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Indonesia / Philippines / Australia

no event posted in the last week
indonesia / philippines / australia / community struggles / news report Wednesday June 23, 2010 20:34 by MACG
Kulon Progo Solidarity Action 2pm Sat 26 June: Indonesian Consulate read full story / add a comment
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indonesia / filipinas / australia / workplace struggles / comunicado de prensa Monday May 10, 2010 04:20 by Melbourne Anarchist Communist Group   image 1 image
Presentamos nuestra alternativa con ocasión del Primero de Mayo. Es el comunismo libertario, una sociedad sin gobiernos ni jefes. Una sociedad de paz y libertad, de justicia e igualdad. Podemos dar lugar a un mundo nuevo. Es la única salida al mundo irracional, injusto e insostenible en el que vivimos actualmente.[English] [Ελληνικά] [العربية] [中文] read full story / add a comment
Την Πρωτομαγιά, προωθούμε την δική μας εναλλακτική λύση. Είναι ο ελευθεριακός κομμουνισμός, μια κοινωνία χωρίς αφεντικά ή κυβερνήσεις. Μια κοινωνία της ειρήνης και της ελευθερίας, της δικαιοσύνης και της ισότητας. Μπορούμε να οικοδομήσουμε έναν νέο κόσμο. Είναι η μόνη διέξοδος από την παράλογη, άδικη και μη βιώσιμη ζωή που ζούμε σήμερα. [中文] [English] [العربية] [Castellano] read full story / add a comment
Once again as thousands – reportedly record numbers – attended various official events to mark the day, and clusters of men and women in military uniform roamed the CBD in search of somewhere to get a drink, a small – actually very small – group from the Melbourne Anarchist Communist Group (MACG) met outside the former headquarters of the Melbourne.... read full story / add a comment
indonesia / philippines / australia / workplace struggles / news report Tuesday April 27, 2010 19:59 by Dmitri
Since the introduction of the Australian Building and Construction Commission in 2005, we have witnessed a massive increase in deaths and serious injuries in the construction industry. read full story / add a comment
indonesia / philippines / australia / indigenous struggles / opinion / analysis Saturday February 27, 2010 18:00 by Melbourne Anarchist Communist Group
The unions, and all working class organisations, need to come together to denounce the NT Intervention as the racist atrocity it is, and fight to end it. In the course of this struggle, we can develop a true movement of reconciliation. We can build a society which recognises land rights, and abolishes both wage labour and real estate. We can have a revolution. read full story / add a comment
indonesia / philippines / australia / indigenous struggles / press release Thursday January 07, 2010 18:38 by "In Solidarity"
SOLIDARITY ACTION FOR KULON PROGO FARMERS
WHEN : 10am, Monday, January 11, 2010 WHERE : Indonesian Consulate General, 72 Queens Road, Melbourne HOW TO GET THERE : By public transport: Take tram numbers 3, 5, 6, 8, 55, 64, 67 or 72. Get off at High St. Walk towards Albert Park, turn left @ Queens Rd. read full story / add a comment
indonesia / philippines / australia / workplace struggles / news report Sunday December 06, 2009 20:18 by Malcolm Brown
When in 1964 the Queensland government of Sir Francis Nicklin decided to call on all its powers to crush a strike by Mt Isa's miners, one man stood in their way - the union radical Pat Mackie. He led the strike, inspiring the miners to keep going, in a period when police were given carte blanche to suppress them. read full story / add a comment
indonesia / philippines / australia / anti-fascism / news report Friday October 02, 2009 22:28 by various
Recently, the Melbourne Anarchist Resource Centre (MARC) in Northcote was attacked by neo-Nazis. read full story / add a comment
indonesia / philippines / australia / repression / prisoners / news report Monday September 14, 2009 13:57 by Viola Wilkins
Sydney protest in solidarity with arrested Serbian anarcho-syndicalists read full story / add a comment
indonesia / philippines / australia / gender / press release Friday August 21, 2009 21:50 by Dmitri (MACG)
Rally to Defend Women's Reproductive Rights read full story / add a comment
Η απεργία των λιμενεργατών του 1878 ήταν η πρώτη διαποικιακή απεργία στην Αυστραλία. read full story / add a comment
Αυστραλιανή Εργατική-Κοινωνική Ιστορία Νο 4 read full story / add a comment
indonesia / philippines / australia / workplace struggles / news report Thursday July 30, 2009 22:41 by Dmitri (MACG - personal capacity)
Current workers' struggles and industrial disputes in Australia in brief. read full story / add a comment
Αυστραλιανή Εργατική - Κοινωνική Ιστορία Νο 3 read full story / add a comment
Αυστραλιανή Εργατική - Κοινωνική Ιστορία Νο 2 read full story / add a comment
Μια συνοπτική ιστορία των βίαιων συγκρούσεων ανάμεσα στους ναύτες του Σίδνεϊ και την αστυνομία μετά την απόπειρα των αστυνομικών να συλλάβουν έναν άνδρα που ήταν ντυμένος σαν γυναίκα. read full story / add a comment
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indonésia / filipinas / austrália / movimento anarquista / opinião / análise Saturday June 20, 2009 04:47 by Rob Sparrow   image 1 image
O texto agora publicado foi traduzido alguns anos atrás e aguardava para ser lançado em livro, mas, pelas mudanças de nossas prioridades editoriais, decidimos divulgá-lo na internet.

