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No triste discurso de Dilma Rousseff, a presidente enumera suas dores, todas respeitáveis. Mas, sinceramente, o que mais dói é ver uma ex-guerrilheira ser derrubada por uma base de direita com a qual ela própria aceitou como aliada de conveniência.
brazil/guyana/suriname/fguiana / economia / opinião / análise Tuesday May 17, 2016 02:37 byBrunoL   image 1 image
16 de maio de 2016, Bruno Lima Rocha

O Senado concluiu por volta de 6h30min da manhã de 12 de maio de 2017 um golpe branco, perfeitamente orquestrado, afastando a presidente reeleita Dilma Rousseff, por 55 votos a favor do afastamento contra 22 pela manutenção no cargo. Com esta votação, o PMDB chega ao poder pela terceira vez de forma indireta. Antes com Tancredo Neves e José Sarney em 1985, no retorno de Itamar Franco para a legenda de Ulisses Guimarães em 1992 após o impeachment de Fernando Collor de Mello e agora com Michel Temer assumindo o Planalto por ter sido reeleito na mesma chapa da ex-guerrilheira. Dilma recebera 54 milhões de votos em 2014 e trazia consigo o vice-presidente eleito com ela em 2010, através de uma aliança defendida ainda no governo pelo ex-ministro da Casa Civil de Lula, José Dirceu de Oliveira e Silva em 2005 e ampliada pela hoje presidente afastada quando a mesma fora indicada para a pasta antes ocupada pelo ex-todo poderoso capa preta da legenda petista.
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Estoy convencido de la posibilidad real de proponer y garantizar, por medio de presión y los mecanismos de fuerza popular, enmiendas constitucionales los que se requerirían referendos para cambiar algunas cuestiones.
brazil/guyana/suriname/fguiana / economía / opinión / análisis Tuesday May 17, 2016 01:52 byBrunoL   image 1 image
16 de mayo de 2016, Bruno Lima Rocha

Brasil está pasando por un momento muy interesante, desde un punto de vista analítico y sin esperanza para aquellos que quieren transformar la sociedad brasileña igualitaria según el punto de vista. Sería una ilusión no ver que estamos frente a un golpe consumado dentro de los ritos formales de nuestro marco legal e institucional.
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Os brasileiros estão diante de um golpe parlamentar, onde se aplica uma espécie de semi-parlamentarismo. O tema de fundo é garantir que o Poder Executivo não eleve seus gastos, não distribua renda através de relações de políticas sociais.
brazil/guyana/suriname/fguiana / economia / opinião / análise Sunday May 08, 2016 20:00 byBrunoL   image 1 image
06 de maio de 2016, Bruno Lima Rocha

Neste breve texto, desenvolvo duas ideias complementares. Uma, diz respeito ao aval de legitimação recusado pela mídia anglo-saxã e europeia diante do movimento de golpe com cobertura de impeachment no Brasil. Na segunda, outra dimensão substantiva do golpe, quando o Parlamento brasileiro assume parcelas importantes do Poder de Estado, justamente para diminuir a capacidade de intervenção do Estado na ordem social, em especial no que diz respeito das bases da Constituição de 1988 em seus aspectos mais progressistas e garantistas de distribuição de renda, reforçando as funções públicas e democratizantes do aparelho de Estado. Este pacto de 1988, este pacto pós-abertura política, está findando e assim o sistema político (implodindo por poluição de excesso de siglas) se polariza na multiplicidade de representantes com cada vez menos legitimidade nesta mesma representação. Vamos ao debate, pois a conjuntura brasileira arde e urge por este.
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italia / svizzera / economia / comunicato stampa Saturday May 07, 2016 13:13 byAlternativa Libertaria/FdCA
La Commissione europea voleva un divieto di 30 anni sull'accesso pubblico ai testi negoziali del TTIP, ora la "strategia di Dracula" imposta da movimento internazionale STOP TTIP ha esposto il vampiro alla luce del sole. Che muoia! read full story / add a comment
Esta não é a democracia, é a enganação ilusória com nome de democracia. A democracia nasce da liberdade política e a reivindicação dos direitos coletivos, na forma de movimentos massivos e com plena democracia interna.
brazil/guyana/suriname/fguiana / economia / opinião / análise Friday April 29, 2016 23:06 byBrunoL   image 1 image
28 de abril de 2016, Bruno Lima Rocha

