forma de chantagem através do ainda presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Sinceramente, vejo como positiva toda e qualquer ação a ocupar os espaços públicos, ainda que opere como correia de transmissão de um governo de centro-direita. Ou seja, aqui a crítica não é terem ido para a rua contra o impeachment, mas sim fazer coro com a direita que governa e jogar para a torcida, dizendo-se "contra o ajuste fiscal" e nada fazendo a este respeito.

leggestabilit2013.jpg imageItalia: legge di stabilità 2016 Dec 16 06:59 by Alternativa Libertaria/FdCA 0 comments

Legge di stabilità. L'austerità può essere flessibile. Ma le politiche di austerity no! Parola del governo!

Numeri e minacce di una manovra che esclude la classe lavoratrice, che emargina le classi popolari, che precarizza la vita delle persone.

El desgaste mayor, vino con las acusaciones contra Cunha en la Operación Lava Jato. Desde entonces, del parlamento dio inicio a una serie de retaliaciones al gobierno para llegar, finalmente, al pedido de impeachment de la presidente Dilma. imageEn la comisión sobre pedido de impeachment de Dilma Rousseff Dec 14 20:20 by BrunoL 0 comments

14 de diciembre 2015, Bruno Lima Rocha

Análisis de coyuntura después de la votación (Parte- 1)

Este año comenzó en noviembre de 2014 (poco después de la reelección de Dilma) y parece que no tendrá fin. El 2015 comenzó caliente. Aún en el verano pasado, el gobierno corrió para estrechar relaciones con el PMDB, sin percibir que perdería el control de la situación.

Eduardo Cunha é um homem forte no baixo clero do parlamento deu início a uma série de retaliações ao governo para chegar, enfim, ao pedido de impeachment da presidente Dilma. imageAnálise de conjuntura após a votação da comissão que avaliará pedido de impeachment Dec 14 07:49 by BrunoL 0 comments

11 de dezembro de 2015, Bruno Lima Rocha

"O problema aqui é – literalmente - a base podre do governo. A herança maldita do lulismo para a esfera política traz um conjunto de manobras sem fim e quebra de lealdades além de um projeto pífio de capitalismo periférico vinculado ao agente econômico oligopolista atuando no Brasil", escreve Bruno Lima Rocha, professor de ciência política e de relações internacionais.

Eis o artigo.

Sempre caracterizei este governo como de centro-direita, e caso Dilma sobreviva, vamos ter pela frente mais três anos de chicanas e paralisia decisória, a não ser que a maré vire de baixo para cima. imageReflexão após o horroroso espetáculo do processo de impeachment e sua judicialização Dec 10 08:21 by BrunoL 0 comments

09 de dezembro de 2015, Bruno Lima Rocha

Começo citando o sempre lúcido Gustavo Gindre:

"É claro que o atual processo de impeachment desrespeita o rito a ser seguido. Por exemplo, esse processo jamais poderia ser presidido por alguém que está sendo investigado e que pode, ele próprio, ser objeto de afastamento. Mas, se vamos falar de golpe é preciso discutir o verdadeiro estelionato eleitoral praticado por esse governo. Ou essa também não foi uma forma de jogar no lixo a vontade popular?"

12359960_540245689467772_5105222232810187530_n1.jpg imageContra a Crise e o Oportunismo: Ação Direta com as/os De Baixo Dec 10 04:41 by CAB 0 comments

A Coordenação Anarquista Brasileira manifesta sua opinião sobre os recentes acontecimentos resultantes da lógica dominante do capital financeiro especulativo, nacional e internacional, que opera seus interesses por meio do Estado e suas estruturas jurídicas, políticas, repressoras e midiáticas.

