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Antes que os leitores e leitoras ainda na base do governo se animem na crítica, digo que esta votação no Senado só saiu vitoriosa pela proposta entreguista porque o Planalto se mobilizou para conseguir fechar algum tipo de acórdão que não ficasse tão mal.
brazil/guyana/suriname/fguiana / economia / opinião / análise Sunday February 28, 2016 22:52 byBrunoL   image 1 image
28 de fevereiro de 2016, Bruno Lima Rocha

Abertura

A retomada do recesso parlamentar no Brasil veio em conjunto das pautas mais ilustrativas dos efeitos danosos do acórdão de classes e pacto conservador cuja marca é o lulismo. Ao mesmo tempo em que o Brasil sofre chantagens através de conhecidos mecanismos internacionais – como a sempre denunciada revista The Economist, por exemplo – e o tenebroso papel das agências de “análise”, o governo de Dilma Rousseff, contra a parede e alvo de investigações político-criminais que por vezes avançam ao arrepio da lei, faz os acordos possíveis para evitar o pior e tentar fazer “as lições de casa”, agora com Nelson Barbosa à frente. Com a agenda política tomada pela ofensiva na Operação Lava Jato – já passando para sua 23ª fase – os recursos políticos do lulismo operam para fidelizar sua base e esta mesma base restante faz pouco ou nada para defender seus próprios interesses.
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O fato é que o pacto de classes do lulismo está se quebrando e temos espaços escancarados à esquerda do PT para, no mínimo, aumentar o poder de pressão sobre os ataques constantes contra o direito adquirido pelas maiorias.
brazil/guyana/suriname/fguiana / economia / opinião / análise Thursday February 25, 2016 10:07 byBrunoL   image 1 image
Introdução

O ano de 2016 traz uma marca do segundo governo de Dilma, agora tentando de fato governar. Vai transitar pela dualidade. Agradará parcialmente a própria base que salvara nas ruas sua pouca legitimidade e, ao mesmo tempo, fará o possível para assegurar a Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) como a corporação empresarial de sustentação do lulismo em fase declinante. Vejamos alguns exemplos. read full story / add a comment
La publicación inglesa The Economist, en su primera edición del año (de 2 a 8 de enero de 2016) puso a la presidente Dilma Rousseff en la tapa, bajo el título Brazil’s Fall. Inmediatamente después de esta divulgación, hubo enorme repercusión en las redes.
internacional / economía / opinión / análisis Thursday February 25, 2016 09:12 byBrunoL   image 1 image
Introducción

La publicación inglesa The Economist, trae en sus tapas una plantilla de operación, para crear mediáticamente presiones internacionales y ayudar a derrumbar políticas económicas. Sus portadas operan como un mecanismo de chantaje, orquestado por el hilo fuerte en el marco del capital financiero transnacional, operando a partir del eje Nueva York (NYC)-Londres.
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bolivia / peru / ecuador / chile / economy / news report Thursday February 04, 2016 17:13 bySolidaridad   image 1 image
El próximo jueves Michelle Bachelet firmará dicho tratado en Nueva Zelanda. ¿Por qué decir no al acuerdo de libre comercio? read full story / add a comment
international / economy / non-anarchist press Tuesday January 26, 2016 17:07 byJohn McMurtry
The just-released Oxfam Davos report An Economy For the 1% which the mass media have ignored arrestingly shows that 62 individuals (388 in 2010) now own more wealth than 50 per cent of the world's population. More shockingly, it reports from its uncontested public sources that this share of wealth by half of the world's people has collapsed by over 40 per cent in just the last five years. read full story / add a comment
A defesa dos territórios também inclui a capacidade produtiva onde, supostamente, seria viável desenvolver em pequena escala outros modos de produção desde que aliados com uma ampla luta reivindicativa.
brazil/guyana/suriname/fguiana / economia / opinião / análise Friday January 22, 2016 07:57 byBrunoL   image 1 image
20 de janeiro de 2016, Bruno Lima Rocha

Escrevendo de modo mais solto, vou aportar alguns conceitos e categorias por aqui e na sequência, vamos formatando nesta série iniciada de artigos para aumento da difusão. Estamos em período de Fórum Social Mundial – Fórum Social Temático – e o presumido – suposto – contraponto do Fórum Econômico Mundial de Davos. Logo, as energias apontadas para este tipo de evento se desgastam junto do equivocado entusiasmo – já em fase de franco declínio – com governos de turno, cabendo debater a ideia de longo prazo.
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Nesta altura do momento político, restam poucas alternativas para quem ainda se posiciona à esquerda do partido de governo e de seus aliados stalinistas e trabalhistas.
brazil/guyana/suriname/fguiana / economia / opinião / análise Thursday January 21, 2016 05:56 byBrunoL   image 1 image
19 de janeiro de 2016, Bruno Lima Rocha