Introdução

O Brasil vive um momento bastante interessante do ponto de vista analítico e desesperador para quem deseja transformar a sociedade brasileira do ponto de vista igualitário. Seria uma ilusão não observar que estamos diante de um golpe de Estado consumado dentro dos ritos formais de nosso arcabouço jurídico-institucional. Como vem sendo afirmado a partir de dois pensadores contemporâneos bastante lúcidos na crítica por esquerda – Vladimir Safatle – e por centro-esquerda – caso do hoje fundamental, Jessé Souza – o momento aponta o final do pacto de Golbery do Couto e Silva da abertura política e a meta estratégica é terminar a tarefa dos acordos de regulação social e os direitos avançados na Constituição de 1988. Para tanto, podemos passar pela aventura da direita (a que estava no governo até duas semanas atrás) e a da proponente do impeachment (a que estava na oposição formal), de um golpe com frágeis bases jurídicas e a derrota histórica para o processo de conciliação de classes, base do lulismo como estrutura de governo, pacto este que já fora operacionalizado por José Dirceu e executado pela hoje presidente Dilma Rousseff, quando a mesma substitui ao primeiro na pasta da Casa Civil, garante a consecução das obras do PAC e com isso assegura a reeleição de Lula em 2006.

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Desestabilizar um rival em potencial é a regra para manutenção da hegemonia dos EUA na América Latina e, por tabela, diminuir a capacidade de articulação de China, Rússia e Índia.
internacional / economia / opinião / análise Monday April 25, 2016 23:43 byBrunoL   image 1 image
23 de abril de 2016, Bruno Lima Rocha

Ao contrário dos argumentos baseados no senso comum, o processo brasileiro de impeachment da presidente Dilma Rousseff, e sua caracterização como um golpe institucional, não formam um fenômeno político essencialmente nacional ou doméstico. Como todas as mudanças de regime ou desestabilizações regionais na América Latina, há uma presença constante, direta ou indireta, de forças oficiais ou oficiosas dos Estados Unidos da América. O senso de humor político aplicado para os momentos mais trágicos nos faz lembrar que: “o risco de golpe de Estado é menor em território soberano dos Estados Unidos porque lá não tem embaixada dos EUA!”.

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A democracia liberal é um pato manco de pernas curtas e tortas, e o Brasil vem entrando na escalada de golpes brancos e institucionais na tarde-noite de domingo 17 de abril, ao vivo e a cores, com sensação de espetáculo midiático.
brazil/guyana/suriname/fguiana / economia / opinião / análise Tuesday April 19, 2016 02:01 byBrunoL   image 1 image
18 de abril de 2016, Bruno Lima Rocha

Acabou o engodo, terminou a primeira fase da maior farsa jurídico-política-midiática da história do Brasil. A Câmara Federal votou com o seguinte placar, 367 (a favor) X 137 (contra) X 7 (abstenções) X 2 (ausências), totalizando 511 deputados votantes, sendo que maioria absoluta conseguiu aprovar a autorização para o Senado julgar a presidente Dilma Rousseff a partir do pedido de impeachment escrito e encaminhado pelos juristas Miguel Reale Jr., Hélio Bicudo e Janaína Paschoal. Teríamos várias críticas e observações a fazer, mas de forma sucinta aponto ao comportamento da mídia e dos parlamentares neste dia para jamais esquecer e tampouco perdoar na história do Brasil.
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Así, no caemos ni en la tentación conciliadora y tampoco en la autoritaria. Pero, tener razón política es poco delante del desafío que está por el frente.
brazil/guyana/suriname/fguiana / economía / opinión / análisis Tuesday April 19, 2016 01:14 byBrunoL   image 1 image
18 de abril de 2016, Bruno Lima Rocha