“Política Anarquista e Ação Direta” parece ter como pano de fundo as discussões internas ao universo anarquista, particularmente aquelas que buscam distinguir um anarquismo social, voltado para a transformação revolucionária, de um anarquismo individualista, principista e purista que, em nome de dogmas e compreensões quase que religiosas da ideologia, restringe-se à inação.

É neste contexto que ele coloca a necessidade de o anarquismo trabalhar com as reivindicações de curto prazo, que são as que trazem ganhos para o povo aqui e agora e possuem a capacidade de mobilizar e trazer para a luta setores até então adormecidos. Neste contexto entram as lutas pontuais e a eventual pressão em relação ao Estado para a conquista de reformas que beneficiem o conjunto das classes exploradas. Esta discussão é particularmente importante, pois infelizmente há um setor idealista e utópico (no pior sentido das palavras) que prega a revolução social como um objetivo de longo prazo, mas nada propõe para que se caminhe em direção a ela, já que neste caminhar muitas ações envolvem reformas, conquistas de curto prazo que apesar de não serem o fim que queremos alcançar, constituem um meio de luta e propaganda, muitas vezes obrigando o Estado e os patrões a cederem, trazendo hoje melhorias concretas nas condições de vida da população. Distante da luta de curto prazo, o anarquismo passa de uma ideologia com prática política para uma retórica de futuro sem conteúdo prático no presente, perdendo todo seu potencial transformador.

São poucas as pessoas que se mobilizarão em torno da proposta de uma sociedade melhor em 50 ou 100 anos. É por isso que as questões de curto prazo são tão importantes, já que são elas que possuem a capacidade de mobilizar as pessoas que querem um horizonte de luta e de conquista para já. A mobilização pode visar conquistas em relação a diversos inimigos como uma empresa – no caso de uma organização de trabalhadores que reivindica melhores salários, por exemplo – ou o Estado – no caso de uma organização comunitária que reivindica a melhoria de um hospital local, por exemplo. Isso pode incluir diversas reivindicações que, muito ao invés de estabelecer o capital ou o Estado como interlocutores e colaboradores, buscam agregar as pessoas na luta contra estes inimigos de classe. Ainda que o capital ou o Estado cedam, isso não mostra a colaboração do povo com os inimigos de classe, mas uma vitória do povo sobre eles. Além disso, estando organizadas, a tendência é que as pessoas sejam expostas ao conteúdo pedagógico das lutas e que isso aumente seu nível de consciência, permitindo a construção de uma luta de longo prazo. É isso o que sempre foi defendido pelo anarquismo clássico.

