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A defesa dos territórios também inclui a capacidade produtiva onde, supostamente, seria viável desenvolver em pequena escala outros modos de produção desde que aliados com uma ampla luta reivindicativa.
brazil/guyana/suriname/fguiana / economia Friday January 22, 2016 - 07:57 by BrunoL   image 1 image
20 de janeiro de 2016, Bruno Lima Rocha

Escrevendo de modo mais solto, vou aportar alguns conceitos e categorias por aqui e na sequência, vamos formatando nesta série iniciada de artigos para aumento da difusão. Estamos em período de Fórum Social Mundial – Fórum Social Temático – e o presumido – suposto – contraponto do Fórum Econômico Mundial de Davos. Logo, as energias apontadas para este tipo de evento se desgastam junto do equivocado entusiasmo – já em fase de franco declínio – com governos de turno, cabendo debater a ideia de longo prazo.
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Nesta altura do momento político, restam poucas alternativas para quem ainda se posiciona à esquerda do partido de governo e de seus aliados stalinistas e trabalhistas.
brazil/guyana/suriname/fguiana / economia Thursday January 21, 2016 - 05:56 by BrunoL   image 1 image
19 de janeiro de 2016, Bruno Lima Rocha

Tem horas que mesmo para pessoas experientes – ou pretensamente com experiência política como este analista aqui escrevendo – o cinismo político surpreende. Dizem na Espanha, e entendo ser o dito válido aqui também, é que há uma diferença fundamental entre o Partido Progressistas (PP, a direita política pós-franquista) e o Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE) no que tange a ações repressivas e medidas anti-populares. O primeiro, bate e retira direitos sorrindo, com júbilo de prazer recordando o período do generalíssimo Francisco Franco. Já o segundo, de um dos ídolos de Fernando Henrique Cardoso (FHC), o ex-premiê Felipe González, bate e arrebenta assim como retira direitos e pactua com o demônio na forma de capital industrial ou financeiro, mas na frente das câmaras derrama “lágrimas de crocodilo”. No Brasil do lulismo, o PSOE daqui é o Partido dos “Trabalhadores” (PT). O exemplo que trago abaixo, já deveras repercutido em redes sociais da província, materializa a analogia.
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bolivia / peru / ecuador / chile / miscellaneous Wednesday January 20, 2016 - 07:06 by Nicolás Sáez   image 1 image
La falta del valor del trabajo científico y académico en el país, la inexistencia de contratos laborales y la falta de financiamiento son solo algunas de las aristas del conflicto. ¿Hacia dónde vamos? ... read full story / add a comment
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Διεθνή / Αναρχική Ιστορία Tuesday January 19, 2016 - 14:54 by Dmitri (αναδημοσίευση)   image 1 image
Αυτή είναι μια έκθεση των σημειώσεων της ομιλίας που πραγματοποιήθηκε το 2014 στο Λονδίνο στην Έκθεση Αναρχικού Βιβλίου. Ένα πρόσφατα μεταφρασμένο άρθρο από τον Κροπότκιν το Μάιο του 1890 («Η δράση των μαζών και το άτομο») επισυνάπτεται. ... read full story / add a comment
América Latina ha estado sufriendo, un nuevo giro a la derecha, dirigida por súbditos del Pos-Consenso de Washington, e ideológicamente, hacia el eje financiero entre Nueva York y Londres.
internacional / economía Tuesday January 19, 2016 - 07:45 by BrunoL   image 1 image
18 de enero 2016, Bruno Lima Rocha

Somos un continente o en parte dominado, por una herencia sangrienta colonial, a través de las familias europeas, criollismo de vice-reinados, cuyo ejemplo más radical es Brasil, donde los restos de esta elite, tiene poca o ninguna identificación con nuestra gente, porque la opción permanente es el Eurocentrismo y específicamente el anglo- Sajón del mundo contemporáneo.
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bolivia / peru / ecuador / chile / medio ambiente Tuesday January 19, 2016 - 04:22 by Corriente Libertaria   image 1 image
Publicado originalmente en la edición N°31 del periódico anarquista chileno Solidaridad. ... read full story / add a comment
“Aliás tem a orientação de bater muito, mas evitar sangue, braço quebrado, coisa que a mídia possa escandalizar. Claro que é duro calibrar isso numa tropa com sangue nos olhos. Também tem a orientação de “respeitar” apenas jornalistas da grande mídia".
brazil/guyana/suriname/fguiana / community struggles Monday January 18, 2016 - 06:26 by BrunoL   image 1 image
17 de janeiro de 2016, Bruno Lima Rocha

Na metade de janeiro de 2016 tive uma conversa através de rede social – no privado – com um amigo de longa data, morador do estado de São Paulo, e profundo conhecedor da política local. Este conhecimento inclui importantes municípios como Santos, Campinas, Guarulhos, a região do ABCD, assim como do poder municipal em São Paulo capital, e óbvio, o Palácio dos Bandeirantes. Além de acadêmico, este militante com muita experiência notou o avanço da repressão policial contra as marchas organizadas pelo Movimento Passe Livre (MPL) e entidades aliadas. As palavras a seguir são de fonte segura, e podem ser lidas como uma suposição – já que não tenho a prova material – ou como uma hipótese bastante provável, que é como eu as encaro. Eis a fala deste amigo: ... read full story / add a comment
Até o final da Guerra Fria era mais “fácil”, ainda havia abundante ilusão e fantasia autoritária, como a tese absurda de partido único e formação de vanguardas políticas.
internacional / a esquerda Saturday January 16, 2016 - 09:29 by BrunoL   image 1 image
14 de janeiro de 2016, Bruno Lima Rocha