Este texto es más una reflexión en conjunto, que necesariamente un análisis de coyuntura. Traigo la propuesta de que dejemos de lado los cánones de la democracia liberal y de procedimientos, pero tampoco vayamos a caer en la ceguera política, de que lo económico determina todo. Debemos llevar en cuenta, una forma de pensar en la disputa de poder, recursos y legitimidad en Brasil, que sean de una forma compleja. O sea, hacer política en la sociedad brasileña ganó madurez en el mecanismo democrático formal, pero sigue siendo en Brasil y en América Latina, y en la limitada disputa de poder, dentro de un marco de capitalismo liberal-periférico, como sociedad, tenemos limitaciones en cuanto a profundidad de esta disputa.
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Não se trata de manual de política ou radicalidade livresca, mas o fato inequívoco é que não se pode governar com a direita a não ser que este governo realmente faça a escolha do co-governo sob pressão das bases sociais.
brazil/guyana/suriname/fguiana / economia / opinião / análise Saturday April 16, 2016 09:31 byBrunoL   image 1 image
15 de abril de 2016, Bruno Lima Rocha

Este texto é mais uma reflexão em conjunto do que necessariamente numa análise de conjuntura. Trago a proposta de que deixemos de lado os cânones da democracia liberal e de procedimentos e tampouco venhamos a cair na cegueira política de que o econômico determina ou qualquer outra forma de pensar a disputa de poder, recursos e legitimidade no Brasil que não seja de uma forma complexa. Ou seja, fazer política na sociedade brasileira ganhou maturidade no mecanismo democrático formal, mas em sendo no Brasil e na América Latina, e em sendo a limitada disputa de poder dentro de um marco de capitalismo liberal-periférico, como sociedade, temos limitações quanto a profundidade desta disputa. read full story / add a comment
Não se trata de manual de política ou radicalidade livresca, mas o fato inequívoco é que não se pode governar com a direita a não ser que este governo realmente faça a escolha do co-governo sob pressão das bases sociais.
brazil/guyana/suriname/fguiana / economia / opinião / análise Saturday April 16, 2016 09:28 byBrunoL   image 1 image
15 de abril de 2016, Bruno Lima Rocha

Este texto é mais uma reflexão em conjunto do que necessariamente numa análise de conjuntura. Trago a proposta de que deixemos de lado os cânones da democracia liberal e de procedimentos e tampouco venhamos a cair na cegueira política de que o econômico determina ou qualquer outra forma de pensar a disputa de poder, recursos e legitimidade no Brasil que não seja de uma forma complexa. Ou seja, fazer política na sociedade brasileira ganhou maturidade no mecanismo democrático formal, mas em sendo no Brasil e na América Latina, e em sendo a limitada disputa de poder dentro de um marco de capitalismo liberal-periférico, como sociedade, temos limitações quanto a profundidade desta disputa. read full story / add a comment
Lo qué ocurre en Brasil desde octubre de 2014, antes del llamado de "venezuelización", ocurre en esta dirección. Nuestro país tuvo una segunda vuelta casi plebiscitaria, siendo que, finalmente, la continuidad del gobierno Dilma Rousseff.
brazil/guyana/suriname/fguiana / economía / opinión / análisis Tuesday April 12, 2016 10:27 byBrunoL   image 1 image
11 de abril de 2016, Bruno Lima Rocha

Al contrario de los argumentos basados en el sentido común, el proceso brasileño de destitución de la presidente Dilma Rousseff, y su caracterización como un golpe institucional, no forman un fenómeno político esencialmente nacional o doméstico. Como todos los cambios de régimen o desestabilizaciones regiones en América Latina, hay una presencia constante, directa o indirecta, de las fuerzas oficiales o no oficiales de los Estados Unidos de América.