Tem horas que mesmo para pessoas experientes – ou pretensamente com experiência política como este analista aqui escrevendo – o cinismo político surpreende. Dizem na Espanha, e entendo ser o dito válido aqui também, é que há uma diferença fundamental entre o Partido Progressistas (PP, a direita política pós-franquista) e o Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE) no que tange a ações repressivas e medidas anti-populares. O primeiro, bate e retira direitos sorrindo, com júbilo de prazer recordando o período do generalíssimo Francisco Franco. Já o segundo, de um dos ídolos de Fernando Henrique Cardoso (FHC), o ex-premiê Felipe González, bate e arrebenta assim como retira direitos e pactua com o demônio na forma de capital industrial ou financeiro, mas na frente das câmaras derrama “lágrimas de crocodilo”. No Brasil do lulismo, o PSOE daqui é o Partido dos “Trabalhadores” (PT). O exemplo que trago abaixo, já deveras repercutido em redes sociais da província, materializa a analogia.
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América Latina ha estado sufriendo, un nuevo giro a la derecha, dirigida por súbditos del Pos-Consenso de Washington, e ideológicamente, hacia el eje financiero entre Nueva York y Londres.
internacional / economía / opinión / análisis Tuesday January 19, 2016 07:45 byBrunoL   image 1 image
18 de enero 2016, Bruno Lima Rocha

Somos un continente o en parte dominado, por una herencia sangrienta colonial, a través de las familias europeas, criollismo de vice-reinados, cuyo ejemplo más radical es Brasil, donde los restos de esta elite, tiene poca o ninguna identificación con nuestra gente, porque la opción permanente es el Eurocentrismo y específicamente el anglo- Sajón del mundo contemporáneo.
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Os fatores de “queda” do segundo mandato Dilma para a revista são justamente o que é relativamente destacável.
brazil/guyana/suriname/fguiana / economia / opinião / análise Friday January 15, 2016 08:01 byBrunoL   image 1 image
14 de janeiro de 2016, Bruno Lima Rocha

Introdução

A publicação inglesa The Economist traz em suas capas um modelo de operação de pressões internacionais e ajudam a derrubar políticas econômicas. Suas capas operam como chantagem orquestrada pelo elo forte do capital financeiro transnacional operando a partir do eixo NYC-Londres. Entendo que – de fato e de uma vez por todas – essa bandidagem de Armani e Dior tem de ser desmascarada e perder seu poder de influência em nossos países (da América Latina). O problema é de fundo e já vem sendo por demais debatido nas várias gerações das ciências humanas e sociais do Brasil e dos países hermanos. read full story / add a comment
La salida de Joaquim Levy es la oportunidad para Dilma salvar su gobierno, delante del llamado austericidio, que estaba minando la baja legitimidad, dentro de sus propios electores.
brazil/guyana/suriname/fguiana / economía / opinión / análisis Tuesday January 12, 2016 09:29 byBrunoL   image 1 image
10 de enero 2016, Bruno Lima Rocha

El viernes 18 de diciembre, concluyo una de las más tensas semanas, de la historia reciente de Brasil, terminó con la salida del ministro de la Hacienda (de Economía), Joaquim Levy. En su lugar asumió lo hasta entonces ministro de la Planificación, Nelson Barbosa. Podemos apostar que a pesar de ese cambio de ministros, aunque el ex-titular del ministerio de la Planificación venga de otra escuela de pensamiento económico (sería “desarrollista” o casi), seguiremos gobernados por el sistema financiero, al menos con algún discurso disonante. read full story / add a comment
Sardenberg afirma que (FHC e González) “efetivamente mudaram seu modo de ver a economia. Convenceram-se da superioridade prática do capitalismo e da iniciativa privada para construir riqueza”.
brazil/guyana/suriname/fguiana / economia / opinião / análise Thursday January 07, 2016 08:29 byBrunoL   image 1 image
06 de janeiro de 2016, Bruno Lima Rocha