Como construir um partido político de esquerda sem projeto político? Como falar em socialismo sem uma projeção de sociedade? Como caracterizar uma etapa se não há objetivo finalista, sem uma via estratégica, sem a dimensão tática correspondente? O maximalismo só atende ao nível da filosofia política, mas fazer política de forma séria, consequente e por esquerda prevê um – ou alguns – projetos de acumulação de forças que vão se encontrar ou desencontrar ao longo da via. Desde que o muro caiu a maior parte da esquerda restante, da ex-esquerda, no caso da América Latina do campo classista e nacional-popular, perdera esta dimensão de metas de médio e longo prazo na política e acabam jogando o jogo do liberalismo, mesmo que por tabela.
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Os fatores de “queda” do segundo mandato Dilma para a revista são justamente o que é relativamente destacável.
brazil/guyana/suriname/fguiana / economia Friday January 15, 2016 - 08:01 by BrunoL   image 1 image
14 de janeiro de 2016, Bruno Lima Rocha

Introdução

A publicação inglesa The Economist traz em suas capas um modelo de operação de pressões internacionais e ajudam a derrubar políticas econômicas. Suas capas operam como chantagem orquestrada pelo elo forte do capital financeiro transnacional operando a partir do eixo NYC-Londres. Entendo que – de fato e de uma vez por todas – essa bandidagem de Armani e Dior tem de ser desmascarada e perder seu poder de influência em nossos países (da América Latina). O problema é de fundo e já vem sendo por demais debatido nas várias gerações das ciências humanas e sociais do Brasil e dos países hermanos. ... read full story / add a comment
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Διεθνή / Θρησκεία Wednesday January 13, 2016 - 17:43 by Μ. Μπακούνιν    image 1 image
Αλλά έχουμε δει ότι στο τέλος αυτού του στείρου ταξιδιού, η αφαιρετική ικανότητα και δράση του ανθρώπου δεν συναντά παρά ένα μόνο αντικείμενο: τον εαυτό της, αλλά απαλλαγμένο από κάθε περιεχόμενο και στερημένο από κάθε κίνηση, μπροστά στην έλλειψη για υπέρβαση οποιουδήποτε πράγματος, αυτή την ίδια ως αφαίρεση, ως όν απόλυτα ακίνητο και απόλυτα κενό. Θα λέγαμε το απόλυτο Μηδέν, αλλά η θρησκευτική φαντασία λέει: το υπέρτατο Όν, ο Θεός. ... read full story / add a comment
La salida de Joaquim Levy es la oportunidad para Dilma salvar su gobierno, delante del llamado austericidio, que estaba minando la baja legitimidad, dentro de sus propios electores.
brazil/guyana/suriname/fguiana / economía Tuesday January 12, 2016 - 09:29 by BrunoL   image 1 image
10 de enero 2016, Bruno Lima Rocha

El viernes 18 de diciembre, concluyo una de las más tensas semanas, de la historia reciente de Brasil, terminó con la salida del ministro de la Hacienda (de Economía), Joaquim Levy. En su lugar asumió lo hasta entonces ministro de la Planificación, Nelson Barbosa. Podemos apostar que a pesar de ese cambio de ministros, aunque el ex-titular del ministerio de la Planificación venga de otra escuela de pensamiento económico (sería “desarrollista” o casi), seguiremos gobernados por el sistema financiero, al menos con algún discurso disonante. ... read full story / add a comment
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bolivia / peru / ecuador / chile / cultura Tuesday January 12, 2016 - 06:20 by Salvador Oskita   image 1 image
Pese a su limitada formación, logró convertirse en el maestro del género del realismo social de Chile. Su pluma crítica se convirtió en una defensa emotiva de las clases populares durante la primera mitad del siglo XX. ... read full story / add a comment
Cartel del Frente 60 "Jaime Pardo Leal" de las FARC-EP, zona rural de Argelia, Cauca (Fotografía de José Antonio Gutiérrez D.)
venezuela / colombia / la izquierda Monday January 11, 2016 - 19:26 by José Antonio Gutiérrez D.   image 1 image
Este artículo apareció originalmente en la revista CEPA (año IX, Vol. II, No.19 –Agosto/Diciembre 2014) y fue escrito entre abril y junio de 2014 cuando se conmemoraba el medio siglo de vida de las Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia, Ejército del Pueblo (FARC-EP). El objetivo de este artículo no era ni hacer una historia exhaustiva de este movimiento insurgente, ni una apología, ni una exposición sistemática de la ideología y la práctica del movimiento guerrillero. El objetivo, en realidad, era mucho más simple: demostrar que la resistencia no ha sido estéril ni en vano. Quería salir al paso a una determinada línea argumentativa en un sector liberal y socialdemócrata de la izquierda que plantea, de manera simplista, que la lucha armada, en el mejor de los casos, ‘no ha servido para nada’ o, en el peor de los casos, ha sido el principal factor del estancamiento de la izquierda colombiana –a esto último lo he llamado la tesis de la “guerrilla-tapón”, que bloquea el aparentemente “inevitable” cauce de la izquierda legal al poder–. Ambas tesis parten de la discutible base de que la resistencia armada fue sencillamente una opción que se asumió dogmáticamente en medio de un abanico de oportunidades que la izquierda tenía a mediados del siglo XX. En este sentido la gran responsable de la violencia en Colombia sería, en realidad, el movimiento guerrillero y no el Estado. De esta manera, estas reflexiones deben ser entendidas como una contraparte de una polémica previa,¿Qué paz para Colombia?, escrito con un amigo y colaborador que prefirió usar el seudónimo de Uriel Gutiérrez.

