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Luiz Inácio pode tanto sair preso, como pode terminar tudo em um processo de impeachment, como também – em proporção menor – terminar sendo eleito ou indicando quem sucederá Dilma em 2018.
brazil/guyana/suriname/fguiana / economia / opinião / análise Sunday March 27, 2016 07:48 byBrunoL   image 1 image
26 de março de 2016, Bruno Lima Rocha

O vazamento das gravações de Lula e cia. e o arranjo de forças intra-aparelho de Estado

Antes de lerem estas palavras, peço aos amig@s daqui que lembrem que quem escreve está à esquerda do governo, é crítico do mesmo e jamais militou em partido eleitoral e menos ainda assumiu cargo de confiança ou em comissão. Ou seja, não busquem ver governismo onde não há. Como trata-se de disputa de facções e projetos políticos e, estritamente, não estou vinculado a nenhum destes, fico bem à vontade para tecer os comentários.
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El juez Sergio Moro ultrapasó un punto sin vuelta, la Rede Globo (el mayor conglomerado de comunicación social del país) también, y lo mismo ocurre con la nueva-vieja derecha ideológica.
brazil/guyana/suriname/fguiana / economía / opinión / análisis Wednesday March 23, 2016 07:36 byBrunoL   image 1 image
21 de marzo 2016, Bruno Lima Rocha

En este corto artículo intento hacer un acercamiento, a lectores y lectoras de habla hispana a respecto de las conversaciones privadas del expresidente Luiz Inácio Lula da Silva con sus correligionarios, incluyendo la actual presidente de Brasil – Dilma Rousseff. Hay que recordar que tales conversaciones fueron difundidas por un juez de primera instancia, Sergio Moro, del estado de Paraná (sur de Brasil) y fueron puestas a público, como una especie de respuesta de Moro al nombramiento de Lula como ministro de Estado, específicamente al frente de la Casa Civil del actual gobierno.
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Infelizmente, a direita ideológica avança na base do artifício da desinformação e das manobras midiáticas. O pacto de classes e o peleguismo afastaram quem crê e pratica luta popular.
brazil/guyana/suriname/fguiana / economia / opinião / análise Thursday March 17, 2016 10:06 byBrunoL   image 1 image
16 de março de 2016, Bruno Lima Rocha

Nesta segunda parte dos comentários, serei mais comedido, trabalhando com relações causais.

Quanto à posição de quem está na rua como lacerdistas: ou a direita que está na rua eleva os níveis de protesto, realizando atos de violência e "vandalismo" (ao menos na Esplanada e em frente ao Palácio do Planalto), intensificando algum grau de conflito também em São Paulo capital e Grande São Paulo, ou não vão gerar a comoção de irracionalidade e sentido de "justiça" que tanto gostam de proclamar. Isso é o que faz a direita escuálida venezuelana, protestos violentos denominados lá de guarimba, e aqui de "vandalismo". Como a TFP estilo fashion week não se dispõe ao risco físico, o frenesi de indignação não deve ultrapassar os limites da gritaria, a não ser em São Paulo e em Brasília. read full story / add a comment
O teor destas conversas está no mesmo patamar ou ainda menor que os grampos realizados durante o Leilão do Sistema Telebrás com Luiz Barros e Fernando Henrique Cardoso.
brazil/guyana/suriname/fguiana / economia / opinião / análise Thursday March 17, 2016 09:45 byBrunoL   image 1 image
16 de março de 2016, Bruno Lima Rocha

Antes de lerem estas palavras, peço aos amig@s daqui que lembrem que quem escreve está à esquerda do governo, é critico do mesmo e jamais militou em partido eleitoral e menos assumiu cargo de confiança ou em comissão. Ou seja, não busquem ver governismo onde não há. Como trata-se de disputa de facções e projetos políticos e, estritamente, não estou vinculado a nenhum destes, fico bem à vontade para tecer os comentários.
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Logo, não há diferença substantiva entre o Trensalão do Metrô e da CPTM de São Paulo e o Petrolão. Para tristeza da esquerda e alegria de todas as direitas, o PT se transformou - majoritariamente - em um partido de caciques.
brazil/guyana/suriname/fguiana / economia / opinião / análise Tuesday March 15, 2016 03:37 byBrunoL   image 1 image
14 de março de 2016, Bruno Lima Rocha

"Estamos realmente diante de um paradoxo. De um lado, o pacto de classes do lulismo está fazendo água, e ao que parece, as frações de classe dominante que acompanhavam a aliança estão sendo pressionadas para deixar a caravela naufragar (reparem que disse caravela e não foi á toa). Ao mesmo tempo, a burocracia de Estado e, em especial, a tecnocracia dos bacharéis, está deitando e rolando", escreve Bruno Lima Rocha, professor de Relações Internacionais.