Neste texto, dou sequência ao artigo de opinião escrito por Carlos Alberto Sardenberg e publicado na página 14 de O Globo (24/12/2015) com o título “Uma esquerda neoliberal?”. No artigo, o experiente comunicador, especializado na área de economia e defensor explícito dos paradigmas do neoliberalismo (que o próprio afirma ser liberalismo político e econômico), também compara a política econômica de Lula (e por consequência a de sua sucessora, Dilma) ao “acerto” da posição assumida pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e sua inspiração, o ex-primeiro ministro da Espanha, Felipe González. No primeiro texto fiz a crítica às confusões conceituais de Sardenberg, incluindo a falsa comparação das posições à esquerda na política com simples estatismo e aumento do gasto público. O mesmo se dá na equivalência entre “desenvolvimento” (daí o termo desenvolvimentista) e crescimento econômico. Neste que segue, desmonto os argumentos favoráveis a Felipe González como grande artífice do período conhecido na Espanha como “la fiesta”. read full story / add a comment
A sanha dos sonegadores e do tal do mercado é tamanha que o pato da FIESP – figurinha carimbada nos atos da UDN de 13 de dezembro – defende a diminuição da carga tributária e nada fala de quanto se sonega.
brazil/guyana/suriname/fguiana / economia / opinião / análise Wednesday January 06, 2016 09:42 byBrunoL   image 1 image
05 de janeiro de 2016, Bruno Lima Rocha

"Mesmo sem pressão social intensa, a saída de Joaquim Levy é a oportunidade para Dilma salvar seu governo diante do austericídio que estava corroendo a baixa legitimidade diante de seu próprio eleitorado. Eu sinceramente entendo que não há inflexão para o desenvolvimento que resista ao espólio rentista. O problema é que a mobilização para frear o impeachment – já parcialmente vitoriosa diante do resultado positivo no tapetão do STF - não vai andar junto de um programa reivindicativo aguerrido. Pode ser que o co-governo ganhe fôlego com os capitais operando no Brasil e amanse a fúria golpista da Fiesp", escreve Bruno Lima Rocha, professor de ciência política e de relações internacionais.

Segundo ele, "a saída para a política econômica recessiva é o poder de pressão da maioria traduzido em política direta e ações com poder de veto diante do desgoverno feito por arrependidos para adular o andar de cima que não os querem como elite dirigente".

Eis o artigo. read full story / add a comment
Como era de se esperar, Sardenberg compara Lula e Dilma a Fernando Henrique Cardoso (FHC) e aquele que seria sua grande inspiração, o ex-primeiro ministro espanhol, Felipe González.
brazil/guyana/suriname/fguiana / economia / opinião / análise Wednesday January 06, 2016 07:50 byBrunoL   image 1 image
05 de janeiro de 2016, por Bruno Lima Rocha

Em plena véspera de Natal de 2015 (24/12/2015), o jornalista de economia das Organizações Globo, Carlos Alberto Sardenberg publicou um artigo de opinião na página 14 do jornal O Globo com o título “Uma esquerda neoliberal?”. No texto, o experiente comunicador, especializado na área de economia e defensor explícito dos paradigmas do neoliberalismo, afirma uma teoria de tipo conspiratória, onde acusa o pacto do Lulismo, e em especial o governo de Dilma Rousseff, no primeiro ano de seu segundo mandato, de haver indicado o hoje ex-ministro da Fazenda Joaquim Levy para não fazer nada e apenas dar alguma satisfação “ao mercado”. O texto de quatro colunas necessitaria de ao menos o triplo de palavras para dissecar as confusões geradas quando este tipo de difusão vulgar da economia e da política atinge a massa de leitores e receptores que hoje acompanham a crise brasileira. read full story / add a comment
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bolivia / peru / ecuador / chile / economía / opinión / análisis Wednesday January 06, 2016 01:29 byV.N.   image 1 image
Recientemente han aparecido en todos los medios de comunicación el impacto de la “crisis” sobre el crecimiento económico, el equilibrio de las finanzas públicas por menor recaudación de lo proyectado, la supuesta falta de expectativas de los empresarios por los procesos de reforma, etc. De hecho, el argumento principal esgrimido por la Nueva Mayoría al anunciar que no llevaría adelante las reformas planteadas en su programa fue el contexto de “desaceleración económica”. Ahora, todos sabemos que los empresarios siempre alegan eso ¿Existe una desaceleración? ¿Estamos frente a una crisis? ¿Es verdad que no hay plata? read full story / add a comment
internazionale / economia / altra stampa libertaria Thursday December 24, 2015 05:41 byLucio Garofalo
Azzardo alcune riflessioni di tipo filosofico ed esistenziale, quindi politico. La realtà, che supera puntualmente ogni più fervida immaginazione, ispira un'elaborazione critica di straordinaria attualità storica. Il sistema creato dalla borghesia capitalista ha predicato nel mondo, a decorrere dal secondo dopoguerra, quella che è la religione più diffusa e vincente di ogni tempo e luogo: la fede cieca ed incondizionata nel mercato, nel totem della finanza. Il culto idiota e mondano del denaro e del successo. Il feticismo della merce e del profitto. La morale utilitarista dell’avere e dell’apparire ad ogni costo in luogo dell’essere, sacrificando tutto e tutti. Il corollario finale è l’avvento di una sottocultura di massa improntata al consumismo esasperato, acritico ed alienante, all’edonismo ebete, egoista e conformista. Quella che nell’età contemporanea è l’ideologia più ottusa ed onnipotente, una mentalità assai pervasiva e totalitaria, più feroce e persuasiva di qualsiasi tipo di fascismo e di assolutismo che si sia mai visto nella storia millenaria dell’umanità. Negli ultimi decenni, alle popolazioni del mondo occidentale si è imposto uno stile di vita iperconsumista: hanno bombardato i cervelli per convincere la gente che bisognava lavorare e produrre al massimo per guadagnare e consumare il più possibile, con il risultato che gli individui sono nevrotici, insoddisfatti ed infelici... read full story / add a comment
Marcha contra o impeachment promovida pelas forças de centro-esquerda
brazil/guyana/suriname/fguiana / economia / opinião / análise Monday December 21, 2015 03:33 byBrunoL   image 1 image
20 de dezembro de 2015, Bruno Lima Rocha

