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international / economy Sunday September 13, 2015 07:46 byShawn Hattingh   text 1 comment (last - monday september 14, 2015 02:52)
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It was long ago stated that capitalism came into the world dripping in blood and dirt, from every pore, from head to toe. While it has demonstrated that it won’t simply collapse under its own weight, the recent goings-on around the current capitalist crisis have shown that with age it has become even more hideous. Capitalism is now rank with massive state intervention required to simply keep its rotting body moving: through states propping up the financial sector and deepening the colossal attack on the working class.

The goings-on that have once again highlighted capitalism’s depravity, are the turmoil – starting in China – that has occurred over the last few weeks on stock markets; including the underlying causes that led to it, and the actions that the ruling classes have taken since then to try and end it, or at least alleviate it.

The recent volatility in world stock markets erupted in earnest in June 2015. In June, the Chinese stock markets began a plunge that has frightened the ruling classes (capitalists, top state officials and politicians) across the globe. This plunge has not yet ended, and so far the Shanghai Stock Market has lost 40% of its value. In the wake of this, stock markets from New York to London have reeled; leading to a roller coaster ride of uncertainty.

international / economy Thursday August 13, 2015 02:04 byLucien van der Walt
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Based on a talk given in Kenya, this article argues that, while official minimum wages and other improvements are welcome gains, they are inadequate in an exploiting system based on the rule of the few. It is necessary to pose the more ambitious demand for a 'living wage,' set by the working class, and to enforce this by building powerful, autonomous, self-managed, conscientised class-struggle movements.

Rejecting 'privilege' theories, it argues that all sectors of the working class benefit from demands and campaigns that secure equal rights, equal treatment and equal wages, against divide-and-rule systems, and in which strikers build alliances with communities and users. A 'living wage' movement of this type should be located in a larger project of building a popular counter-power that can resist, and then topple, ruling class power.

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greece / turkey / cyprus / economy Tuesday March 19, 2013 17:38 byPaul Bowman   text 2 comments (last - thursday march 28, 2013 05:38)
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This Saturday morning Cypriot people woke up to the news that they were about to be robbed. In a pre-planned ambush scheduled to coincide with a local bank holiday weekend, Eurozone apparatchiks threatened to bankrupt the Cypriot banking system by immediate withdrawal of the ECB liquidity support.

The "deal" forced on the Cypriots by Frankfurt means a "bail-out" of the banks to the tune of 17 billion euros, roughly equivalent to the annual GDP of the Republic that makes up the EU-recognised part of this divided island. But only 10 billion will be provided by the ECB and IMF, the other 7 billion will be taken by a combination of a 1.4 billion privatisation programme, but in bulk by robbing anyone with a bank account in Cyprus.

[Italiano]

international / Économie Wednesday November 28, 2012 22:45 byRelations Extérieures de la CGA
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Le système capitaliste est en crise. La crise sociale actuelle n'est pas le fruit d'un «complot», ou de la dérive d'un mauvais «capitalisme financier» qui s'opposerait au vertueux « capitalisme industriel ». Ce n'est pas le fruit de la seule «spéculation» qui n'est qu'un des aspects du fonctionnement du capitalisme.

C'est le résultat des contradictions du système capitaliste lui-même, le résultat logique de l'organisation capitaliste de l'économie. Une organisation qui – même dans des conditions de fonctionnement « normales » - institue l'inégalité sociale, rendant inaccessible à l'immense majorité de la population la satisfaction de ses besoins de base, tout en lui rendant la vie insupportable.

[English] [Italiano]

internacional / economia Thursday May 31, 2012 21:40 byBruno Lima Rocha
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Para a imprensa mundial, a chamada crise é resultado dos gastos públicos com direitos e garantias sociais. A revista The Economist tachou de perigosa a candidatura do socialista francês François Hollande. O agora presidente eleito representava, até então, o confronto entre o populismo e a austeridade.

Em setembro de 2008 o mundo informado assistia catatônico ao fenômeno que, nas ruas de Madri, ganhara a alcunha de “farsa com nome de crise”. Então, ao longo dos doze meses anteriores, o que era mais um produto de “risco” dos agentes do cassino financeiro, se transformara na “mãe de todas as bolhas”. A idéia parafraseava a consigna e bravata de Saddam Hussein, quando disse ao ex-presidente George H.W.Bush e, uma dúzia de anos depois, repetira-a para seu filho, afirmando ter o poder de enfrentar a “mãe de todas as batalhas”...