Creo que es importante volver a rescatar el significado de la resistencia armada en la historia reciente colombiana de una visión condenatoria a priori, precisamente, porque esa visión sirve para que el Estado oculte su responsabilidad histórica fundamental ante los horrores experimentados en más de medio siglo de violencia “desde arriba”, y en consecuencia, se diluya en el imaginario público la urgencia de reformas estructurales para garantizar una superación a las causas que están en la raíz de este ciclo del conflicto social y armado. De paso se quiere endilgar toda responsabilidad a la insurgencia, como ya se está viendo en la elaboración del discurso post-conflicto –que pudo ser ensayado con ocasión del sincero acto de perdón del comandante de las FARC-EP Pastor Alape en la comunidad de Bojayá–, donde la reconciliación pasa porque la sociedad “perdone” a la insurgencia, precisamente, por el acto de rebelión, no por hechos puntuales. La reconciliación de la oligarquía consiste en que el hijo descarriado vuelve a casa, el padre sacrifica un cordero, y todos felices en la finca. William Ospina lo señalaba en un artículo con su prosa fina y a la vez desgarradora:
“la astuta dirigencia de este país una vez más logra su propósito de mostrar al mundo los responsables de la violencia, y pasar inadvertida como causante de los males. A punta de estar siempre allí, en el centro del escenario, no sólo consiguen ser invisibles, sino que hasta consiguen ser inocentes; no sólo resultan absueltos de todas sus responsabilidades, sino que acaban siendo los que absuelven y los que perdonan” [1].

Dentro de esta estrategia de amnesia histórica es fundamental quitar cualquier piso de legitimidad al accionar de la insurgencia. Ahí es donde el discurso de que la resistencia de décadas fue en vano juega un rol clave pues resta todo sentido a más de medio siglo de lucha insurgente. Dice el sociólogo Charles Tilly que
“el hecho trágico y fundamental, es sencillo: la coerción funciona; aquellos que aplican una fuerza considerable en contra de sus semejantes obtienen obediencia, y gracias a esa obediencia obtienen múltiples ventajas, dinero, bienes, deferencia, acceso a placeres que le son negados a las personas que tienen menos poder” [2]. El consenso que se ha generado en ciertos círculos y el proceso de recomposición gradual de la hegemonía del Estado colombiano, es indisociable del terror paramilitar, del desplazamiento masivo, de los falsos positivos, de las desapariciones en masa de activistas sociales, en fin, de todo el repertorio de violencia física y estructural a disposición del Estado colombiano y fortalecido por el Plan Colombia. El consenso en importantes sectores sociales, que incluye a importantes sectores de izquierda o “progresistas”, de que la resistencia armada ha sido inútil o una anomalía histórica, es el resultado de esa coerción. Aunque nos encante la idea de pensar que vivimos en un mundo de leyes, de estado de derecho, de derechos inalienables que portamos todos por igual desde que nacemos, la verdad es que todo esto es una ficción: en el mundo real, la fuerza siempre antecede a la razón. Las ideas dominantes lo son porque reflejan el dominio de la clase en el poder, no por sus cualidades intrínsecas.

Mi intención con este ensayo era demostrar que Tilly tiene razón, pero que su argumento es incompleto. Así como la coerción de los poderosos funciona, también funciona la resistencia de los de abajo [3]. La acción colectiva, la resistencia, en todas sus vertientes y expresiones, que incluyen la lucha armada, pero que no se agotan ni mucho menos en ella, también han sido creadoras de realidad. Debido a la asimetría de las partes en conflicto, las FARC-EP han tenido un rol limitado, muy limitado, en la dirección de los eventos que han dado forma a Colombia en las últimas décadas. Pero su sola existencia, ha puesto un cierto límite al poder absoluto que la oligarquía colombiana habría tenido de otra manera. La resistencia ha tenido un impacto enorme en ciertos derechos conquistados y en ciertos beneficios que hoy se dan por sentado. Si bien ese impacto ha sido, como es apenas lógico, más fuerte en las zonas rurales donde la influencia insurgente ha sido mucho mayor, incluso hegemónica en algunos casos, la impronta de las reformas que han sido sacadas mediante la resistencia al establecimiento se ha hecho sentir en todo el país.