Na tarde de 16 de dezembro, enquanto o ministro relator Luiz Edson Fachin proferia seu voto contrariando a tese da ADPF impetrada pelo PC do B, a base de centro-esquerda (ou ex-esquerda como prefiro) iam à forra contra a UDN e ocupavam simbolicamente as ruas do país. Foi um ato com alguma pujança e grande parte desta reviravolta se deve ao processo de impeachment, iniciado como forma de chantagem através do ainda presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Sinceramente, vejo como positiva toda e qualquer ação a ocupar os espaços públicos, ainda que opere como correia de transmissão de um governo de centro-direita. Ou seja, aqui a crítica não é terem ido para a rua contra o impeachment, mas sim fazer coro com a direita que governa e jogar para a torcida, dizendo-se "contra o ajuste fiscal" e nada fazendo a este respeito. read full story / add a comment
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italia / svizzera / economia / opinione / analisi Wednesday December 16, 2015 06:59 byAlternativa Libertaria/FdCA   image 1 image
Legge di stabilità. L'austerità può essere flessibile. Ma le politiche di austerity no! Parola del governo!

Numeri e minacce di una manovra che esclude la classe lavoratrice, che emargina le classi popolari, che precarizza la vita delle persone. read full story / add a comment
El desgaste mayor, vino con las acusaciones contra Cunha en la Operación Lava Jato. Desde entonces, del parlamento dio inicio a una serie de retaliaciones al gobierno para llegar, finalmente, al pedido de impeachment de la presidente Dilma.
brazil/guyana/suriname/fguiana / economía / opinión / análisis Monday December 14, 2015 20:20 byBrunoL   image 1 image
14 de diciembre 2015, Bruno Lima Rocha

Análisis de coyuntura después de la votación (Parte- 1)

Este año comenzó en noviembre de 2014 (poco después de la reelección de Dilma) y parece que no tendrá fin. El 2015 comenzó caliente. Aún en el verano pasado, el gobierno corrió para estrechar relaciones con el PMDB, sin percibir que perdería el control de la situación.
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Eduardo Cunha é um homem forte no baixo clero do parlamento deu início a uma série de retaliações ao governo para chegar, enfim, ao pedido de impeachment da presidente Dilma.
brazil/guyana/suriname/fguiana / economia / opinião / análise Monday December 14, 2015 07:49 byBrunoL   image 1 image
11 de dezembro de 2015, Bruno Lima Rocha

"O problema aqui é – literalmente - a base podre do governo. A herança maldita do lulismo para a esfera política traz um conjunto de manobras sem fim e quebra de lealdades além de um projeto pífio de capitalismo periférico vinculado ao agente econômico oligopolista atuando no Brasil", escreve Bruno Lima Rocha, professor de ciência política e de relações internacionais.