[Italiano]

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Economy

Sat 25 Jun, 06:01

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El ataque en la Pulse Night-club puede inclusive, volver a unificar el discurso del Partido Republicano, que hasta sexta pasada, preparaba uno desembarque masivo de la campaña de Trump. imageEl atentado de Orlando y las opciones presidenciales de los EUA Jun 21 08:46 by BrunoL 0 comments

20 junio de 2016, Bruno Lima Rocha

El atentado de Orlando, estado de Florida (EEUU), realizado en la madrugada de domingo, 12 de junio, congrega lo que de peor tenemos hoy en términos de amenaza visible para la idea de democracia de masas. La acción terrorista y de crimen de odio aproxima extremos sectarios, generando tanto una onda de islamofobia así como visibilidad de la homofobia en escala de pavor societario.

O problema societário está na capacidade de massificação desta postura – existe, não seria majoritária, mas tolerada, e fazendo muito barulho – e os confrontos inevitáveis daí advindos. imageNo rastro da nova-velha direita e o giro reacionário do senso comum brasileiro – 2 Jun 21 08:31 by BrunoL 0 comments

20 de junho de 2016, Bruno Lima Rocha

Introdução da segunda parte da série

Neste segundo artigo da série da nova-direita, desenvolvo a ideia de como o senso comum foi sendo colonizado por ideias reacionárias, que terminam sendo um modo reativo diante das tímidas e, por vezes, pífias políticas de reconhecimento promovidas pelo governo temporariamente afastado e o pacto lulista iniciado em 2003. Na esteira deste reacionarismo social e de âmbito na cultura e na religião, vemos espetáculos dantescos de misoginia, de homofobia e um rechaço “medieval” aos avanços obtidos dentro da Constituição Federal de 1988. Insisto na tese de linha chilena, ao menos até 1981, quando o pau de arara e as máquinas de moer carne humana das forças repressivas de Augusto Pinochet e cia. eram complementadas pelo asqueroso preceito dos Chicago Boys, doutores e mestres em economia na Universidade de Chicago, para onde foram às dezenas por duas décadas a soldo de bolsas do Império.

La suma de todos los errores: Dilma abrió agujero fiscal y comprometió ganancias sociales: con estímulos artificiales imageDespués del alejamiento forzoso de la presidente Dilma Rousseff Jun 06 05:27 by BrunoL 0 comments

05 de junio de 2016, Bruno Lima Rocha

El Senado brasileño concluyó alrededor de 6.30 de la mañana de 12 de mayo de 2017 un golpe blanco, perfectamente orquestado, alejando a presidente reelecta Dilma Rousseff (PT), por 55 votos a favor del alejamiento contra 22 por el mantenimiento en el cargo. Con esta votación, el PMDB llega al poder por la tercera vez de forma indirecta. Antes con Tancredo Nieves y José Sarney en 1985, en el retorno de Itamar Franco para el partido de Ulisses Guimarães en 1992 después del impedimento de Fernando Collor de Mellor y ahora con Michel Temer – vicepresidente reelegido - asumiendo el Palacio del Planalto por haber sido reelegido en la misma chapa de la exguerrillera.

Não cabe neste primeiro momento apontar supostos “erros ou acertos” dos governos de Lula e Dilma e sim debater, a dimensão estratégica, ou a ausência desta dimensão, quando apontada ao médio e longo prazo. imageUma crítica por esquerda aos militantes ainda vinculados ao governo deposto – 1 Jun 06 01:33 by BrunoL 0 comments

03 de junho de 2016, Bruno lima Rocha

Iniciar um debate como esse é sempre um tema delicado. Nos espaços onde publico e circulam ideias por mim difundidas, percebo que as críticas são bem recebidas e, ao mesmo tempo, posso estar abrindo feridas políticas com interpretações que podem ser bastante sectárias. Ainda que reconheça este risco, estou abrindo uma nova série, compartilhando tanto a crítica à nova direita que cresce na onda reacionária a tomar conta de parte do Brasil, como fazendo a crítica por esquerda, de forma, mas sincera.

Estes dois operadores político-religiosos de matriz econômica se aproximam de um programa ultraliberal, com as viúvas e viúvos da ditadura e um culto ao revanchismo da linha dura diante da transição negociada comandada por Ernesto Geisel e Golbery Coutot imageNo rastro da nova-velha direita e o giro reacionário do senso comum brasileiro – 1 May 27 23:12 by BrunoL 0 comments

23 de maio de 2016, Bruno Lima Rocha

Introdução

Neste primeiro artigo para o Comitê em Defesa da Democracia a ser publicado no Jornal Já e redistribuído através das redes alternativas, inicio uma breve série tentando mapear a nova (velha) direita. O objetivo deste e dos textos que seguem é tentar identificar a origem contemporânea do giro reacionário do senso comum brasileiro e suas similitudes com o conservadorismo dos EUA, e, por consequência, a transferência do léxico, do glossário e das identidades políticas gestadas no interior do sistema político do Império. Entendo que, se identificarmos os focos domésticos e internacionais do pensamento conservador, reacionário, ultraliberal e com laços neofascistas, estaremos aptos a tentar estancar o que venho afirmando como “fedor de linha chilena” tendo vasto crescimento no Brasil.

