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A intervenção federal no Rio de Janeiro e o xadrez da classe dominante

category brazil/guyana/suriname/fguiana | repressão / prisioneiros | feature author Montag Februar 26, 2018 22:46author by FARJ - Federação Anarquista do Rio de Janeiro Report this post to the editors

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Estamos presenciando a inauguração de mais um capítulo do governo de “choque” aplicado ao estado do Rio de Janeiro. Um capítulo que é a plena continuação da nefasta política de segurança pública implementada no estado, alinhada ao avanço do golpe contra os trabalhadores, que destituiu anteriormente um governo que não servia mais aos plenos interesses da classe dominante nessa nova fase do sistema capitalista.

No carnaval desse ano e seguindo a tradição de resistência da cultura afro-brasileira, a Paraíso do Tuiti lavou a alma de todos os/as trabalhadores/as brasileiros, mostrando que a reforma da previdência e trabalhista são ataques contra seus direitos sociais e escancarou o passado escravocrata da elite brasileira. Agora, essa mesma elite, faz um novo acordo e aprova um plano de intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro, que agora vai ficar sob controle do general do exército Walter Braga Neto.

Nota da CAB sobre a Intervenção Federal [Castellano]

Contenção dos/as de baixo à partir do controle das favelas e periferias

Com o avanço da barbárie neoliberal, a classe dominante recorre a contenção dos de baixo, substituindo a falida política das UPP’s promovida pelo governo Dilma-Lula-Cabral pela intervenção direta do Exército e a criação do Ministério da Segurança. A implementação no passado da chamada “Força Nacional”, que resultou em diversas operações em conjunto do exército com a polícia em diferentes favelas do Rio de Janeiro, já indicavam que seguiriam os assassinatos de moradores (em sua maioria negros e jovens) pelas forças militares e o descumprimento de direitos mínimos – sob argumento de combate ao roubo de cargas e a “guerra as drogas”. Nada causa mais temor nas elites e em parte dos setores médios alinhados com a mídia corporativa/burguesa, do que a “sensação de insegurança” de perder seus bens ou sua vida, numa barbárie produzida pelo próprio sistema capitalista e que atinge mais duramente trabalhadores e trabalhadoras. Essa sensação de insegurança é produzida principalmente pelos jornais burgueses, que semanas antes da intervenção federal, mostravam incessantemente roubos a pedestres e moradores da zona sul. Esta necessidade de militarização frequente da sociedade e controle social de parte significativa da classe trabalhadora é uma demanda de longo prazo e que já foi experimentada com as diversas ocupações do exército nas favelas cariocas, acabando com os direitos de trabalhadores/as e instituindo o arbítrio policial sem melhorar em nada a vida da classe trabalhadora (do asfalto e das favelas). Sofrerão assim, principalmente a população negra e pobre do estado, que segue vítima do arbítrio e do genocídio do sistema estatal-policial.

Desde antes do carnaval, o “vampiresco” e presidente golpista avisava que iria criar o Ministério da Segurança Pública depois da festa popular, obedecendo uma antiga demanda dos setores mais reacionários que operam fora e dentro do Estado brasileiro. A fundação do Ministério da Segurança Pública dá mais um passo na consolidação desse Estado policial brasileiro, que junto à lei anti-terrorismo (também aprovada pelo PT e seus aliados) aperfeiçoa o padrão para o tratamento aos de baixo. E também possui um objetivo pragmático, fornecer capital eleitoral para o falido Temer e PMDB.

O papel do exército e do judiciário brasileiro na instituição do pesadelo neoliberal

O exército brasileiro possui um histórico papel de controle das classes subalternas e já tinha mencionado em declarações de seus superiores, que não aceitaria uma situação de “caos social”. Concomitantemente, exercícios militares há alguns meses em frente a estação do Guandu (da CEDAE), atestavam o papel submisso do exército brasileiro, que enquanto canta o hino nacional, garante a segurança das vendas das estatais (como a CEDAE) a preço de banana ao capital internacional. Assim, enquanto trabalhadores pobres e negros morriam soterrados, ou perdiam seus bens com as fortes chuvas que atingiram o Estado essa semana, o exército vem não para socorrer a população, mas para garantir o trânsito comercial das empresas e passar uma falsa sensação de tranquilidade a população. Pode também, ter livre trânsito para assumir a inteligência das força de segurança e aplicar a tese do “inimigo interno” (movimento populares, organizações políticas de esquerda etc).