Segundo ele, "nada disso impede a crítica e o alerta máximo para as manobras da direita que perdeu as urnas e quer levar na marra, mesmo sabendo que o programa de governo de Dilma no segundo mandato, até o momento, peca por austericídio e não por distribuição de recursos".

Eis o artigo.
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À medida que aumenta a interdependência entre países, TNCs, Sistema Financeiro mundializado e mercado de câmbio, diminui a capacidade dos países em defender suas respectivas moedas e manter padrões razoáveis de vida materialmente estável para seus povos.
brazil/guyana/suriname/fguiana / economia / opinião / análise Thursday March 10, 2016 08:24 byBrunoL   image 1 image
09 de março de 2016, Bruno Lima Rocha

Nesta série, iniciada no final de 2015, vamos realizar um esforço ensaístico para desenvolver bases teórico-normativas que deem alguma sustentação para o estudo e a intervenção nas Relações Internacionais (RI) a partir de uma perspectiva do poder dos povos em movimento. Ao afirmar esta perspectiva, imediatamente afirmamos que este ensaio assim como o anterior não se destina a projetar o poder dos Estados e menos ainda das Transnacionais (TNCs). O tema fundamental do texto que segue é a soberania popular. read full story / add a comment
La agencia de “análisis” Standard & *Poor’s ha rebajado la nota brasileña en la mitad de febrero de 2016. Observo y repito que los chantajistas, continúan presionando.
brazil/guyana/suriname/fguiana / economía / opinión / análisis Monday March 07, 2016 18:56 byBrunoL   image 1 image
07 de marzo 2016, Bruno Lima Rocha

Apertura

La reanudación del receso parlamentario en Brasil, mostro las pautas más ilustrativas, de los efectos dañinos del acuerdo de clases y pacto conservador, cuya marca es el lulismo. Al tiempo que lo Brasil sufre chantajes a través de conocidos mecanismos internacionales como la siempre denunciada revista The Economist, por ejemplo y el tenebroso papel de las agencias de “análisis”, el gobierno de Dilma Rousseff, que sigue contra la pared y como blanco de investigaciones político-criminales, que por veces avanzan el marco de la ley. read full story / add a comment
Se há um programa de televisão que considero operar como motor de propaganda da Nova Direita é o Globo News Painel. A edição de sábado, 27 de fevereiro, materializou-se como autêntico "brain storm" do impeachment ou da queda do segundo governo Dilma.
brazil/guyana/suriname/fguiana / economia / opinião / análise Saturday March 05, 2016 01:15 byBrunoL   image 1 image
04 de março de 2016, Bruno Lima Rocha

"A pregação do austericídio dentro e fora do segundo governo Dilma Rousseff, a fala permanente dos coveiros do caos e o ambiente político forçosamente complicado está levando ao governo atual a fazer as piores escolhas, todo o tempo", destaca Bruno Lima Rocha, professor de ciência política e de relações internacionais.

Segundo ele, "estamos diante de um momento crítico, onde as forças populares estão realmente sem uma base sólida por onde arrancar e ainda pendentes do canto da sereia do eleitoralismo - por dentro e por esquerda do governo -; enquanto o governo Dilma em sua segunda edição é uma soma estranha de um grupo de confiança com aspirações próprias dentro do partido - como Miguel Rossetto e Jaques Wagner - além de uma subordinação à base oligárquica do governo, comandada por Renan Calheiros e Sérgio Cabral Filho, ambos à frente do PMDB que se impõe em escala nacional".

Eis o artigo.
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Antes que os leitores e leitoras ainda na base do governo se animem na crítica, digo que esta votação no Senado só saiu vitoriosa pela proposta entreguista porque o Planalto se mobilizou para conseguir fechar algum tipo de acórdão que não ficasse tão mal.
brazil/guyana/suriname/fguiana / economia / opinião / análise Sunday February 28, 2016 22:53 byBrunoL   image 1 image
28 de fevereiro de 2016, Bruno Lima Rocha