No triste discurso de Dilma Rousseff, a presidente enumera suas dores, todas respeitáveis. Mas, sinceramente, o que mais dói é ver uma ex-guerrilheira ser derrubada por uma base de direita com a qual ela própria aceitou como aliada de conveniência. imageO afastamento da presidente Dilma Rousseff. Uma reflexão crítica pela esquerda May 17 02:37 by BrunoL 0 comments

16 de maio de 2016, Bruno Lima Rocha

O Senado concluiu por volta de 6h30min da manhã de 12 de maio de 2017 um golpe branco, perfeitamente orquestrado, afastando a presidente reeleita Dilma Rousseff, por 55 votos a favor do afastamento contra 22 pela manutenção no cargo. Com esta votação, o PMDB chega ao poder pela terceira vez de forma indireta. Antes com Tancredo Neves e José Sarney em 1985, no retorno de Itamar Franco para a legenda de Ulisses Guimarães em 1992 após o impeachment de Fernando Collor de Mello e agora com Michel Temer assumindo o Planalto por ter sido reeleito na mesma chapa da ex-guerrilheira. Dilma recebera 54 milhões de votos em 2014 e trazia consigo o vice-presidente eleito com ela em 2010, através de uma aliança defendida ainda no governo pelo ex-ministro da Casa Civil de Lula, José Dirceu de Oliveira e Silva em 2005 e ampliada pela hoje presidente afastada quando a mesma fora indicada para a pasta antes ocupada pelo ex-todo poderoso capa preta da legenda petista.

Estoy convencido de la posibilidad real de proponer y garantizar, por medio de presión y los mecanismos de fuerza popular, enmiendas constitucionales los que se requerirían referendos para cambiar algunas cuestiones. imageLa crisis política y las formas posibles extravíos y de la democracia brasileña May 17 01:52 by BrunoL 0 comments

16 de mayo de 2016, Bruno Lima Rocha

Brasil está pasando por un momento muy interesante, desde un punto de vista analítico y sin esperanza para aquellos que quieren transformar la sociedad brasileña igualitaria según el punto de vista. Sería una ilusión no ver que estamos frente a un golpe consumado dentro de los ritos formales de nuestro marco legal e institucional.

Os brasileiros estão diante de um golpe parlamentar, onde se aplica uma espécie de semi-parlamentarismo. O tema de fundo é garantir que o Poder Executivo não eleve seus gastos, não distribua renda através de relações de políticas sociais. imageO golpe no Brasil: duas variáveis externas incidem no ambiente doméstico May 08 20:00 by BrunoL 0 comments

06 de maio de 2016, Bruno Lima Rocha

Neste breve texto, desenvolvo duas ideias complementares. Uma, diz respeito ao aval de legitimação recusado pela mídia anglo-saxã e europeia diante do movimento de golpe com cobertura de impeachment no Brasil. Na segunda, outra dimensão substantiva do golpe, quando o Parlamento brasileiro assume parcelas importantes do Poder de Estado, justamente para diminuir a capacidade de intervenção do Estado na ordem social, em especial no que diz respeito das bases da Constituição de 1988 em seus aspectos mais progressistas e garantistas de distribuição de renda, reforçando as funções públicas e democratizantes do aparelho de Estado. Este pacto de 1988, este pacto pós-abertura política, está findando e assim o sistema político (implodindo por poluição de excesso de siglas) se polariza na multiplicidade de representantes com cada vez menos legitimidade nesta mesma representação. Vamos ao debate, pois a conjuntura brasileira arde e urge por este.

textROMA 7 MAGGIO - La "strategia di Dracula" trafigge il TTIP! May 07 13:13 by Alternativa Libertaria/FdCA 0 comments

La Commissione europea voleva un divieto di 30 anni sull'accesso pubblico ai testi negoziali del TTIP, ora la "strategia di Dracula" imposta da movimento internazionale STOP TTIP ha esposto il vampiro alla luce del sole. Che muoia!