El tono es polémico y lo prefiero así: hay veces, cuando el contradictor exagera, en que la mesura no es aconsejable. Insisto, este ensayo no pretende ser un balance completo, ni una exposición exhaustiva de los objetivos de la insurgencia, ni un análisis crítico de lo coherente o no que han sido, ni una historia de éstas. Tampoco pretendo acá defender tal o cual acción, o forma de acción, ni una determinada estrategia o falta de ella, ni defender los avances o los silencios en el proceso de paz en La Habana. Mucho menos pretendo defender todo lo que la insurgencia ha hecho o dejado de hacer. El objetivo, como lo he dicho, es mucho más humilde, pero a la vez más apremiante. Es hacer un ejercicio de memoria histórica y echar por suelo la tesis reaccionaria que se ha incrustado aún en sectores de izquierda, de que medio siglo de luchas ha sido en vano. Es demostrar que la resistencia, nos guste o no, ha sido un motor de la historia colombiana y que ha dado frutos para algunos de los sectores más oprimidos, explotados y marginalizados del país. Ahora que estamos prontos a presenciar el cierre de un ciclo histórico para Colombia, la historia y las ciencias sociales nos pueden servir de brújula para ver por dónde seguir transitando en la larga marcha hacia una sociedad emancipada.

José Antonio Gutiérrez D.
8 de Enero 2016
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international / environment Monday January 11, 2016 - 12:41 by Wayne Price   image 1 image
Theorists of the climate-justice movement have been raising decentralist ideas as part of their programs for an ecologically-balanced society. This ecological program means more local democracy, workers’ management of industry, consumer coops, and federations of radically-democratic institutions. Such ideas revive the decentralist ideas of anarchism.
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venezuela / colombia / community struggles Monday January 11, 2016 - 11:31 by GeA - CEAL   image 2 images
El Hospital Universitario del Valle ‘Evaristo García’ E.S.E. (también llamado HUV) es el hospital público más importante del suroccidente colombiano, se ubica en Santiago de Cali, capital del Valle del Cauca. Su importancia radica en que presta servicios de nivel III y IV y es un centro formador de profesionales de alta calidad de la Universidad del Valle (universidad pública y una de las mejores de latinoamérica) y otras universidades de la ciudad. Lo anterior implica, entre muchas otras cosas, que posee especialistas en cardiología, dermatología, psiquiatría, nefrología, ginecobstetricia, unidad de neurocirugía, de cuidados intensivos pediátrico, implica que recibe pacientes de hospitales regionales; su cobertura comprende al Chocó, Nariño, Cauca, Huila, Tolima, y Putumayo, además del Valle del Cauca, e incluso individuos de otros países que viven en los sectores fronterizos. Dado el carácter público de este hospital, se trata a personas con situación de N.N., habitantes de la calle, y personas afiliadas al Sisben (subsidio a la demanda, de lo cual se hablará más adelante). Además es reconocido, entre otras cosas, por tener una unidad de traumatología destacada internacionalmente, una de las mejores unidades de radioterapia del país (sino la mejor), y por ser pioneros en realizar diversas cirugías de complejidad. ... read full story / add a comment
A história dos povos neste contexto fica subordinada ao arranjo temporário entre elites dirigentes e classes dominantes a partir de suas respectivas posições em Estados pivô geopolíticos e Agentes Geoestratégicos.
internacional / imperialismo / guerra Monday January 11, 2016 - 08:06 by BrunoL   image 1 image
09 de janeiro de 2016, Bruno Lima Rocha