Eis o artigo.
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Sempre caracterizei este governo como de centro-direita, e caso Dilma sobreviva, vamos ter pela frente mais três anos de chicanas e paralisia decisória, a não ser que a maré vire de baixo para cima.
brazil/guyana/suriname/fguiana / economia / opinião / análise Thursday December 10, 2015 08:21 byBrunoL   image 1 image
09 de dezembro de 2015, Bruno Lima Rocha

Começo citando o sempre lúcido Gustavo Gindre:

"É claro que o atual processo de impeachment desrespeita o rito a ser seguido. Por exemplo, esse processo jamais poderia ser presidido por alguém que está sendo investigado e que pode, ele próprio, ser objeto de afastamento. Mas, se vamos falar de golpe é preciso discutir o verdadeiro estelionato eleitoral praticado por esse governo. Ou essa também não foi uma forma de jogar no lixo a vontade popular?"
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Double Issue 5/6 of Tokologo, the Newsletter of the TAAC, now available

Economy

Wed 04 May, 02:18

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tppmickymouse342x350.jpg imageTTP: advierten que Bachelet violaría derecho de pueblos originarios 17:13 Thu 04 Feb by Solidaridad 0 comments

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- Se convocará una huelga general laboral, social y de consumo el 22 de octubre de 2015
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θέλουμε να νιώθουμε τις ηλιαχτίδες θέλουμε να μυρίζουμε τα άνθη...
(στίχοι από το «Τραγούδι για το Οκτάωρο» των απεργών του Σικάγο, το 1886)

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imageA crise política e possíveis caminhos e descaminhos da democracia brasileira Apr 29 by BrunoL 0 comments

28 de abril de 2016, Bruno Lima Rocha

Introdução

O Brasil vive um momento bastante interessante do ponto de vista analítico e desesperador para quem deseja transformar a sociedade brasileira do ponto de vista igualitário. Seria uma ilusão não observar que estamos diante de um golpe de Estado consumado dentro dos ritos formais de nosso arcabouço jurídico-institucional. Como vem sendo afirmado a partir de dois pensadores contemporâneos bastante lúcidos na crítica por esquerda – Vladimir Safatle – e por centro-esquerda – caso do hoje fundamental, Jessé Souza – o momento aponta o final do pacto de Golbery do Couto e Silva da abertura política e a meta estratégica é terminar a tarefa dos acordos de regulação social e os direitos avançados na Constituição de 1988. Para tanto, podemos passar pela aventura da direita (a que estava no governo até duas semanas atrás) e a da proponente do impeachment (a que estava na oposição formal), de um golpe com frágeis bases jurídicas e a derrota histórica para o processo de conciliação de classes, base do lulismo como estrutura de governo, pacto este que já fora operacionalizado por José Dirceu e executado pela hoje presidente Dilma Rousseff, quando a mesma substitui ao primeiro na pasta da Casa Civil, garante a consecução das obras do PAC e com isso assegura a reeleição de Lula em 2006.

imageA dimensão estratégica internacional do “golpe” branco sendo aplicado no Brasil Apr 25 by BrunoL 0 comments

23 de abril de 2016, Bruno Lima Rocha

Ao contrário dos argumentos baseados no senso comum, o processo brasileiro de impeachment da presidente Dilma Rousseff, e sua caracterização como um golpe institucional, não formam um fenômeno político essencialmente nacional ou doméstico. Como todas as mudanças de regime ou desestabilizações regionais na América Latina, há uma presença constante, direta ou indireta, de forças oficiais ou oficiosas dos Estados Unidos da América. O senso de humor político aplicado para os momentos mais trágicos nos faz lembrar que: “o risco de golpe de Estado é menor em território soberano dos Estados Unidos porque lá não tem embaixada dos EUA!”.

imageA política profissional é uma fábrica de traidores. Consumado o golpe paraguaio versão coxinha Apr 19 by BrunoL 0 comments

18 de abril de 2016, Bruno Lima Rocha

Acabou o engodo, terminou a primeira fase da maior farsa jurídico-política-midiática da história do Brasil. A Câmara Federal votou com o seguinte placar, 367 (a favor) X 137 (contra) X 7 (abstenções) X 2 (ausências), totalizando 511 deputados votantes, sendo que maioria absoluta conseguiu aprovar a autorização para o Senado julgar a presidente Dilma Rousseff a partir do pedido de impeachment escrito e encaminhado pelos juristas Miguel Reale Jr., Hélio Bicudo e Janaína Paschoal. Teríamos várias críticas e observações a fazer, mas de forma sucinta aponto ao comportamento da mídia e dos parlamentares neste dia para jamais esquecer e tampouco perdoar na história do Brasil.