O Macri seria um neoliberalismo de cara limpa ao contrário de Scioli, uma espécie de centro-esquerda envergonhada e que não convence a sua própria base. imageMauricio Macri, um novo presidente para um velho neoliberalismo Dec 05 07:16 by BrunoL 0 comments

04 de dezembro de 2015, Bruno Lima Rocha

Para o professor de Relações Internacionais Bruno Lima Rocha, a escolha do novo presidente argentino pode representar uma retomada do crescimento da direita na América Latina

Por: Ricardo Machado

Mais do que uma vitória da oposição, a conquista de Maurício Macri no segundo turno das eleições argentinas, há uma semana, pode representar o começo de uma guinada à direita latinoamericana. “Para a América Latina é uma virada nítida no rumo do neoliberalismo, o que pode implicar em 'onda' ou algo assim como uma tendência mais à direita e um novo canto de sereia para a entrada de capital transnacional volátil – sem reservas – e a retomada das privatizações”, avalia Bruno Lima Rocha, em entrevista por e-mail à IHU On-Line.

counterculture.png imagePutting Politics into Practice: The Importance of Democracy and Education in Unions Dec 02 05:10 by Pitso Mompe 0 comments

Trade unions have played a major role in defending workers’ rights against the bosses and politicians, also in advancing workers’ interests. This is why, even today, workers are still loyal to their unions. However, there are obstacles within the unions – one being the union bureaucracy, of paid and full-time officials. This can develop its own interests, undermining the unions.

This is a challenge faced by many unions. This bureaucracy is at times unable to represent workers’ grievances effectively: they often spend more time fighting amongst themselves for certain positions within the union instead of for workers’ rights. Due to this bureaucracy, which is structured hierarchically, higher positions hold more power, including in terms of decision-making. Those in leadership are often full-time and recieve much higher salaries than those of the workers they represent. This means they often want to prevent union actions that threaten their own positions, like long strikes.

perdon.jpg imageLadrones de cuello y corbata: colusión y los nuevos carteles de la delincuencia en Chile Nov 30 18:06 by Adela Velarde 0 comments

Semanas atrás se destapó el requerimiento presentado por la Fiscalía Nacional Económica al Tribunal de Defensa de la Libre Competencia (TDLC), que reveló la colusión por once años entre la empresa CMPC con SCA (ex Pisa), para subir los precios y mantener las cuotas de mercado de los productos tissue.

Tratado Transpacífico (TPP) y la necesidad de la superpotencia, en intentar un contra-ataque a la expansión china y su alianza, que se solidifica con a Rusia. imageA través de la reproducción interna en Brasil Nov 16 19:48 by BrunoL 0 comments

16 de noviembre 2015, Bruno Lima Rocha

La presencia de los EEUU en América Latina

En artículos anteriores con esta misma temática, abordé el Tratado Transpacífico (TPP) y la necesidad de la superpotencia, en intentar un contra-ataque a la expansión china y su alianza, que se solidifica con a Rusia. En el caso latinoamericano, tenemos actualmente una interdependencia, de todos nuestros países con China y su enorme capacidad de inversión.

O TPP é uma ponta da projeção de poder do Império, cuja meta inclui a assinatura do hoje ainda distante Tratado Transatlântico de Comércio e Investimentos (TTIP), também conhecido por TAFTA. imageTPP, Aliança do Pacífico e a nova presença dos EUA na América Latina Nov 02 06:38 by BrunoL 0 comments

"O passo seguinte da presença comercial da China seria o de projetar uma nova arquitetura financeira mundial e é justamente contra esta possibilidade que se voltam os defensores da 'multilateralidade' pronunciada pelos porta-vozes de EUA e Japão", escreve Bruno Lima Rocha, professor de ciência política e de relações internacionais.

Eis o artigo.

textSTOP TTIP Oct 24 03:42 by Alternativa Libertaria/FdCA 0 comments

Dobbiamo necessariamente mobilitare dal basso tutta la nostra capacità di constrasto, di denuncia, di controinformazione popolare per respingere quella che si annuncia come un'altra dittatura economico-giuridica sulle nostre vite dopo le politiche di austerity della UE

Mientras el pensamiento a la izquierda este bajo la hegemonía del pacto lulista (poli clasista y conservador) seremos rehenes de la traición sistemática. imageEl ataque de los especuladores y la tijera de los neoliberales Parte II Oct 14 03:50 by BrunoL 0 comments

13 de octubre 2015, Bruno Lima Rocha

La rendición total es la meta permanente

La cuenta del presupuesto no cierra, el gobierno quiere batir meta de superávit primario y el Chicago Boy del Bradesco (Joaquim Levy, ministro de la Hacienda de Brasil) anuncia intentar alcanzar a 0,7% de superávit primario. En la mañana de lunes, 14 de septiembre, hasta el telenoticiero matutino Buen Día Brasil (de la Red Globo, el mayor conglomerado de medios de Brasil y el quinto mayor del mundo) reconoció la necesidad de corte en función de R$ 35 mil millones necesarios para pagar los intereses de la deuda pública! Como siempre, el obvio entra como factual secundario, invirtiendo la causalidad.