Esta não é a democracia, é a enganação ilusória com nome de democracia. A democracia nasce da liberdade política e a reivindicação dos direitos coletivos, na forma de movimentos massivos e com plena democracia interna. imageA crise política e possíveis caminhos e descaminhos da democracia brasileira Apr 29 23:06 by BrunoL 0 comments

28 de abril de 2016, Bruno Lima Rocha

Introdução

O Brasil vive um momento bastante interessante do ponto de vista analítico e desesperador para quem deseja transformar a sociedade brasileira do ponto de vista igualitário. Seria uma ilusão não observar que estamos diante de um golpe de Estado consumado dentro dos ritos formais de nosso arcabouço jurídico-institucional. Como vem sendo afirmado a partir de dois pensadores contemporâneos bastante lúcidos na crítica por esquerda – Vladimir Safatle – e por centro-esquerda – caso do hoje fundamental, Jessé Souza – o momento aponta o final do pacto de Golbery do Couto e Silva da abertura política e a meta estratégica é terminar a tarefa dos acordos de regulação social e os direitos avançados na Constituição de 1988. Para tanto, podemos passar pela aventura da direita (a que estava no governo até duas semanas atrás) e a da proponente do impeachment (a que estava na oposição formal), de um golpe com frágeis bases jurídicas e a derrota histórica para o processo de conciliação de classes, base do lulismo como estrutura de governo, pacto este que já fora operacionalizado por José Dirceu e executado pela hoje presidente Dilma Rousseff, quando a mesma substitui ao primeiro na pasta da Casa Civil, garante a consecução das obras do PAC e com isso assegura a reeleição de Lula em 2006.

Desestabilizar um rival em potencial é a regra para manutenção da hegemonia dos EUA na América Latina e, por tabela, diminuir a capacidade de articulação de China, Rússia e Índia. imageA dimensão estratégica internacional do “golpe” branco sendo aplicado no Brasil Apr 25 23:43 by BrunoL 0 comments

23 de abril de 2016, Bruno Lima Rocha

Ao contrário dos argumentos baseados no senso comum, o processo brasileiro de impeachment da presidente Dilma Rousseff, e sua caracterização como um golpe institucional, não formam um fenômeno político essencialmente nacional ou doméstico. Como todas as mudanças de regime ou desestabilizações regionais na América Latina, há uma presença constante, direta ou indireta, de forças oficiais ou oficiosas dos Estados Unidos da América. O senso de humor político aplicado para os momentos mais trágicos nos faz lembrar que: “o risco de golpe de Estado é menor em território soberano dos Estados Unidos porque lá não tem embaixada dos EUA!”.

A democracia liberal é um pato manco de pernas curtas e tortas, e o Brasil vem entrando na escalada de golpes brancos e institucionais na tarde-noite de domingo 17 de abril, ao vivo e a cores, com sensação de espetáculo midiático. imageA política profissional é uma fábrica de traidores. Consumado o golpe paraguaio versão cox... Apr 19 02:01 by BrunoL 0 comments

18 de abril de 2016, Bruno Lima Rocha

Acabou o engodo, terminou a primeira fase da maior farsa jurídico-política-midiática da história do Brasil. A Câmara Federal votou com o seguinte placar, 367 (a favor) X 137 (contra) X 7 (abstenções) X 2 (ausências), totalizando 511 deputados votantes, sendo que maioria absoluta conseguiu aprovar a autorização para o Senado julgar a presidente Dilma Rousseff a partir do pedido de impeachment escrito e encaminhado pelos juristas Miguel Reale Jr., Hélio Bicudo e Janaína Paschoal. Teríamos várias críticas e observações a fazer, mas de forma sucinta aponto ao comportamento da mídia e dos parlamentares neste dia para jamais esquecer e tampouco perdoar na história do Brasil.

Así, no caemos ni en la tentación conciliadora y tampoco en la autoritaria. Pero, tener razón política es poco delante del desafío que está por el frente. imageY la incapacidad de poder de veto de los movimientos populares Apr 19 01:14 by BrunoL 0 comments

18 de abril de 2016, Bruno Lima Rocha

Este texto es más una reflexión en conjunto, que necesariamente un análisis de coyuntura. Traigo la propuesta de que dejemos de lado los cánones de la democracia liberal y de procedimientos, pero tampoco vayamos a caer en la ceguera política, de que lo económico determina todo. Debemos llevar en cuenta, una forma de pensar en la disputa de poder, recursos y legitimidad en Brasil, que sean de una forma compleja. O sea, hacer política en la sociedad brasileña ganó madurez en el mecanismo democrático formal, pero sigue siendo en Brasil y en América Latina, y en la limitada disputa de poder, dentro de un marco de capitalismo liberal-periférico, como sociedad, tenemos limitaciones en cuanto a profundidad de esta disputa.