Abertura

A retomada do recesso parlamentar no Brasil veio em conjunto das pautas mais ilustrativas dos efeitos danosos do acórdão de classes e pacto conservador cuja marca é o lulismo. Ao mesmo tempo em que o Brasil sofre chantagens através de conhecidos mecanismos internacionais – como a sempre denunciada revista The Economist, por exemplo – e o tenebroso papel das agências de “análise”, o governo de Dilma Rousseff, contra a parede e alvo de investigações político-criminais que por vezes avançam ao arrepio da lei, faz os acordos possíveis para evitar o pior e tentar fazer “as lições de casa”, agora com Nelson Barbosa à frente. Com a agenda política tomada pela ofensiva na Operação Lava Jato – já passando para sua 23ª fase – os recursos políticos do lulismo operam para fidelizar sua base e esta mesma base restante faz pouco ou nada para defender seus próprios interesses.
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Antes que os leitores e leitoras ainda na base do governo se animem na crítica, digo que esta votação no Senado só saiu vitoriosa pela proposta entreguista porque o Planalto se mobilizou para conseguir fechar algum tipo de acórdão que não ficasse tão mal.
brazil/guyana/suriname/fguiana / economia / opinião / análise Sunday February 28, 2016 22:52 byBrunoL   image 1 image
28 de fevereiro de 2016, Bruno Lima Rocha

Abertura

A retomada do recesso parlamentar no Brasil veio em conjunto das pautas mais ilustrativas dos efeitos danosos do acórdão de classes e pacto conservador cuja marca é o lulismo. Ao mesmo tempo em que o Brasil sofre chantagens através de conhecidos mecanismos internacionais – como a sempre denunciada revista The Economist, por exemplo – e o tenebroso papel das agências de “análise”, o governo de Dilma Rousseff, contra a parede e alvo de investigações político-criminais que por vezes avançam ao arrepio da lei, faz os acordos possíveis para evitar o pior e tentar fazer “as lições de casa”, agora com Nelson Barbosa à frente. Com a agenda política tomada pela ofensiva na Operação Lava Jato – já passando para sua 23ª fase – os recursos políticos do lulismo operam para fidelizar sua base e esta mesma base restante faz pouco ou nada para defender seus próprios interesses.
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O fato é que o pacto de classes do lulismo está se quebrando e temos espaços escancarados à esquerda do PT para, no mínimo, aumentar o poder de pressão sobre os ataques constantes contra o direito adquirido pelas maiorias.
brazil/guyana/suriname/fguiana / economia / opinião / análise Thursday February 25, 2016 10:07 byBrunoL   image 1 image
Introdução

O ano de 2016 traz uma marca do segundo governo de Dilma, agora tentando de fato governar. Vai transitar pela dualidade. Agradará parcialmente a própria base que salvara nas ruas sua pouca legitimidade e, ao mesmo tempo, fará o possível para assegurar a Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) como a corporação empresarial de sustentação do lulismo em fase declinante. Vejamos alguns exemplos. read full story / add a comment
La publicación inglesa The Economist, en su primera edición del año (de 2 a 8 de enero de 2016) puso a la presidente Dilma Rousseff en la tapa, bajo el título Brazil’s Fall. Inmediatamente después de esta divulgación, hubo enorme repercusión en las redes.
internacional / economía / opinión / análisis Thursday February 25, 2016 09:12 byBrunoL   image 1 image
Introducción

La publicación inglesa The Economist, trae en sus tapas una plantilla de operación, para crear mediáticamente presiones internacionales y ayudar a derrumbar políticas económicas. Sus portadas operan como un mecanismo de chantaje, orquestado por el hilo fuerte en el marco del capital financiero transnacional, operando a partir del eje Nueva York (NYC)-Londres.
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bolivia / peru / ecuador / chile / economy / news report Thursday February 04, 2016 17:13 bySolidaridad   image 1 image
El próximo jueves Michelle Bachelet firmará dicho tratado en Nueva Zelanda. ¿Por qué decir no al acuerdo de libre comercio? read full story / add a comment
A defesa dos territórios também inclui a capacidade produtiva onde, supostamente, seria viável desenvolver em pequena escala outros modos de produção desde que aliados com uma ampla luta reivindicativa.
brazil/guyana/suriname/fguiana / economia / opinião / análise Friday January 22, 2016 07:57 byBrunoL   image 1 image
20 de janeiro de 2016, Bruno Lima Rocha

Escrevendo de modo mais solto, vou aportar alguns conceitos e categorias por aqui e na sequência, vamos formatando nesta série iniciada de artigos para aumento da difusão. Estamos em período de Fórum Social Mundial – Fórum Social Temático – e o presumido – suposto – contraponto do Fórum Econômico Mundial de Davos. Logo, as energias apontadas para este tipo de evento se desgastam junto do equivocado entusiasmo – já em fase de franco declínio – com governos de turno, cabendo debater a ideia de longo prazo.
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Nesta altura do momento político, restam poucas alternativas para quem ainda se posiciona à esquerda do partido de governo e de seus aliados stalinistas e trabalhistas.
brazil/guyana/suriname/fguiana / economia / opinião / análise Thursday January 21, 2016 05:56 byBrunoL   image 1 image
19 de janeiro de 2016, Bruno Lima Rocha