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Como projeto político o lulismo naufragou, tal como o varguismo. Todo pacto de classes é apenas mais uma etapa de morte anunciada com ventos iniciais de bonança.
brazil/guyana/suriname/fguiana / economia / opinião / análise Thursday April 07, 2016 04:15 byBrunoL   image 1 image
06 de abril de 2016, Bruno Lima Rocha

"Não adianta o pensamento mágico de que o governo vai dar um giro à esquerda porque não vai. Ou a esquerda restante marca a pauta após derrotar o golpe ou veremos mais uma vez a agenda da legalidade atropelar a defesa dos interesses do povo. No dia seguinte, havendo golpe paraguaio, virá o rolo compressor do Congresso. Caso o governo sobreviva, as medidas anti-populares virão, mas a conta gotas, ainda na euforia da possível – mas hoje pouco provável – derrota do impeachment", constata Bruno Lima Rocha, professor de ciência política e de relações internacionais.

Eis o artigo.
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Al día siguiente, con el golpe, viene la maquinaria de la mayoría del Congreso. Si el gobierno sobrevive, las medidas anti-populares vendrán, pero en cuentagotas, incluso en la posible euforia - pero hoy poco probable - la derrota del impeachment.
brazil/guyana/suriname/fguiana / economía / opinión / análisis Tuesday April 05, 2016 06:57 byBrunoL   image 1 image
04 de abril de 2016, Bruno Lima Rocha

Introducción: el esfuerzo de caracterización lo más realista posible; "las cosas como son".

Una vez más empiezo este breve análisis, con un esfuerzo concentrado de caracterización del estado actual. Este gobierno es de centro-derecha y está negociando todo, desde noviembre de 2014, a partir de la designación de un “Chicago Boy” - el ex ministro Joaquim Levy - para el Tesoro, a través de la ley de política anti-indígena y antiterrorista.
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Vejo que é possível fazer uma profunda crítica por esquerda e fortalecer as lutas populares de resistência diante da retirada de direitos coletivos.
brazil/guyana/suriname/fguiana / economia / opinião / análise Saturday April 02, 2016 04:21 byBrunoL   image 1 image
01 de abril de 2016, Bruno Lima Rocha

“O fantasma que protagoniza as ideias de fundo é a agenda da embaixada dos EUA, mais especificamente o acionar oficioso das trocas de regime, e, no caso latino-americano, na esteira da reação aos governos de centro-esquerda”, afirma o cientista político.

Em meio à crise que vem se arrastando, “se há alguma novidade” no cenário político brasileiro, “é a chegada de uma espécie de um Tea Party nacional, como expressão dos ultraliberais, através do Partido Novo e também do Partido Social Liberal (PSL, este bem pequeno)”, diz Bruno Lima Rocha à IHU On-Line, fazendo referência ao movimento norte-americano.

Segundo ele, a nova direita segue “ideias de tipo neoliberal, ultraliberal, neoconservadoras, passando como uma linha direta dos think tanks, dos centros de difusão, das fundações de apoio ao Tea Party”, e é “sucessora direta dos grupos neoliberais do Brasil, como o Estudantes pela Liberdade, o Instituto Mises Brasil, a juventude neoliberal vinculada ao Fórum da Liberdade e outras iniciativas difusoras do pensamento econômico neoclássico e da política neoliberal”. read full story / add a comment
Lo que sorprendió a todo el mundo fue la liberación de grabaciones de Lula - todas autorizadas por la Justicia - y, al parecer, en una interpretación muy flexible tanto de la ley como la ética en la política republicana.
brazil/guyana/suriname/fguiana / economía / opinión / análisis Tuesday March 29, 2016 08:27 byBrunoL   image 1 image
28 de marzo 2016, Bruno Lima Rocha y Júlia Kléin

Las grabaciones telefónicas de Lula y compañía – cuando los teléfonos pinchados son el arma de los golpistas

Antes de leer estas palabras, pido a los amigos aquí para recordar que el que escribe se posiciona a la izquierda del gobierno Dilma y antes el de Lula, es crítico de ello y nunca militó en partido electoral y menos aún tomó cargo de confianza o comisión. Es decir, no vengan a buscar ver oficialismo donde no hay. Como se trata de disputas de facciones y proyectos políticos y, en sentido estricto, no estoy vinculado a ninguno de estos sectores, estoy bastante cómodo para armar los comentarios.