Não se trata de manual de política ou radicalidade livresca, mas o fato inequívoco é que não se pode governar com a direita a não ser que este governo realmente faça a escolha do co-governo sob pressão das bases sociais. imageO golpe em andamento no Brasil e a incapacidade do poder de veto popular Apr 16 09:31 by BrunoL 0 comments

15 de abril de 2016, Bruno Lima Rocha

Este texto é mais uma reflexão em conjunto do que necessariamente numa análise de conjuntura. Trago a proposta de que deixemos de lado os cânones da democracia liberal e de procedimentos e tampouco venhamos a cair na cegueira política de que o econômico determina ou qualquer outra forma de pensar a disputa de poder, recursos e legitimidade no Brasil que não seja de uma forma complexa. Ou seja, fazer política na sociedade brasileira ganhou maturidade no mecanismo democrático formal, mas em sendo no Brasil e na América Latina, e em sendo a limitada disputa de poder dentro de um marco de capitalismo liberal-periférico, como sociedade, temos limitações quanto a profundidade desta disputa.

Não se trata de manual de política ou radicalidade livresca, mas o fato inequívoco é que não se pode governar com a direita a não ser que este governo realmente faça a escolha do co-governo sob pressão das bases sociais. imageO golpe em andamento no Brasil e a incapacidade do poder de veto popular Apr 16 09:28 by BrunoL 0 comments

15 de abril de 2016, Bruno Lima Rocha

Este texto é mais uma reflexão em conjunto do que necessariamente numa análise de conjuntura. Trago a proposta de que deixemos de lado os cânones da democracia liberal e de procedimentos e tampouco venhamos a cair na cegueira política de que o econômico determina ou qualquer outra forma de pensar a disputa de poder, recursos e legitimidade no Brasil que não seja de uma forma complexa. Ou seja, fazer política na sociedade brasileira ganhou maturidade no mecanismo democrático formal, mas em sendo no Brasil e na América Latina, e em sendo a limitada disputa de poder dentro de um marco de capitalismo liberal-periférico, como sociedade, temos limitações quanto a profundidade desta disputa.

Lo qué ocurre en Brasil desde octubre de 2014, antes del llamado de "venezuelización", ocurre en esta dirección. Nuestro país tuvo una segunda vuelta casi plebiscitaria, siendo que, finalmente, la continuidad del gobierno Dilma Rousseff. imageEl "golpe " en Brasil y su dimensión estratégica internacional Apr 12 10:27 by BrunoL 0 comments

11 de abril de 2016, Bruno Lima Rocha

Al contrario de los argumentos basados en el sentido común, el proceso brasileño de destitución de la presidente Dilma Rousseff, y su caracterización como un golpe institucional, no forman un fenómeno político esencialmente nacional o doméstico. Como todos los cambios de régimen o desestabilizaciones regiones en América Latina, hay una presencia constante, directa o indirecta, de las fuerzas oficiales o no oficiales de los Estados Unidos de América.

Como projeto político o lulismo naufragou, tal como o varguismo. Todo pacto de classes é apenas mais uma etapa de morte anunciada com ventos iniciais de bonança. imageO pacto político rompido, o lulismo ladeira abaixo e a dimensão estratégica do golpe parag... Apr 07 04:15 by BrunoL 0 comments

06 de abril de 2016, Bruno Lima Rocha

"Não adianta o pensamento mágico de que o governo vai dar um giro à esquerda porque não vai. Ou a esquerda restante marca a pauta após derrotar o golpe ou veremos mais uma vez a agenda da legalidade atropelar a defesa dos interesses do povo. No dia seguinte, havendo golpe paraguaio, virá o rolo compressor do Congresso. Caso o governo sobreviva, as medidas anti-populares virão, mas a conta gotas, ainda na euforia da possível – mas hoje pouco provável – derrota do impeachment", constata Bruno Lima Rocha, professor de ciência política e de relações internacionais.

Eis o artigo.

Al día siguiente, con el golpe, viene la maquinaria de la mayoría del Congreso. Si el gobierno sobrevive, las medidas anti-populares vendrán, pero en cuentagotas, incluso en la posible euforia - pero hoy poco probable - la derrota del impeachment. imageEl lulismo en descenso y la dimensión estratégica del golpe en curso Apr 05 06:57 by BrunoL 0 comments

04 de abril de 2016, Bruno Lima Rocha

Introducción: el esfuerzo de caracterización lo más realista posible; "las cosas como son".