Para cumprir o acordo nacional “com o Supremo, com tudo”, o papel do judiciário é fundamental na implantação do neoliberalismo no país. Se na fase anterior do capitalismo, o neoliberalismo era imposto pela via “chilena” de golpes e regimes militares, agora temos dentro de governo democrático de “choque”, a ação do judiciário endossando o Regime de Recuperação Fiscal (RFF) em nosso estado e judicializando a política (perseguindo militantes, sindicatos e organizações). Recentemente, a ministra Carmen Lúcia, do STF (com o supremo, com tudo…) suspendeu a obrigação do governo do estado do RJ em nomear 900 professores aprovados em concurso. A justificativa usada foi o de que a contratação dos 900 professores provoca “desequilíbrio orçamentário”! Isso, vindo de um judiciário que ganha salários de centenas de milhares de reais, extrapolando o teto público e que tem direito a diversos auxílios (moradia, educação, etc) enquanto a maioria do povo segue morrendo nas filas dos hospitais, nas filas para fazer a matrícula escolar dos seus filhos e enfrentando o desemprego estrutural. Nada mais político e covarde que um judiciário e as forças armadas pretensamente neutras mas alinhadas integralmente com o neoliberalismo, seu estado de choque e em pleno ataque aos direitos dos/as de baixo!

Plano das elites: abafar a resistência e aprovar a reforma da previdência…

O governo Temer já indicou que a intervenção no Rio de Janeiro atua como um anteparo a aprovação da reforma da previdência. Um estado de sítio provisório e pirotécnico (que pode virar modelo para outros estados) que fortalece e dá unidade ao governo na sua busca pela destruição da aposentadoria de todos/as os trabalhadores do país. Além disso, o povo do estado do Rio de Janeiro possui um belo histórico de manifestações, protestos e rebeldias. Sendo um dos estados mais precarizados pela barbárie neoliberal, a classe dominante sabe, que uma faísca de luta popular coletiva pode acender um fogo e exemplo incontornável para o restante do país. Abafar o protesto e a luta de classes e garantir a tranquilidade das eleições que se aproximam será o papel das elites e de todos que acreditam na ilusão de que essa situação poderá ser mudada nas urnas. Com um governo estadual envolvido até os fios do cabelo com casos de corrupção, com um prefeito omisso (e de baixa popularidade) a intervenção cai como uma luva e parece ter sido acordada por parte significativa do conjunto das elites, contando com o apoio da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro, da Rede Globo e de outros setores, que manifestaram sua adesão a presença dos militares no RJ, a aprovação da reforma da previdência e a instituição do regime de recuperação fiscal.

Cabe, ao os movimentos populares e sindicatos apontar o caminho da luta nas ruas. Lutar contra a intervenção arbitrária do exército e contra o regime de recuperação fiscal!

Derrotar o plano da classe dominante e o neoliberalismo nas ruas!
Derrotar a reforma da previdência! Não a intervenção!

Federação Anarquista do Rio de Janeiro

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Rojava: Mensaje urgente de un compañero anarquista en Afrin

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Di 26 Jun, 00:56

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cab.jpg imageNota da CAB sobre a Intervenção federal e militar no Rio de Janeiro 06:46 Do 22 Feb by Coordenação Anarquista Brasileira 0 comments

Na última sexta-feira (16) o governo de Michel Temer (MDB) lançou um decreto que colocou a área da segurança pública do Estado do RJ sob o comando do exército brasileiro na figura de seu general Walter Braga Neto. Uma intervenção federal apresentada como solução ao que as elites dominantes chamam de “crise” na segurança pública e que deve ser entendida como um desdobramento do governo de choque já aplicado ao estado.

Não é a primeira vez que o exército atua no RJ. As intervenções militares em comunidades e favelas cariocas são uma realidade. Contudo, a novidade está na centralização de comando de toda a segurança pública nas mãos de um comando militar. Se o expediente militar no controle social e na repressão dos oprimidos foi utilizado inclusive nos governos petistas, um novo passo foi dado.