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Luiz Inácio pode tanto sair preso, como pode terminar tudo em um processo de impeachment, como também – em proporção menor – terminar sendo eleito ou indicando quem sucederá Dilma em 2018.
brazil/guyana/suriname/fguiana / economia / opinião / análise Sunday March 27, 2016 07:48 byBrunoL   image 1 image
26 de março de 2016, Bruno Lima Rocha

O vazamento das gravações de Lula e cia. e o arranjo de forças intra-aparelho de Estado

Antes de lerem estas palavras, peço aos amig@s daqui que lembrem que quem escreve está à esquerda do governo, é crítico do mesmo e jamais militou em partido eleitoral e menos ainda assumiu cargo de confiança ou em comissão. Ou seja, não busquem ver governismo onde não há. Como trata-se de disputa de facções e projetos políticos e, estritamente, não estou vinculado a nenhum destes, fico bem à vontade para tecer os comentários.
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El juez Sergio Moro ultrapasó un punto sin vuelta, la Rede Globo (el mayor conglomerado de comunicación social del país) también, y lo mismo ocurre con la nueva-vieja derecha ideológica.
brazil/guyana/suriname/fguiana / economía / opinión / análisis Wednesday March 23, 2016 07:36 byBrunoL   image 1 image
21 de marzo 2016, Bruno Lima Rocha

En este corto artículo intento hacer un acercamiento, a lectores y lectoras de habla hispana a respecto de las conversaciones privadas del expresidente Luiz Inácio Lula da Silva con sus correligionarios, incluyendo la actual presidente de Brasil – Dilma Rousseff. Hay que recordar que tales conversaciones fueron difundidas por un juez de primera instancia, Sergio Moro, del estado de Paraná (sur de Brasil) y fueron puestas a público, como una especie de respuesta de Moro al nombramiento de Lula como ministro de Estado, específicamente al frente de la Casa Civil del actual gobierno.
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Infelizmente, a direita ideológica avança na base do artifício da desinformação e das manobras midiáticas. O pacto de classes e o peleguismo afastaram quem crê e pratica luta popular.
brazil/guyana/suriname/fguiana / economia / opinião / análise Thursday March 17, 2016 10:06 byBrunoL   image 1 image
16 de março de 2016, Bruno Lima Rocha

Nesta segunda parte dos comentários, serei mais comedido, trabalhando com relações causais.

Quanto à posição de quem está na rua como lacerdistas: ou a direita que está na rua eleva os níveis de protesto, realizando atos de violência e "vandalismo" (ao menos na Esplanada e em frente ao Palácio do Planalto), intensificando algum grau de conflito também em São Paulo capital e Grande São Paulo, ou não vão gerar a comoção de irracionalidade e sentido de "justiça" que tanto gostam de proclamar. Isso é o que faz a direita escuálida venezuelana, protestos violentos denominados lá de guarimba, e aqui de "vandalismo". Como a TFP estilo fashion week não se dispõe ao risco físico, o frenesi de indignação não deve ultrapassar os limites da gritaria, a não ser em São Paulo e em Brasília. read full story / add a comment
O teor destas conversas está no mesmo patamar ou ainda menor que os grampos realizados durante o Leilão do Sistema Telebrás com Luiz Barros e Fernando Henrique Cardoso.
brazil/guyana/suriname/fguiana / economia / opinião / análise Thursday March 17, 2016 09:45 byBrunoL   image 1 image
16 de março de 2016, Bruno Lima Rocha