Introdução – Nesta nova série, inicio um conjunto de textos de difusão que visam ganhar a densidade até se tornarem um ensaio posterior. A meta não é necessariamente polemizar de fora para dentro da academia, e sim servir como apoio da frente teórica dentro da corrente para os debates, proposições e perspectivas em termos de política internacional, economia política internacional e relações internacionais. Muitas vezes, diante da impossibilidade teórica, há impossibilidade estratégica, logo, nada se realiza e quase tudo se copia ou mimetiza. A razão desta nova série é aportar uma contribuição para diminuir esta lacuna. ... read full story / add a comment
Edición de K.S.L. (1994, 2002)
asia oriental / historia del anarquismo Sunday January 10, 2016 - 19:02 by Stefan Anarkowic   image 3 images
El siguiente folleto es parte del intento de recuperación de la memoria histórica que en anarkismo.net hemos venido realizando sobre el anarquismo en el Lejano Oriente, particularmente en China, Japón y Corea. Este folleto, trata de uno de los momentos más traumáticos en la historia del movimiento libertario nipón: la ejecución de 12 anarquistas, en 1911, en un caso conocido como "el caso de Alta Traición". Entre las víctimas de esta ejecución masiva, estaba el anarquista japonés Kôtoku Shûsui, dinamizador del movimiento obrero y uno de los fundadores del movimiento libertario en el Japón. Los anarquistas fueron acusados de haber complotado para asesinar al Emperador Meiji (cuyo nombre real era Mutsuhito). Este emperador había presidido la notable modernización autoritaria del país, que en algunas décadas, se convirtió en una potencia industrial y un país capitalista de avanzada, a la vez que se mantenían formas arcaicas de Estado, un imperio donde el emperador era a la vez Dios. Eso convertía a cualquier forma de disidencia en una blasfemia y un acto contra la deidad. El precio de esta modernización autoritaria, se pagó en sangre por parte del campesinado y los obreros japoneses. Dentro de esa transición y acentuación de la explotación de las masas populares, es que surgió el movimiento socialista y el anarquismo en el Japón. Este documento, retrata la lucha titánica librada por un puñado de mujeres y hombres que en esas condiciones totalmente adversas, libraron una batalla frontal en contra del Dios-Emperador y la opresión inimaginable sufrida por las clases populares. Tras su ejecución, el mensaje de estos revolucionarios, se convirtió en un movimiento que enfrentó heroicamente la arremetida reaccionaria que, eventualmente, llevó al Japón a convertirse en un país fascista y de un imperialismo extraordinariamente agresivo. Este artículo, se suma a uno anterior sobre este mismo caso de “Alta Traición”, escrito por Hippolyte Havel y publicado en la revista anarquista de EEUU Mother Earth (Vol. V, No. 12, Febrero 1911). Este folleto, hasta ahora solamente disponible en inglés, fue publicado originalmente por la Kate Sharpley Library (K.S.L.) en Londres en 1994 (re-impreso en 2002), y nuevamente republicado por Black Powder Press en el 2009. Ahora lo compartimos por primera vez en castellano. Traducción e introducción:
José Antonio Gutiérrez D.
Enero 2016 ... read full story / add a comment
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Ελλάδα / Τουρκία / Κύπρος / Ιμπεριαλισμός / Πόλεμος Saturday January 09, 2016 - 19:03 by Αναρχικές Γυναίκες   image 1 image
Ένα κείμενο του 1977 ενάντια στη στράτευση των γυναικών, από τις «Αναρχικές γυναίκες» ... read full story / add a comment
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bolivia / peru / ecuador / chile / género Friday January 08, 2016 - 18:46 by Solidaridad   image 1 image
El gobierno accedió a las presiones y determinó que ante una violación, los médicos pueden denunciar sin autorización de la mujer. Decisión fue bien recibida entre los falangistas, pero sin asegurar aún los votos. ... read full story / add a comment
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grecia / turquía / chipre / la izquierda Friday January 08, 2016 - 04:11 by Erdal Balsak   image 1 image
El proyecto político que los militantes kurdos proponen al Kurdistán norte (región kurda en el territorio nacional turco) y, más allá, a Turquía y a Medio Oriente, es el confederalismo democrático, una organización de la vida política basada en la asociación libre de municipios, comunas, asambleas populares, cooperativas y asociaciones de mujeres, trabajadores o estudiantes llamadas academias. Los tres pilares de este proyecto sin fronteras son la ecología, la democracia y la libertad de la mujer. El confederalismo democrático se teje progresivamente a partir de “relaciones comunales” entre asociaciones de mujeres, movimientos de jóvenes, grupos ecológicos y otras organizaciones cívicas, todas y todos autónomos. ... read full story / add a comment
Employees at the Zarfati Garage in Mishur Adumim vote to strike on July 22, 2014. (Photo courtesy of Ma’an workers union)

Mon 27 Jun, 02:58

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final_logo2_1.png imageΕνάντια στις Λευκέ&#... 18:21 Sun 26 Jun by Αναρχική Ομοσπονδία - Περιφέρεια Αθήνας 0 comments

Με δεξιά ή με αριστερά η αστική τάξη κάνει τη δουλειά της και προσπαθεί να την διαφημίσει με φιέστες σαν τις λευκές νύχτες. Ο κόσμος της εργασίας πρέπει να σταματήσει αυτές τις φιέστες. Το κεφάλαιο θέλει να μοιράσει μια νέα ψευδή ταυτότητα, αυτή του καταναλωτή για τον ελεύθερο χρόνο του εργαζόμενου. Και με αυτήν να τον στρέψει εναντίον του εαυτού του. Ο κόσμος του αγώνα στέκεται απέναντι σε αυτή την προπαγανδιστική μηχανή.

nochixtlanpolicebarricade696x391.jpg imageΓια τα γεγονότα στη&... 05:20 Thu 23 Jun by αναρχική ομάδα “δυσήνιος ίππος” 0 comments

Εδώ και αρκετό καιρό, στη νότια πολιτεία του Μεξικού, Οαχάκα, διεξάγεται από τους εκπαιδευτικούς και τους φοιτητές, ένας σκληρός και ανένδοτος αγώνας αμφισβήτησης των κυβερνητικών μεταρρυθμίσεων στην παιδεία και της νέας διαδικασίας αξιολόγησης και πρόσληψης δασκάλων. Αυτές οι μεταρρυθμίσεις είναι κομμάτι της ριζικής αναμόρφωσης του εκπαιδευτικού συστήματος που επιχειρείται την τελευταία δεκαετία στο Μεξικό και στόχο έχει την κατάργηση του δημόσιου χαρακτήρα της εκπαίδευσης.

no_border_t_net.jpg imageΑναρχική Συνάντησ ... 18:27 Wed 22 Jun by Αναρχική Πολιτική Οργάνωση 0 comments

Απευθυνόμαστε στους μετανάστες και τους πρόσφυγες –όπως και σε κάθε πληβείο- ώστε να χτίσουμε μαζί τους σχέσεις εμπιστοσύνης και αγώνα ενάντια στους κοινούς μας δυνάστες. Απευθυνόμαστε στις δυνάμεις του αναρχικού-αντιεξουσιαστικού αλλά και του κοινωνικού-ταξικού κινήματος για να συζητήσουμε και να δράσουμε από κοινού ενάντια στη γενικευμένη κρατική-καπιταλιστική επίθεση και την ειδικότερη πτυχή της που ξεδιπλώνεται απέναντι στα ρεύματα των ξεριζωμένων προσφύγων και μεταναστών.

severas.jpg image[Colombia] Manifiesto Marika 10:37 Tue 21 Jun by Colectiva Severas Flores 0 comments

Somos la Colectiva Severas Flores. Somos colectiva como grupo de personas, no como masa uniforme, sino como conjunto heterogéneo, como multiplicidad de cuerpos, existencias, sentires y luchas que se atreven al encuentro; y somos colectiva en la medida que resistimos al lenguaje patriarcal desde el ejercicio de denuncia de la masculinización de las lenguas, desde el reconocernos como palabras y espacios en disputa, construcción y deconstrucción.