imageY la incapacidad de poder de veto de los movimientos populares Apr 19 by BrunoL 0 comments

18 de abril de 2016, Bruno Lima Rocha

Este texto es más una reflexión en conjunto, que necesariamente un análisis de coyuntura. Traigo la propuesta de que dejemos de lado los cánones de la democracia liberal y de procedimientos, pero tampoco vayamos a caer en la ceguera política, de que lo económico determina todo. Debemos llevar en cuenta, una forma de pensar en la disputa de poder, recursos y legitimidad en Brasil, que sean de una forma compleja. O sea, hacer política en la sociedad brasileña ganó madurez en el mecanismo democrático formal, pero sigue siendo en Brasil y en América Latina, y en la limitada disputa de poder, dentro de un marco de capitalismo liberal-periférico, como sociedad, tenemos limitaciones en cuanto a profundidad de esta disputa.

imageO golpe em andamento no Brasil e a incapacidade do poder de veto popular Apr 16 by BrunoL 0 comments

15 de abril de 2016, Bruno Lima Rocha

Este texto é mais uma reflexão em conjunto do que necessariamente numa análise de conjuntura. Trago a proposta de que deixemos de lado os cânones da democracia liberal e de procedimentos e tampouco venhamos a cair na cegueira política de que o econômico determina ou qualquer outra forma de pensar a disputa de poder, recursos e legitimidade no Brasil que não seja de uma forma complexa. Ou seja, fazer política na sociedade brasileira ganhou maturidade no mecanismo democrático formal, mas em sendo no Brasil e na América Latina, e em sendo a limitada disputa de poder dentro de um marco de capitalismo liberal-periférico, como sociedade, temos limitações quanto a profundidade desta disputa.

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imageOXI - No al colpo di stato economico in Grecia Jul 04 0 comments

Per costruire un'Europa solidale delle classe lavoratrici, occorre una mobilitazione su scala continentale delle forze anticapitaliste, che utilizzi la contraddizione che si aprirebbe in seno all'UE, dopo una vittoria del NO al referendum greco.

imageLe elezioni in Grecia fanno paura all'Unione Europea? Jan 13 0 comments

Le elezioni ed i parlamenti come è noto non sono - per il loro carattere interclassista - strumenti in grado di rappresentare gli interessi della classe lavoratrice e degli sfruttati. E se mai si dovesse paventare che l'esito delle urne possa spostare un po' gli equilibri politici a sfavore degli interessi capitalistici internazionali o di quel singolo Stato, può persino accadere che le elezioni diventino un pericoloso momento di partecipazione e di democrazia da scongiurare.

imageSiamo proprio trattati male! Oct 12 FdCA 0 comments

Sabato 11 ottobre partecipiamo alla giornata europea contro i trattati economici in corso. TTIP, CETA, TISA, TTP. Acronimi che sembrano lettere accostate una alle altre prive di significato, a qualcuno ricorderanno il famigerato WTO del 1995, quel trattato sulla libertà degli scambi commerciali che con la deregolamentazione dei mercati finanziari creò la bomba sociale sulla quale siamo seduti. Fu un accordo che portò in tutto il mondo milioni di persone in piazza per denunciare quella che poi si dimostrò essere una grande rapina ai danni dei lavoratori e dei ceti subalterni. Ma chi si ricorda più i tanto vituperati e derisi No Global?

textChi dice che il futuro è finito? Jul 13 Federazione dei Comunisti Anarchici 0 comments

I diversi fattori che al momento sembrano scollegati tra loro delineano il punto di caduta o, almeno, il tentativo del capitale di trovare un nuovo equilibrio internazionale per assicurare una nuova fase di accumulazione capitalistica, in area occidentale (USA-EU). Ciò che viene comunemente definita crisi e che dal 2008 affligge interi popoli sembra non poter uscire dalla propria dimensione monetaria. Una politica monetaria - che vede le banche commerciali protagoniste nella creazione di danaro attraverso il prestito reso possibile dall'aumento del debito - ha una funzione temporale necessaria a proteggere la capitalizzazione del sistema finanziario, ma ha il pregio di mostrare a tutti quali sono le dinamiche del potere finanziario.

textAtaque repugnante a la CGT desde el diario El Mundo Jun 23 CONFEDERACIÓN GENERAL DEL TRABAJO 0 comments

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