Antes de lerem estas palavras, peço aos amig@s daqui que lembrem que quem escreve está à esquerda do governo, é critico do mesmo e jamais militou em partido eleitoral e menos assumiu cargo de confiança ou em comissão. Ou seja, não busquem ver governismo onde não há. Como trata-se de disputa de facções e projetos políticos e, estritamente, não estou vinculado a nenhum destes, fico bem à vontade para tecer os comentários.
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Logo, não há diferença substantiva entre o Trensalão do Metrô e da CPTM de São Paulo e o Petrolão. Para tristeza da esquerda e alegria de todas as direitas, o PT se transformou - majoritariamente - em um partido de caciques.
brazil/guyana/suriname/fguiana / economia / opinião / análise Tuesday March 15, 2016 03:37 byBrunoL   image 1 image
14 de março de 2016, Bruno Lima Rocha

"Estamos realmente diante de um paradoxo. De um lado, o pacto de classes do lulismo está fazendo água, e ao que parece, as frações de classe dominante que acompanhavam a aliança estão sendo pressionadas para deixar a caravela naufragar (reparem que disse caravela e não foi á toa). Ao mesmo tempo, a burocracia de Estado e, em especial, a tecnocracia dos bacharéis, está deitando e rolando", escreve Bruno Lima Rocha, professor de Relações Internacionais.

Segundo ele, "nada disso impede a crítica e o alerta máximo para as manobras da direita que perdeu as urnas e quer levar na marra, mesmo sabendo que o programa de governo de Dilma no segundo mandato, até o momento, peca por austericídio e não por distribuição de recursos".

Eis o artigo.
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Dalla fine degli anni settanta, un gruppo di braccianti, manovali e artigiani, in maggioranza donne, ridà senso alla parola cooperazione. "Fanno cose rivoluzionarie tenendo fermi i propri valori fondativi: produzioni biologiche, proprietà collettiva , partecipazione, prassi libertarie e relazioni di economia solidale".

textROMA 7 MAGGIO - La "strategia di Dracula" trafigge il TTIP! May 07 0 comments

La Commissione europea voleva un divieto di 30 anni sull'accesso pubblico ai testi negoziali del TTIP, ora la "strategia di Dracula" imposta da movimento internazionale STOP TTIP ha esposto il vampiro alla luce del sole. Che muoia!

imageOXI - No al colpo di stato economico in Grecia Jul 04 0 comments

Per costruire un'Europa solidale delle classe lavoratrici, occorre una mobilitazione su scala continentale delle forze anticapitaliste, che utilizzi la contraddizione che si aprirebbe in seno all'UE, dopo una vittoria del NO al referendum greco.

imageLe elezioni in Grecia fanno paura all'Unione Europea? Jan 13 0 comments

Le elezioni ed i parlamenti come è noto non sono - per il loro carattere interclassista - strumenti in grado di rappresentare gli interessi della classe lavoratrice e degli sfruttati. E se mai si dovesse paventare che l'esito delle urne possa spostare un po' gli equilibri politici a sfavore degli interessi capitalistici internazionali o di quel singolo Stato, può persino accadere che le elezioni diventino un pericoloso momento di partecipazione e di democrazia da scongiurare.

imageSiamo proprio trattati male! Oct 12 FdCA 0 comments

Sabato 11 ottobre partecipiamo alla giornata europea contro i trattati economici in corso. TTIP, CETA, TISA, TTP. Acronimi che sembrano lettere accostate una alle altre prive di significato, a qualcuno ricorderanno il famigerato WTO del 1995, quel trattato sulla libertà degli scambi commerciali che con la deregolamentazione dei mercati finanziari creò la bomba sociale sulla quale siamo seduti. Fu un accordo che portò in tutto il mondo milioni di persone in piazza per denunciare quella che poi si dimostrò essere una grande rapina ai danni dei lavoratori e dei ceti subalterni. Ma chi si ricorda più i tanto vituperati e derisi No Global?

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