Somos libertaria porque asociamos lo libertario con la tradición anarquista de la eliminación de todas las formas de opresión; entendemos lo libertario como la posición que lucha por la libertad de “ser” con otres, de existir en colectivo, de destruir todas las formas autoritarias en que se intenta encapsular el poder.

Somos severas flores porque nos re-apropiamos de una burla, de un chiste, de un insulto, de una violencia naturalizada, solapada, que esconde un profundo sexismo hacia cuerpos considerados masculinos al proponerlos débiles, femeninos, errados, insuficientes. Somos flores, flores tan fuertes como delicadas. Somos severas al pararnos duro, echar raíces contra la explotación y resistir siendo nosotres mismes. Entendemos la feminidad no como sinónimo de debilidad o pasividad sino como uno de tantos colores que nos componen y que la monocromía patriarcal quiere negar. Las flores crecen a pesar de todo, son el esfuerzo constante de una planta para sacar semilla, contienen los órganos sexuales de ellas y son parte del equilibrio natural interespecie. Al mismo tiempo las flores transitan, son efímeras; tan efímeras como nuestras vidas y burlan el dogma, la rigidez y el control que se quiere imponer en nuestras formas de verlas, pues están sujetas al cambio, a la mutación. Las flores rompen el sistema de prejuicios, negando lo binario y proponiendo lo múltiple, dado que muchas son hermafroditas, diversas, subversivas: No sólo son “bellas”, hay flores horribles que se cagan en los cánones de belleza racistas y occidentales; no todas huelen “bien”, algunas apestan a rebeldía y sueños de libertad; no todas son débiles, algunas matan, incomodan e irritan si no se les respeta.

jack_grancharoff.jpg imageCelebration of Jack Grancharoff's life 16:13 Mon 20 Jun by Dmitri (republishing) 0 comments

As many of you know, Jack 'The Anarchist' Grancharoff died on the 15th of May, at his home in Quaama, South Coast of New South Wales, Australia, aged 91. He died 'with his boots on' - he seemed to have risen from a chair, with an open book and a glass of something interesting on the table, collapsed onto the floor and was found a day or two later.

ese11724x1024.png imageΑς ενωθούμε 16:02 Mon 20 Jun by Ελευθεριακή Συνδικαλιστική Ένωση Ημαθίας 0 comments

Στην ΕΣΕ λειτουργούμε πέρα από συντεχνιακές λογικές και δεν διακρίνουμε ανάμεσα σε εργαζόμενους του δημόσιου και του ιδιωτικού τομέα, σε έλληνες και μετανάστες, σε άντρες και γυναίκες. Για τον κόσμο της εργασίας, η ελευθερία δεν νοείται σε ένα περιβάλλον διακρίσεων που γίνονται με βάση τη φυλή, το φύλο, το χρώμα, το είδος, την ηλικία, τις σεξουαλικές προτιμήσεις, τα σωματικά χαρακτηριστικά. Κοινός αντίπαλος μας είναι το σύστημα του καπιταλισμού και η εκμετάλλευση. Καθημερινά θέτουμε τους όρους ενός συνεχούς αγώνα για τη βελτίωση των ζωών μας και την απελευθέρωση τους από την καταπίεση.

final_logo2.png imageΝα επιτεθούμε 20:02 Wed 15 Jun by Αναρχική Ομοσπονδία 0 comments

Δεν απευθυνόμαστε σε καμιά κυβέρνηση και καμιά αντιπολίτευση. Απευθυνόμαστε στους εργάτες, ενεργούς στην παραγωγή ή άνεργους. Σε αυτούς που, όπως και εμείς, ζουν από την εργασία τους, όταν βρουν να την πουλήσουν στα μαγαζιά, τα γραφεία, τα εργοστάσια, στα φυλλάδια, στον επισιτισμό.
Και τους καλούμε να βγουν στο δρόμο

textTutto passa dalla lotta 20:02 Mon 13 Jun by Alternativa Libertaria/FdCA 0 comments

Alternativa Libertaria/FdCA partecipa al presidio genovese del 13 giugno, organizzato dal “Collettivo Noi saremo tutto” in solidarietà con i lavoratori francesi in lotta contro la loi travail.

img_0422_1.jpg imageΓια τους αγωνιζόμε&#... 19:11 Mon 13 Jun by Dmitri 0 comments

Από τις 9 Μάρτη, σε ολόκληρη τη γαλλική επικράτεια, εκδηλώνεται ένας σημαντικός και μαχητικός κοινωνικός-ταξικός αγώνας ενάντια στον νέο εργασιακό νόμο με τον οποίο η γαλλική κυβέρνηση επιχειρεί να επιβάλλει την πλήρη αναδιάρθρωση των εργασιακών σχέσεων.