Una vez más empiezo este breve análisis, con un esfuerzo concentrado de caracterización del estado actual. Este gobierno es de centro-derecha y está negociando todo, desde noviembre de 2014, a partir de la designación de un “Chicago Boy” - el ex ministro Joaquim Levy - para el Tesoro, a través de la ley de política anti-indígena y antiterrorista.

Vejo que é possível fazer uma profunda crítica por esquerda e fortalecer as lutas populares de resistência diante da retirada de direitos coletivos. imageO que está em disputa é o conceito de democracia. Entrevista especial com Bruno Lima Rocha Apr 02 04:21 by BrunoL 0 comments

01 de abril de 2016, Bruno Lima Rocha

“O fantasma que protagoniza as ideias de fundo é a agenda da embaixada dos EUA, mais especificamente o acionar oficioso das trocas de regime, e, no caso latino-americano, na esteira da reação aos governos de centro-esquerda”, afirma o cientista político.

Em meio à crise que vem se arrastando, “se há alguma novidade” no cenário político brasileiro, “é a chegada de uma espécie de um Tea Party nacional, como expressão dos ultraliberais, através do Partido Novo e também do Partido Social Liberal (PSL, este bem pequeno)”, diz Bruno Lima Rocha à IHU On-Line, fazendo referência ao movimento norte-americano.

Segundo ele, a nova direita segue “ideias de tipo neoliberal, ultraliberal, neoconservadoras, passando como uma linha direta dos think tanks, dos centros de difusão, das fundações de apoio ao Tea Party”, e é “sucessora direta dos grupos neoliberais do Brasil, como o Estudantes pela Liberdade, o Instituto Mises Brasil, a juventude neoliberal vinculada ao Fórum da Liberdade e outras iniciativas difusoras do pensamento econômico neoclássico e da política neoliberal”.

Lo que sorprendió a todo el mundo fue la liberación de grabaciones de Lula - todas autorizadas por la Justicia - y, al parecer, en una interpretación muy flexible tanto de la ley como la ética en la política republicana. imageEn Brasil, algunas dimensiones del golpe institucional en andamiento Mar 29 08:27 by BrunoL 0 comments

28 de marzo 2016, Bruno Lima Rocha y Júlia Kléin

Las grabaciones telefónicas de Lula y compañía – cuando los teléfonos pinchados son el arma de los golpistas

Antes de leer estas palabras, pido a los amigos aquí para recordar que el que escribe se posiciona a la izquierda del gobierno Dilma y antes el de Lula, es crítico de ello y nunca militó en partido electoral y menos aún tomó cargo de confianza o comisión. Es decir, no vengan a buscar ver oficialismo donde no hay. Como se trata de disputas de facciones y proyectos políticos y, en sentido estricto, no estoy vinculado a ninguno de estos sectores, estoy bastante cómodo para armar los comentarios.

Luiz Inácio pode tanto sair preso, como pode terminar tudo em um processo de impeachment, como também – em proporção menor – terminar sendo eleito ou indicando quem sucederá Dilma em 2018. imageAnálise política da semana: o Brasil a caminho de um golpe institucional e o avanço da age... Mar 27 07:48 by BrunoL 0 comments

26 de março de 2016, Bruno Lima Rocha

O vazamento das gravações de Lula e cia. e o arranjo de forças intra-aparelho de Estado

Antes de lerem estas palavras, peço aos amig@s daqui que lembrem que quem escreve está à esquerda do governo, é crítico do mesmo e jamais militou em partido eleitoral e menos ainda assumiu cargo de confiança ou em comissão. Ou seja, não busquem ver governismo onde não há. Como trata-se de disputa de facções e projetos políticos e, estritamente, não estou vinculado a nenhum destes, fico bem à vontade para tecer os comentários.

El juez Sergio Moro ultrapasó un punto sin vuelta, la Rede Globo (el mayor conglomerado de comunicación social del país) también, y lo mismo ocurre con la nueva-vieja derecha ideológica. imageDespués de la operación mediática en contra Lula Mar 23 07:36 by BrunoL 0 comments

21 de marzo 2016, Bruno Lima Rocha

En este corto artículo intento hacer un acercamiento, a lectores y lectoras de habla hispana a respecto de las conversaciones privadas del expresidente Luiz Inácio Lula da Silva con sus correligionarios, incluyendo la actual presidente de Brasil – Dilma Rousseff. Hay que recordar que tales conversaciones fueron difundidas por un juez de primera instancia, Sergio Moro, del estado de Paraná (sur de Brasil) y fueron puestas a público, como una especie de respuesta de Moro al nombramiento de Lula como ministro de Estado, específicamente al frente de la Casa Civil del actual gobierno.