É neste mesmo contexto que o autor discute os meios e fins tentando trazer uma reflexão estratégica acerca do caminho a seguir e dos objetivos pretendidos. O que ele tenta mostrar é que o principismo e o purismo daquele anarquismo “que não se mistura com os outros” não permitem a construção de uma tática (um caminho) que aponte para um objetivo estratégico (neste caso, a revolução social). Além disso, o artigo também tenta trazer esta reflexão estratégica às pessoas que acreditam que não há necessidade de ações que sejam coordenadas e organizadas entre si. Sabemos que para terem efeito, as ações devem ser bem refletidas e estarem dentro de um contexto mais amplo de planejamento e organização.

O texto contribui também ao conceituar a ação direta e relacioná-la com uma retomada de poder pelas próprias pessoas que dela participam, o que a liga com o que alguns chamam de construção do poder popular. Neste sentido, parece-nos que a concepção do autor acerca do poder esteja correta, não o considerando o domínio, mas um espaço político de disputa entre forças sociais distintas. Neste caso, a prática da ação direta popular daria ao povo o poder que dele vem sendo usurpado pela classe dominante desde sempre. Contribui ainda ao criar uma distinção entre a ação direta e as “ações simbólicas” e “ações morais”. Ao final contribui com reflexões relevantes sobre a relação entre militantes com a polícia e com a mídia.

Finalmente, podemos apontar um comentário crítico. Como muito se vem fazendo dentro do universo anarquista, aqui o conceito de ação direta também se confunde com os níveis de organização daquilo que chamamos nível político e ideológico (do anarquismo) e nível social (das organizações populares, movimentos sociais, sindicatos, etc.). Vemos a ação direta como um conceito anarquista, mas que não se restringe às práticas anarquistas, já que entendemos que as mobilizações populares devem se dar sem se restringir à participação de militantes de uma ou outra ideologia específica. Portanto, vemos a ação direta como uma posição a ser defendida pelos anarquistas no seio dos movimentos populares, muito mais do que uma posição das “mobilizações de anarquistas”; ou seja, para nós a ação direta é um conceito que pertence mais ao nível social do que ao nível político-ideológico. Para nós, o anarquismo não tem função de “movimento de massa”, mas de ideologia que inspira a atuação de uma minoria ativa que, dentro destes movimentos, defende posições determinadas, dentre elas a da prática da ação direta. Sabemos que os anarquistas não farão a revolução sozinhos e que será necessário um movimento amplo e de maiorias, que agregue as classes que mais sentem a exploração e a dominação da sociedade presente. No entanto, não é qualquer movimento que será capaz de promover a transformação social que pretendemos. Na busca da construção de um movimento revolucionário, pensamos que a ação direta tem muito a contribuir, já que coloca o povo como sujeito de sua própria emancipação.

Uma discussão séria e ampla sobre a ação direta é muito importante hoje, tanto para organizarmos movimentos com bandeiras de reivindicações de curto prazo, quanto para criarmos projetos de longo prazo. É neste aspecto que se dá a relevância deste texto de Rob Sparrow.


Felipe Corrêa e Victor Calejon (editores, Faísca Publicações Libertárias)
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Η Κομμούνα της Σαγκάης οργανώθηκε από Κινέζους αναρχικούς πριν έρθει στην εξουσία ο Μάο Τσε Τουνγκ, ενώ οι Κορεάτες αναρχικοί συγκρότησαν μια συνεργατικές κομμούνες σε μερικά μέρη της Μαντζουρίας ως αντίδραση στην ιαπωνική κατοχή. Οι Ιάπωνες αναρχικοί ήταν ανάμεσα στους συνεργάτες αυτών των επιτυχών κινημάτων των εργατών και αγροτών στην Κορέα. read full story / add a comment
Σήμερα, στην Πρωτομαγιά, αφιερωνόμαστε σ’ αυτή την επανάσταση και στη δημιουργία του ελευθεριάζον κομμουνισμού, μια α-κρατική κοινωνία όπου ο καθένας συνεισφέρει σύμφωνα με τις ικανότητές του και λαμβάνει σύμφωνα με τις ανάγκες του. read full story / add a comment
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Rojava: Mensaje urgente de un compañero anarquista en Afrin
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