Συγκεντρώσεις Αλληλέγγυης:
Γαλλική Πρεσβεία, Αθήνα, Τρίτη 14/6, 6μμ
Γενικό Γαλλικό Προξενείο, Θεσσαλονίκη, Τετάρτ, 15/6, 12 μεσημέρι

lathro_polukst_1__article.jpg imageΠορεία στο Πολύκασ&#... 17:49 Sat 11 Jun by Ελευθεριακή Πρωτοβουλία Θεσσαλονίκης 0 comments

Απέναντι σε κάθε εξουσία, εμείς απαντάμε τώρα και πάντα με ταξική αλληλεγγύη. Οι ταλαιπωρημένοι, οι ξυπόλητοι της εποχής μας, οι κυνηγημένοι εξαιτίας των πολέμων και των διώξεων κάθε εξουσίας και κάθε κράτους, βρίσκονται στην καρδιά της αλληλεγγύης μας. Είναι ταξικά αδέρφια μας, το πιο υποτιμημένο, κακοπληρωμένο και επισφαλές μέρος της τάξης μας, βορά στα δόντια κάθε μικρού και μεγάλου αφεντικού. Είναι καθήκον μας να διαφυλάξουμε την αξιοπρέπεια και την ελεύθερη μετακίνηση όλων των μεταναστών και μεταναστριών, σβήνοντας τις συνοριακές γραμμές που οι εξουσίες χάραξαν για τους υπηκόους τους -αλλά όχι για τα εμπορεύματα των αφεντικών- και απαιτώντας την άμεση νομιμοποίησή τους.

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image[Colombia] Ante el acuerdo de cese al fuego bilateral y definitivo entre el gobierno colombiano y la... Jun 26 by Grupo Libertario Vía Libre 0 comments

El pasado jueves, 23 de junio de 2016, sin duda marcó una fecha histórica en Colombia. En este día se acordó, en el marco de los diálogos de paz y la mesa de negociación de La Habana, el cese al fuego bilateral y definitivo entre el gobierno nacional de Juan Manuel Santos y la insurgencia de las Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia-Ejército del Pueblo (FARC-EP). Para muchas colombianas, este es un anhelo hecho realidad. Sin dejar de compartir el entusiasmo popular, nosotras señalamos que este aún no es el fin de la guerra y que aún queda un largo camino por recorrer en miras a conseguir cambios sociales reales beneficiosos para las trabajadoras, los sectores sociales y los pueblos.

text10 point guide for post Brexit resistance as racist right wins EU referendum Jun 26 by Andrew 2 comments

An anarchist analysis of the Brexit vote

imageΠαλαιστίνιοι εργά ... Jun 25 by Ιλάν Σαλίφ 0 comments

Οι Παλαιστίνοι εργάτες είναι από τα πιο ξεχασμένες και εγκαταλελειμμένες κοινωνικές κατηγορίες, από πολιτική, οικονομική ή κοινωνική άποψη. Σχεδόν όλοι οι Παλαιστίνιοι εργάτες υποφέρουν από διάφορες πλευρές: την Παλαιστινιακή Αρχή, το σιωνιστικό κράτος, τα αφεντικά και του Ισραήλ και της Παλαιστίνης. Είναι αξιοσημείωτο, ότι τα δικαιώματα του εργαζόμενου, η σταθερότητα και το μέλλον του, ελάχιστα αναφέρονται στις πολιτικές αποφάσεις και των δύο αλληλοσυγκρουόμενων πλευρών, δεδομένου ότι καμία από τις δύο πλευρές δεν δίνει κάποια σημασία στο ζήτημα των Παλαιστινίων εργατών.

image#Brexit: 10 σχόλια Jun 25 by Workers Solidarity Μοvement 0 comments

Χρειάζεται να πάρουμε τον κόσμο μας πίσω από την πατριαρχική λευκή υπεροχή της καπιταλιστική ελίτ που κυριαρχεί στον πλανήτη και διοικεί και τις δυο πλευρές του δημοψηφίσματος για την Ε.Ε.

imageΜετά τη συμφωνία με&... Jun 24 by musaferat 0 comments

Μετά τη συμφωνία της 18ης Μαρτίου μεταξύ Ε.Ε. και Τουρκίας, ένα νέο σκηνικό φάνηκε να διαμορφώνεται στη Λέσβο για ακόμα μία φορά. Οι περιπολίες των νατοϊκών, ευρωπαϊκών και τουρκικών σκαφών εντατικοποιήθηκαν ελαχιστοποιώντας τις βάρκες με μετανάστες-ριες που καταφέρναν να περάσουν τα ελληνικά υδάτινα σύνορα, ενώ ένα νέο εσωτερικό «σύνορο» δημιουργήθηκε στο λιμάνι της Μυτιλήνης. Όσοι πρόλαβαν να περάσουν πριν τη συγκεκριμένη ημερομηνία προωθήθηκαν στην ηπειρώτικη Ελλάδα για να καταλήξουν στα διάφορα «κέντρα φιλοξενίας» και η Λέσβος μετατράπηκε, μαζί με τα υπόλοιπα 4 νησιά που προέβλεπε η συμφωνία, σε μία ιδιότυπη φυλακή για όσους-ες συνεχίζουν να φτάνουν από τις 20 Μαρτίου και μετά , ημερομηνία έναρξης της εφαρμογής της.