Infelizmente, a direita ideológica avança na base do artifício da desinformação e das manobras midiáticas. O pacto de classes e o peleguismo afastaram quem crê e pratica luta popular. imageAs gravações de Lula e Dilma e cia - comentários 2 Mar 17 10:06 by BrunoL 0 comments

16 de março de 2016, Bruno Lima Rocha

Nesta segunda parte dos comentários, serei mais comedido, trabalhando com relações causais.

Quanto à posição de quem está na rua como lacerdistas: ou a direita que está na rua eleva os níveis de protesto, realizando atos de violência e "vandalismo" (ao menos na Esplanada e em frente ao Palácio do Planalto), intensificando algum grau de conflito também em São Paulo capital e Grande São Paulo, ou não vão gerar a comoção de irracionalidade e sentido de "justiça" que tanto gostam de proclamar. Isso é o que faz a direita escuálida venezuelana, protestos violentos denominados lá de guarimba, e aqui de "vandalismo". Como a TFP estilo fashion week não se dispõe ao risco físico, o frenesi de indignação não deve ultrapassar os limites da gritaria, a não ser em São Paulo e em Brasília.

O teor destas conversas está no mesmo patamar ou ainda menor que os grampos realizados durante o Leilão do Sistema Telebrás com Luiz Barros e Fernando Henrique Cardoso. imageAs gravações de Lula e Dilma e cia - comentários 1 Mar 17 09:45 by BrunoL 0 comments

16 de março de 2016, Bruno Lima Rocha

Antes de lerem estas palavras, peço aos amig@s daqui que lembrem que quem escreve está à esquerda do governo, é critico do mesmo e jamais militou em partido eleitoral e menos assumiu cargo de confiança ou em comissão. Ou seja, não busquem ver governismo onde não há. Como trata-se de disputa de facções e projetos políticos e, estritamente, não estou vinculado a nenhum destes, fico bem à vontade para tecer os comentários.

Logo, não há diferença substantiva entre o Trensalão do Metrô e da CPTM de São Paulo e o Petrolão. Para tristeza da esquerda e alegria de todas as direitas, o PT se transformou - majoritariamente - em um partido de caciques. imageParadoxos da crise Mar 15 03:37 by BrunoL 0 comments

14 de março de 2016, Bruno Lima Rocha

"Estamos realmente diante de um paradoxo. De um lado, o pacto de classes do lulismo está fazendo água, e ao que parece, as frações de classe dominante que acompanhavam a aliança estão sendo pressionadas para deixar a caravela naufragar (reparem que disse caravela e não foi á toa). Ao mesmo tempo, a burocracia de Estado e, em especial, a tecnocracia dos bacharéis, está deitando e rolando", escreve Bruno Lima Rocha, professor de Relações Internacionais.

Segundo ele, "nada disso impede a crítica e o alerta máximo para as manobras da direita que perdeu as urnas e quer levar na marra, mesmo sabendo que o programa de governo de Dilma no segundo mandato, até o momento, peca por austericídio e não por distribuição de recursos".

Eis o artigo.

À medida que aumenta a interdependência entre países, TNCs, Sistema Financeiro mundializado e mercado de câmbio, diminui a capacidade dos países em defender suas respectivas moedas e manter padrões razoáveis de vida materialmente estável para seus povos. imagePor uma geoestratégia dos povos Mar 10 08:24 by BrunoL 0 comments

09 de março de 2016, Bruno Lima Rocha

Nesta série, iniciada no final de 2015, vamos realizar um esforço ensaístico para desenvolver bases teórico-normativas que deem alguma sustentação para o estudo e a intervenção nas Relações Internacionais (RI) a partir de uma perspectiva do poder dos povos em movimento. Ao afirmar esta perspectiva, imediatamente afirmamos que este ensaio assim como o anterior não se destina a projetar o poder dos Estados e menos ainda das Transnacionais (TNCs). O tema fundamental do texto que segue é a soberania popular.