Tem horas que mesmo para pessoas experientes – ou pretensamente com experiência política como este analista aqui escrevendo – o cinismo político surpreende. Dizem na Espanha, e entendo ser o dito válido aqui também, é que há uma diferença fundamental entre o Partido Progressistas (PP, a direita política pós-franquista) e o Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE) no que tange a ações repressivas e medidas anti-populares. O primeiro, bate e retira direitos sorrindo, com júbilo de prazer recordando o período do generalíssimo Francisco Franco. Já o segundo, de um dos ídolos de Fernando Henrique Cardoso (FHC), o ex-premiê Felipe González, bate e arrebenta assim como retira direitos e pactua com o demônio na forma de capital industrial ou financeiro, mas na frente das câmaras derrama “lágrimas de crocodilo”. No Brasil do lulismo, o PSOE daqui é o Partido dos “Trabalhadores” (PT). O exemplo que trago abaixo, já deveras repercutido em redes sociais da província, materializa a analogia.
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América Latina ha estado sufriendo, un nuevo giro a la derecha, dirigida por súbditos del Pos-Consenso de Washington, e ideológicamente, hacia el eje financiero entre Nueva York y Londres.
internacional / economía / opinión / análisis Tuesday January 19, 2016 07:45 byBrunoL   image 1 image
18 de enero 2016, Bruno Lima Rocha

Somos un continente o en parte dominado, por una herencia sangrienta colonial, a través de las familias europeas, criollismo de vice-reinados, cuyo ejemplo más radical es Brasil, donde los restos de esta elite, tiene poca o ninguna identificación con nuestra gente, porque la opción permanente es el Eurocentrismo y específicamente el anglo- Sajón del mundo contemporáneo.
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Os fatores de “queda” do segundo mandato Dilma para a revista são justamente o que é relativamente destacável.
brazil/guyana/suriname/fguiana / economia / opinião / análise Friday January 15, 2016 08:01 byBrunoL   image 1 image
14 de janeiro de 2016, Bruno Lima Rocha

Introdução

A publicação inglesa The Economist traz em suas capas um modelo de operação de pressões internacionais e ajudam a derrubar políticas econômicas. Suas capas operam como chantagem orquestrada pelo elo forte do capital financeiro transnacional operando a partir do eixo NYC-Londres. Entendo que – de fato e de uma vez por todas – essa bandidagem de Armani e Dior tem de ser desmascarada e perder seu poder de influência em nossos países (da América Latina). O problema é de fundo e já vem sendo por demais debatido nas várias gerações das ciências humanas e sociais do Brasil e dos países hermanos. read full story / add a comment
La salida de Joaquim Levy es la oportunidad para Dilma salvar su gobierno, delante del llamado austericidio, que estaba minando la baja legitimidad, dentro de sus propios electores.
brazil/guyana/suriname/fguiana / economía / opinión / análisis Tuesday January 12, 2016 09:29 byBrunoL   image 1 image
10 de enero 2016, Bruno Lima Rocha

El viernes 18 de diciembre, concluyo una de las más tensas semanas, de la historia reciente de Brasil, terminó con la salida del ministro de la Hacienda (de Economía), Joaquim Levy. En su lugar asumió lo hasta entonces ministro de la Planificación, Nelson Barbosa. Podemos apostar que a pesar de ese cambio de ministros, aunque el ex-titular del ministerio de la Planificación venga de otra escuela de pensamiento económico (sería “desarrollista” o casi), seguiremos gobernados por el sistema financiero, al menos con algún discurso disonante. read full story / add a comment
Sardenberg afirma que (FHC e González) “efetivamente mudaram seu modo de ver a economia. Convenceram-se da superioridade prática do capitalismo e da iniciativa privada para construir riqueza”.
brazil/guyana/suriname/fguiana / economia / opinião / análise Thursday January 07, 2016 08:29 byBrunoL   image 1 image
06 de janeiro de 2016, Bruno Lima Rocha