22089863_1950783278524683_5291511063971490928_n.jpg imageNota De Solidariedade Do CPERS Sindicato 20:19 Fr 03 Nov by evandro 0 comments

A educação pública do estado do RS no Brasil está a poucos dias de completar 2 meses de greve. O CPERS é um dos maiores sindicatos da América Latina em afiliações. Em assembléia geral da categoria, na última terça-feira dia 31 de outubro, foi aprovada em praça publica de frente o palácio do governo a continuação da greve e a solidariedade a FAG e os grupos libertários que foram alvo da operação policial da semana passada.

fag.jpg image25 De Outubro. Alerta De Solidariedade 02:19 Do 26 Okt by evandro couto 0 comments

Desde o começo da matina a policia civil invadiu pelo menos 4 locais públicos com mandados de busca e apreensão e diz que tem investigado e pode prender nas próximas horas cerca de 30 suspeitos. O anarquismo volta ao noticiário de Porto Alegre, desta vez com a acusação de formação de quadrilha para a prática de crimes contra patrimônio publico e privado.

text[Santos-SP/Brasil]: Companhia de teatro é atacada pela PM e Guarda Municipal 06:25 Mo 31 Okt by R.U. 0 comments

Integrantes da Trupe Olho da Rua, companhia de teatro de rua, foram cercados, ameaçados e um dos seus integrantes foi preso pela PM de Santos na tarde deste domingo, 30 de Outubro.

farjsol.jpg imageToda solidariedade aos perseguidos e perseguidas pelo terrorismo de Estado no Rio de Janeiro! 19:20 Mo 14 Okt by Federação Anarquista do Rio de Janeiro 0 comments

Nós da Federação Anarquista do Rio de Janeiro repudiamos veementemente os últimos atos de perseguição política promovida pelo Estado brasileiro no Rio de Janeiro. Deixamos aqui registrada nossa solidariedade aos companheiros e companheiras da Frente Independente Popular, da Organização Anarquista Terra e Liberdade e todos os outros muitos companheiros e companheiras (17 mandados) que amanheceram com intimações da Polícia Federal e da Polícia Civil batendo em suas portas. [English]

091111_anaq.jpg imageNota de solidariedade aos lutadores Gaúchos 20:25 Sa 05 Okt by Coletivo Anarquista Zumbi dos Palmares 0 comments

O Coletivo Anarquista Zumbi dos Palmares vem através desta se solidarizar com os companheiros gaúchos que estão sofrendo duramente com as invasões e perseguições da polícia militar e do governo Tarso (PT), culminando na invasão dos espaços Moinho Negro, Utopia e Luta e do Ateneu Libertário Batalha da Várzea, espaço social e político da nossa organização irmã Federação Anarquista Gaúcha (FAG), já invadido em junho.

460_0___30_0_0_0_0_0_bandeira_1.jpg imageNota de Solidariedade aos companheiros e companheiras perseguidos/as! 20:15 Sa 05 Okt by Federação Anarquista do Rio de Janeiro 0 comments

No dia primeiro de outubro de 2013, a polícia civil realizou uma operação contra militantes e organizações que militam no Bloco de Lutas, de Porto Alegre. Foram invadidas, a mando do governador Tarso Genro (PT), residências de militantes do PSOL e PSTU, o Moinho Negro/Centro de Cultura Libertária da Azenha, um alojamento do MST, a sede da Via Campesina, o assentamento urbano Utopia e Luta e o espaço público da Federação Anarquista Gaúcha, o Ateneu Libertário Batalha de Várzea, invadido pela polícia pela segunda vez em menos de 4 meses. Além disso, os companheiros e companheiras do Assentamento Madre Terra São Gabriel em RS foram coagidos pela Brigada Militar na sede do assentamento. [English]

fag.jpg imagePolícia Federal invade a sede da Federação Anarquista Gaúcha 18:22 Fr 21 Jun by Federação Anarquista Gaúcha 0 comments

Na tarde desta quarta feira, 20/062013, entre 12 a 15 agentes a paisana, em blazers e utilizando coletes pretos, dizendo ser da Polícia Federal arrombaram e invadiram o Ateneu Batalha da Várzea, espaço político social da Federação Anarquista Gaúcha localizado na Travessa dos Venezianos, e levaram diversos de nossos materiais. [English] [Italiano] [Castellano] [Français]

28b5acabpeq_2_1.jpg imageProtesto não é crime! Basta de criminalização aos movimentos sociais! 19:23 Mi 19 Jun by Coordenação Anarquista Brasileira 0 comments

Nesse primeiro semestre houve diversas mobilizações de norte a sul do Brasil que enfrentaram a reação conservadora dos governos, do aparelho repressivo e da mídia. Desde as lutas em defesa do transporte público nas capitais, passando pelas greves nos canteiros de obras do PAC, até a resistência indígena dos povos originários, todas essas lutas foram alvos da criminalização do protesto que segue em curso no país sede da Copa do Mundo. [Italiano]

porramirofurquim_oaf0012.jpg imageFotos Ato contra aumento da tarifa 27/03 03:36 Mi 10 Apr by . 0 comments

Fotos do ato contra o aumento da tarifa de ônibus em Porto Alegre ocorrido no dia 27/03/2013. O ato foi marcado pela tentativa de ocupação da prefeitura e por repressão da Brigada Militar.
Uma companheira foi presa e liberada após pressão exercida pela militância que se concentrou em frente ao palácio da polícia.