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imageΕνάντια στις Λευκέ&#... Jun 26 0 comments

Με δεξιά ή με αριστερά η αστική τάξη κάνει τη δουλειά της και προσπαθεί να την διαφημίσει με φιέστες σαν τις λευκές νύχτες. Ο κόσμος της εργασίας πρέπει να σταματήσει αυτές τις φιέστες. Το κεφάλαιο θέλει να μοιράσει μια νέα ψευδή ταυτότητα, αυτή του καταναλωτή για τον ελεύθερο χρόνο του εργαζόμενου. Και με αυτήν να τον στρέψει εναντίον του εαυτού του. Ο κόσμος του αγώνα στέκεται απέναντι σε αυτή την προπαγανδιστική μηχανή.

imageΓια τα γεγονότα στη&... Jun 23 0 comments

Εδώ και αρκετό καιρό, στη νότια πολιτεία του Μεξικού, Οαχάκα, διεξάγεται από τους εκπαιδευτικούς και τους φοιτητές, ένας σκληρός και ανένδοτος αγώνας αμφισβήτησης των κυβερνητικών μεταρρυθμίσεων στην παιδεία και της νέας διαδικασίας αξιολόγησης και πρόσληψης δασκάλων. Αυτές οι μεταρρυθμίσεις είναι κομμάτι της ριζικής αναμόρφωσης του εκπαιδευτικού συστήματος που επιχειρείται την τελευταία δεκαετία στο Μεξικό και στόχο έχει την κατάργηση του δημόσιου χαρακτήρα της εκπαίδευσης.

imageΑναρχική Συνάντησ ... Jun 22 0 comments

Απευθυνόμαστε στους μετανάστες και τους πρόσφυγες –όπως και σε κάθε πληβείο- ώστε να χτίσουμε μαζί τους σχέσεις εμπιστοσύνης και αγώνα ενάντια στους κοινούς μας δυνάστες. Απευθυνόμαστε στις δυνάμεις του αναρχικού-αντιεξουσιαστικού αλλά και του κοινωνικού-ταξικού κινήματος για να συζητήσουμε και να δράσουμε από κοινού ενάντια στη γενικευμένη κρατική-καπιταλιστική επίθεση και την ειδικότερη πτυχή της που ξεδιπλώνεται απέναντι στα ρεύματα των ξεριζωμένων προσφύγων και μεταναστών.

image[Colombia] Manifiesto Marika Jun 21 Colectiva Severas Flores 0 comments

Somos la Colectiva Severas Flores. Somos colectiva como grupo de personas, no como masa uniforme, sino como conjunto heterogéneo, como multiplicidad de cuerpos, existencias, sentires y luchas que se atreven al encuentro; y somos colectiva en la medida que resistimos al lenguaje patriarcal desde el ejercicio de denuncia de la masculinización de las lenguas, desde el reconocernos como palabras y espacios en disputa, construcción y deconstrucción.

Somos libertaria porque asociamos lo libertario con la tradición anarquista de la eliminación de todas las formas de opresión; entendemos lo libertario como la posición que lucha por la libertad de “ser” con otres, de existir en colectivo, de destruir todas las formas autoritarias en que se intenta encapsular el poder.

Somos severas flores porque nos re-apropiamos de una burla, de un chiste, de un insulto, de una violencia naturalizada, solapada, que esconde un profundo sexismo hacia cuerpos considerados masculinos al proponerlos débiles, femeninos, errados, insuficientes. Somos flores, flores tan fuertes como delicadas. Somos severas al pararnos duro, echar raíces contra la explotación y resistir siendo nosotres mismes. Entendemos la feminidad no como sinónimo de debilidad o pasividad sino como uno de tantos colores que nos componen y que la monocromía patriarcal quiere negar. Las flores crecen a pesar de todo, son el esfuerzo constante de una planta para sacar semilla, contienen los órganos sexuales de ellas y son parte del equilibrio natural interespecie. Al mismo tiempo las flores transitan, son efímeras; tan efímeras como nuestras vidas y burlan el dogma, la rigidez y el control que se quiere imponer en nuestras formas de verlas, pues están sujetas al cambio, a la mutación. Las flores rompen el sistema de prejuicios, negando lo binario y proponiendo lo múltiple, dado que muchas son hermafroditas, diversas, subversivas: No sólo son “bellas”, hay flores horribles que se cagan en los cánones de belleza racistas y occidentales; no todas huelen “bien”, algunas apestan a rebeldía y sueños de libertad; no todas son débiles, algunas matan, incomodan e irritan si no se les respeta.

imageCelebration of Jack Grancharoff's life Jun 20 MACG (personal capacity) 0 comments

As many of you know, Jack 'The Anarchist' Grancharoff died on the 15th of May, at his home in Quaama, South Coast of New South Wales, Australia, aged 91. He died 'with his boots on' - he seemed to have risen from a chair, with an open book and a glass of something interesting on the table, collapsed onto the floor and was found a day or two later.

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