Neste texto, dou sequência ao artigo de opinião escrito por Carlos Alberto Sardenberg e publicado na página 14 de O Globo (24/12/2015) com o título “Uma esquerda neoliberal?”. No artigo, o experiente comunicador, especializado na área de economia e defensor explícito dos paradigmas do neoliberalismo (que o próprio afirma ser liberalismo político e econômico), também compara a política econômica de Lula (e por consequência a de sua sucessora, Dilma) ao “acerto” da posição assumida pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e sua inspiração, o ex-primeiro ministro da Espanha, Felipe González. No primeiro texto fiz a crítica às confusões conceituais de Sardenberg, incluindo a falsa comparação das posições à esquerda na política com simples estatismo e aumento do gasto público. O mesmo se dá na equivalência entre “desenvolvimento” (daí o termo desenvolvimentista) e crescimento econômico. Neste que segue, desmonto os argumentos favoráveis a Felipe González como grande artífice do período conhecido na Espanha como “la fiesta”. read full story / add a comment
A sanha dos sonegadores e do tal do mercado é tamanha que o pato da FIESP – figurinha carimbada nos atos da UDN de 13 de dezembro – defende a diminuição da carga tributária e nada fala de quanto se sonega.
brazil/guyana/suriname/fguiana / economia / opinião / análise Wednesday January 06, 2016 09:42 byBrunoL   image 1 image
05 de janeiro de 2016, Bruno Lima Rocha

"Mesmo sem pressão social intensa, a saída de Joaquim Levy é a oportunidade para Dilma salvar seu governo diante do austericídio que estava corroendo a baixa legitimidade diante de seu próprio eleitorado. Eu sinceramente entendo que não há inflexão para o desenvolvimento que resista ao espólio rentista. O problema é que a mobilização para frear o impeachment – já parcialmente vitoriosa diante do resultado positivo no tapetão do STF - não vai andar junto de um programa reivindicativo aguerrido. Pode ser que o co-governo ganhe fôlego com os capitais operando no Brasil e amanse a fúria golpista da Fiesp", escreve Bruno Lima Rocha, professor de ciência política e de relações internacionais.

Segundo ele, "a saída para a política econômica recessiva é o poder de pressão da maioria traduzido em política direta e ações com poder de veto diante do desgoverno feito por arrependidos para adular o andar de cima que não os querem como elite dirigente".

Eis o artigo. read full story / add a comment

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Employees at the Zarfati Garage in Mishur Adumim vote to strike on July 22, 2014. (Photo courtesy of Ma’an workers union)

Economy

Sun 26 Jun, 07:09

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Introdução da segunda parte da série

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El Senado brasileño concluyó alrededor de 6.30 de la mañana de 12 de mayo de 2017 un golpe blanco, perfectamente orquestado, alejando a presidente reelecta Dilma Rousseff (PT), por 55 votos a favor del alejamiento contra 22 por el mantenimiento en el cargo. Con esta votación, el PMDB llega al poder por la tercera vez de forma indirecta. Antes con Tancredo Nieves y José Sarney en 1985, en el retorno de Itamar Franco para el partido de Ulisses Guimarães en 1992 después del impedimento de Fernando Collor de Mellor y ahora con Michel Temer – vicepresidente reelegido - asumiendo el Palacio del Planalto por haber sido reelegido en la misma chapa de la exguerrillera.

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03 de junho de 2016, Bruno lima Rocha

Iniciar um debate como esse é sempre um tema delicado. Nos espaços onde publico e circulam ideias por mim difundidas, percebo que as críticas são bem recebidas e, ao mesmo tempo, posso estar abrindo feridas políticas com interpretações que podem ser bastante sectárias. Ainda que reconheça este risco, estou abrindo uma nova série, compartilhando tanto a crítica à nova direita que cresce na onda reacionária a tomar conta de parte do Brasil, como fazendo a crítica por esquerda, de forma, mas sincera.

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23 de maio de 2016, Bruno Lima Rocha

Introdução

Neste primeiro artigo para o Comitê em Defesa da Democracia a ser publicado no Jornal Já e redistribuído através das redes alternativas, inicio uma breve série tentando mapear a nova (velha) direita. O objetivo deste e dos textos que seguem é tentar identificar a origem contemporânea do giro reacionário do senso comum brasileiro e suas similitudes com o conservadorismo dos EUA, e, por consequência, a transferência do léxico, do glossário e das identidades políticas gestadas no interior do sistema político do Império. Entendo que, se identificarmos os focos domésticos e internacionais do pensamento conservador, reacionário, ultraliberal e com laços neofascistas, estaremos aptos a tentar estancar o que venho afirmando como “fedor de linha chilena” tendo vasto crescimento no Brasil.

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