Para entendermos o que cada um destes países teve de fazer para conseguir em um período assemelhado emplacar governos de centro-esquerda com inflexões semelhantes seria preciso estudar cada sociedade em específico. imageAmérica Latina, Brasil e o progressismo ameaçado Oct 08 09:04 by BrunoL 0 comments

04 de outubro de 2015, Rennan Martins e Bruno Lima Rocha

A persistência da crise econômica global gerou uma segunda onda recessiva que desta vez atingiu os países em desenvolvimento. Se antes eram somente a Europa e os EUA que se viam em dificuldades, agora temos Brasil e América Latina forçados a se adaptar ao cenário de baixa na demanda das commodities, enquanto a China revê para baixo suas projeções de crescimento.

1.jpg image(Perú) Rechazo popular a la Reunión Anual del BM y el FMI Oct 08 02:28 by Chilalo 0 comments

Para entender con precisión la influencia que el BM o el FMI han tenido y tienen sobre el Perú, es necesario que el análisis vaya más allá de establecer porcentajes (con sesgo optimista y mentiroso como se publican en la prensa oficial dictadas por el BCR), pues se trata de identificar acciones, comprender decisiones, evaluarlas, obtener aprendizajes y establecer responsabilidades sobre los más de cincuenta años de dependencia que padecemos.

No contentos en cortar R$ 26 mil millones de un presupuesto apretado, cuyo montante alocado para los gastos con el ajuste rentista, que equivale cerca de 40% a 45% del presupuesto de la Unión. imageEl ataque de los especuladores y la tijera de los neoliberales Parte I Oct 07 07:52 by BrunoL 0 comments

06 de octubre 2015, Bruno Lima Rocha.

Introducción: De las medidas recesivas del equipo económico de la Presidencia brasileña

Las medidas anunciadas por los ministros Joaquim Levy (Hacienda) y Nelson Barbosa (Planificación) anuncian los recortes generales en el Palacio del Planalto (sede del gobierno de Brasil) para asegurar la arbitraria meta, de superávit (deseables 0.7% para 2016, según la indicación del propio ministro de la Hacienda) y el vergonzoso e inmoral volumen de R$ 35 mil millones de reales de intereses para el espolio del pago permanente de la deuda interna.

Quem governa com chantagistas acaba sendo chantageado. Cunha empurra e Temer puxa o tapete, dizendo que a reforma ministerial e o enxugamento das pastas geraria "instabilidade na base". imageTeoria dos jogos simultâneos à moda brasileira: o ataque do PMDB e o balanço do mundo polí... Sep 30 07:08 by BrunoL 0 comments

29 de setembro de 2015, Bruno Lima Rocha.

"O país já não vive um risco real de impeachment por direita sendo que o governo já está à direita, tão à direita que é governado pelo PMDB, sofre oposição do PMDB e tem como núcleo duro uma área econômica blindada e a mando dos grandes operadores do cassino especulativo. A nova direita perdeu, a UDN está enredada pelas artimanhas de Cunha e os contragolpes no Judiciário e a ex-esquerda dividindo a base social ainda passível de mobilização entre uma louca posição de apoio crítico a um governo moribundo, mesmo quando convocam a Frente Brasil Popular reeditando os quadros desenvolvimentistas e ainda ilibados do partido comandado por Lula", analisa Bruno Lima Rocha, professor de ciência política e de relações internacionais.

Eis o artigo.

textIrish government are trying to stop Apple giving Ireland 19 billion in owed taxes - how's ... Sep 24 20:51 by andrew 0 comments

How many could we house, educate and care for with 19 billion? The Irish government is currently furiously fighting the European Union to prevent Apple paying us back taxes it owes us. There has been a lot of ‘concern’ about government plans to spend 48 million looking after 4000 people fleeing warfare in Syria and Iraq. The government and the media defend there ‘our own’ is first - the super rich in Ireland and elsewhere!

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