La agencia de “análisis” Standard & *Poor’s ha rebajado la nota brasileña en la mitad de febrero de 2016. Observo y repito que los chantajistas, continúan presionando. imageEn Brasil, la victoria puntual de la Chevron y de los especuladores Mar 07 18:56 by BrunoL 0 comments

07 de marzo 2016, Bruno Lima Rocha

Apertura

La reanudación del receso parlamentario en Brasil, mostro las pautas más ilustrativas, de los efectos dañinos del acuerdo de clases y pacto conservador, cuya marca es el lulismo. Al tiempo que lo Brasil sufre chantajes a través de conocidos mecanismos internacionales como la siempre denunciada revista The Economist, por ejemplo y el tenebroso papel de las agencias de “análisis”, el gobierno de Dilma Rousseff, que sigue contra la pared y como blanco de investigaciones político-criminales, que por veces avanzan el marco de la ley.

Se há um programa de televisão que considero operar como motor de propaganda da Nova Direita é o Globo News Painel. A edição de sábado, 27 de fevereiro, materializou-se como autêntico "brain storm" do impeachment ou da queda do segundo governo Dilma. imageA recessão, os coveiros e o avanço da Nova Direita Mar 05 01:15 by BrunoL 0 comments

04 de março de 2016, Bruno Lima Rocha

"A pregação do austericídio dentro e fora do segundo governo Dilma Rousseff, a fala permanente dos coveiros do caos e o ambiente político forçosamente complicado está levando ao governo atual a fazer as piores escolhas, todo o tempo", destaca Bruno Lima Rocha, professor de ciência política e de relações internacionais.

Segundo ele, "estamos diante de um momento crítico, onde as forças populares estão realmente sem uma base sólida por onde arrancar e ainda pendentes do canto da sereia do eleitoralismo - por dentro e por esquerda do governo -; enquanto o governo Dilma em sua segunda edição é uma soma estranha de um grupo de confiança com aspirações próprias dentro do partido - como Miguel Rossetto e Jaques Wagner - além de uma subordinação à base oligárquica do governo, comandada por Renan Calheiros e Sérgio Cabral Filho, ambos à frente do PMDB que se impõe em escala nacional".

Eis o artigo.

Antes que os leitores e leitoras ainda na base do governo se animem na crítica, digo que esta votação no Senado só saiu vitoriosa pela proposta entreguista porque o Planalto se mobilizou para conseguir fechar algum tipo de acórdão que não ficasse tão mal. imageA vitória pontual da Chevron e dos especuladores – análise de conjuntura da segunda metade... Feb 28 22:53 by BrunoL 0 comments

28 de fevereiro de 2016, Bruno Lima Rocha

Abertura

A retomada do recesso parlamentar no Brasil veio em conjunto das pautas mais ilustrativas dos efeitos danosos do acórdão de classes e pacto conservador cuja marca é o lulismo. Ao mesmo tempo em que o Brasil sofre chantagens através de conhecidos mecanismos internacionais – como a sempre denunciada revista The Economist, por exemplo – e o tenebroso papel das agências de “análise”, o governo de Dilma Rousseff, contra a parede e alvo de investigações político-criminais que por vezes avançam ao arrepio da lei, faz os acordos possíveis para evitar o pior e tentar fazer “as lições de casa”, agora com Nelson Barbosa à frente. Com a agenda política tomada pela ofensiva na Operação Lava Jato – já passando para sua 23ª fase – os recursos políticos do lulismo operam para fidelizar sua base e esta mesma base restante faz pouco ou nada para defender seus próprios interesses.

Antes que os leitores e leitoras ainda na base do governo se animem na crítica, digo que esta votação no Senado só saiu vitoriosa pela proposta entreguista porque o Planalto se mobilizou para conseguir fechar algum tipo de acórdão que não ficasse tão mal. imageA vitória pontual da Chevron e dos especuladores – análise de conjuntura da segunda metade... Feb 28 22:52 by BrunoL 0 comments

28 de fevereiro de 2016, Bruno Lima Rocha

Abertura

A retomada do recesso parlamentar no Brasil veio em conjunto das pautas mais ilustrativas dos efeitos danosos do acórdão de classes e pacto conservador cuja marca é o lulismo. Ao mesmo tempo em que o Brasil sofre chantagens através de conhecidos mecanismos internacionais – como a sempre denunciada revista The Economist, por exemplo – e o tenebroso papel das agências de “análise”, o governo de Dilma Rousseff, contra a parede e alvo de investigações político-criminais que por vezes avançam ao arrepio da lei, faz os acordos possíveis para evitar o pior e tentar fazer “as lições de casa”, agora com Nelson Barbosa à frente. Com a agenda política tomada pela ofensiva na Operação Lava Jato – já passando para sua 23ª fase – os recursos políticos do lulismo operam para fidelizar sua base e esta mesma base restante faz pouco ou nada para defender seus próprios interesses.

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