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greece / turkey / cyprus / community struggles / interview Wednesday April 11, 2012 17:54 by Janet Biehl
During the past five years, the Kurds of southeastern Turkey have built communalist institutions on a scale unprecedented in the world. Earlier this year (ie., 2011), in “Hasankeyf: A Story of Resistance”, I described the long-term Kurdish resistance to a massive hydroelectric dam project, coordinated by 36-year-old Ercan Ayboga. After the article was published, Ercan (pronounced AIR-john) wanted to reach out to communalists in other parts of the world, and make the Kurdish achievement in assembly democracy known to them, so we agreed on an interview. We began our conversation the by e-mail. Then in September, I visited Diyarbakir for the Mesopotamian Social Forum, and on a sunny day in Sumer Park, we sat down and continued the interview. His calm determination and clear-headedness, were impressive to me. So was the clear resolve of the Kurdish people to continue their fight for “democratic autonomy,” even under conditions of persecution. The war between the Turkish state and the PKK guerrillas, which began in 1984, continues to this day. The Turkish state routinely demonizes Kurdish freedom activists as “terrorists” by associating them with the PKK. Tragically, the press of Turkey’s NATO allies is silent, at best, not only on the conflict but on the criminalization of Kurdish political activity. The silence, in my view, must be broken, and the remarkable Kurdish achievement made known to the world. read full story / add a comment
internacional / medio ambiente / opinión / análisis Tuesday July 06, 2010 18:27 by Janet Biehl
Janet Biehl fue la compañera de Bookchin y su colaboradora por 20 años. En el presente está trabajando en una biografía de Bookchin. Vive en Burlington , Vermont . Este artículo fue escrito el 25 de Junio, 2010, para un programa radial sobre el legado de Bookchin en la emisora Radio Despertar Libertario, Bogotá, Colombia, transmitido el día 4 de Julio, 2010. read full story / add a comment
internacional / a esquerda / opinião / análise Saturday June 13, 2009 10:09 by Janet Biehl
Publicamos agora esta tradução que fizemos alguns anos atrás, no contexto da eleição do Partido dos Trabalhadores (PT) para a presidência do Brasil. Na realidade, a tradução aguardava para ser publicada em livro, mas, pelas mudanças de nossas prioridades editoriais, fazemos agora sua publicação na internet, disponibilizando o texto aos leitores. O artigo de Janet Biehl é relevante, pois discute a trajetória política dos partidos verdes em diversas localidades da Europa, particularmente na Alemanha. É incrível a similaridade entre a proposta dos verdes – fundamentalmente a dos alemães, que era a mais radical – e a proposta de constituição do PT no Brasil. Tanto os verdes, quanto o PT, acreditaram que era possível sustentar o campo parlamentar como “mais um campo de luta”, juntamente com as lutas populares de massa. Similarmente, movimentos populares de base, ao considerarem o Estado um campo importante de luta, entraram em sua máquina e, aos poucos, sua política institucional transformou-os, fazendo com que perdessem suas bases, sua combatividade e sua capacidade de mudança. Esta discussão traz à tona um dos temas clássicos mais debatidos no seio do movimento socialista mundial, que é a questão do Estado. Seria ou não o Estado um caminho para a transformação social? De um lado, os marxistas e sua descendência sustentavam (e ainda sustentam) que sim, e propunham, por meios revolucionários ou reformistas, que o Estado era um meio para a emancipação popular. De outro, anarquistas e libertários de diversos matizes sustentavam que a conquista do Estado criaria uma nova classe burocrática colocando-a, junto com o poder de Estado, sobre o povo e continuando a exploração. Este tema central na Primeira e na Segunda Internacionais foi motivo de cisão entre libertários e autoritários. O texto a seguir contribui sobremaneira com a tese dos anarquistas e libertários, particularmente em relação à estratégia reformista de tomada do Estado, mostrando como um movimento popular classista e combativo, ao considerar o Estado como um campo de luta e ingressar na política parlamentar institucional, pode reduzir-se ao jogo eleitoral e acabar com sua própria capacidade de transformação. Junto com a própria história do PT, a história dos verdes, muito bem retratada em “De Movimento a Partido Político”, corrobora a tese de que o Estado não é um meio, não é um “campo de batalha”, muito menos um instrumento neutro para aqueles que de fato desejam a transformação social. Devemos deixar claro que a proposta colocada por Biehl ao final de seu texto, como saída para a crise da tentativa eleitoral dos verdes, não é compartilhada por nós. Polêmica entre os anarquistas, a teoria do municipalismo libertário propõe que se ocupem os espaços políticos das municipalidades que ainda não estejam completamente tomados pelo Estado e pelo governo e que se lute para democratizá-los. Em nossa opinião, essa estratégia é equivocada por algumas razões. Primeiramente, porque defendemos uma concepção de movimentos populares (movimentos sociais, sindicatos) que se desenvolvam fora do âmbito do Estado, e organizem-se por demandas colocadas pela luta de classes, que é uma contradição negada pelos defensores do municipalismo. Depois, por não colocar a necessidade da organização política anarquista que, juntamente com estes movimentos, poderia conduzir à transformação desejada. Portanto, ao contrário da proposta do municipalismo libertário, que coloca como tática para os anarquistas a disputa dos organismos institucionais municipais, nós colocamos que nossa estratégia é a criação e a participação ativa nos movimentos populares que surgem a partir da luta de classes, buscando estimular o sentimento libertário que é latente em um amplo setor do povo. Este estímulo deve evidenciar aspectos combativos, autônomos, de luta pela ação direta, pela horizontalidade e pela democracia direta, visando criar movimentos de maiorias que, longe de ficarem restritos a uma determinada ideologia, sejam plurais e agreguem-se sobre bases das necessidades reais, a outros movimentos, constituindo uma força social com condições de unir a todo o conjunto de classes exploradas e derrubar o capitalismo e o Estado. Felipe Corrêa e Victor Calejon (editores, Faísca Publicações Libertárias) read full story / add a comment |
Front pageClasa muncitoare din România: țintă sigură în bătaia puştii capitalismului 10 years of the Balkan Anarchist Bookfair i-ANC Ikhumula Isifihla Buso Sayo! Kubulewe Abasebenzi! Mayday. Remembering the past, fighting for tomorrow Brazilian anarchism interview on the Crisis, World Cup, Especifismo La revolución bolivariana en la encrucijada Mobilizações contra o Aumento do Transporte em Porto Alegre, Brasil La conquête du pain, un enjeu d'actualité ! Habemus Papam: Aquel que esté libre de pecado que arroje la primera piedra 8 marzo: Dopo gli anni delle veline, gli anni della vittima Reflexiones libertarias sobre la muerte de Hugo Chávez [Chile] Definitivamente, no somos iguales ante la ley Avance de los libertarios en la construcción de una alternativa sindical en Uruguay. Estado español: cuando cruje el edificio XIe Congrès d’Alternative Libertaire: La ville rose en rouge et noir بيان الحركة الاشتراكية التحررية عن المعت Mali : Areva vaut bien une guerre Anarchists and the French-Algerian War Il 2012: un anno di attacchi senza precedenti alle classi lavoratrici Las disputas en el bloque dominante argentino de cara al 2013 Conflicto en la Araucanía: entre el racismo y el terrorismo de Estado Ulster Loyalism, Flag Protests & the failure of zero sum politics Latest NewsMon 20 May, 21:26
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