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imageO assassinato de Marielle Franco e o genocídio estruturante no Rio de Janeiro Mär 18 by BrunoL 0 comments

Na noite de 14 de março de 2018, uma 4ª feira no final do verão carioca, o centro da capital fluminense foi palco de um assassinato político. Possivelmente um crime por encomenda, os assassinatos da vereadora pelo PSOL-RJ, Marielle Franco e o motorista substituto de seu gabinete, Anderson Gomes, logo ganharam difusão internacional (ver BBC). Marielle era o exemplo do engajamento político na cidade partida.

imageA intervenção federal no Rio e a ameaça aos direitos democráticos Feb 27 by BrunoL 0 comments

No dia 16 de fevereiro de 2018, o governo ilegítimo capitaneado por Michel Temer, ex-vice presidente de Dilma Rousseff em um mandato e meio, decretou a intervenção federal no estado do Rio de Janeiro. Particularmente, não acredito em total congruência em política, como se a história pregressa e as condições estruturais pré-definissem todos os possíveis movimentos de atores individuais, agentes coletivos, instituições formais e redes mais ou menos formais de tomada de decisão e influência. O inverso é ainda mais verdadeiro. Não é possível admitir “coincidências” entre três fatores.

image¡Democracia directa ya! ¡Barrar las reformas en las calles y construir el Poder Popular! Mai 25 by Coordinación Anarquista Brasileña 1 comments

Texto de la CAB acerca de situación en Brasil. [Português] [English] [Italiano]

imageSobre a recente tentativa de criminalização das lutas Feb 16 by Federação Anarquista do Rio de Janeiro 0 comments

Desde as lutas iniciadas em junho de 2013 assistimos uma tentativa massiva da mídia burguesa em domesticar, sufocar ou capturar as pautas da luta popular. Os protesto de junho e dos meses seguintes, que tinham como principal foco, exigir pela força das ruas, direitos sociais (redução da passagem, saúde, melhoria da educação etc.) tentaram ser apropriados por seus adversários reacionários.

imageCoquetel molotov e o desmoramento do Estado: as classes oprimidas sofrendo suas consequências Feb 27 by Coletivo Anarquista Bandeira Negra 0 comments

As manchetes anunciam a todo instante, para fora de Santa Catarina, o que acontece desde outubro de 2012, quando a agente prisional Deise Fernanda de Melo foi assassinada em São Pedro de Alcântara, município da Grande Florianópolis. Deise era casada com Carlos Antônio Alves, diretor da Penitenciária de Segurança Máxima. Alertando sinais vindos de organizações criminosas de São Paulo que, no mesmo período, deixaram 20 mortes em menos de 24 horas, tais ligações, entre o PCC (Primeiro Comando da Capital) e o PGC (Primeiro Grupo Catarinense), não são reais como se afirmava.

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imageNota da CAB sobre a Intervenção federal e militar no Rio de Janeiro Feb 22 CAB 0 comments

Na última sexta-feira (16) o governo de Michel Temer (MDB) lançou um decreto que colocou a área da segurança pública do Estado do RJ sob o comando do exército brasileiro na figura de seu general Walter Braga Neto. Uma intervenção federal apresentada como solução ao que as elites dominantes chamam de “crise” na segurança pública e que deve ser entendida como um desdobramento do governo de choque já aplicado ao estado.

Não é a primeira vez que o exército atua no RJ. As intervenções militares em comunidades e favelas cariocas são uma realidade. Contudo, a novidade está na centralização de comando de toda a segurança pública nas mãos de um comando militar. Se o expediente militar no controle social e na repressão dos oprimidos foi utilizado inclusive nos governos petistas, um novo passo foi dado.

imageNota De Solidariedade Do CPERS Sindicato Nov 03 0 comments

A educação pública do estado do RS no Brasil está a poucos dias de completar 2 meses de greve. O CPERS é um dos maiores sindicatos da América Latina em afiliações. Em assembléia geral da categoria, na última terça-feira dia 31 de outubro, foi aprovada em praça publica de frente o palácio do governo a continuação da greve e a solidariedade a FAG e os grupos libertários que foram alvo da operação policial da semana passada.

image25 De Outubro. Alerta De Solidariedade Okt 26 Federação Anarquista Gaucha 0 comments

Desde o começo da matina a policia civil invadiu pelo menos 4 locais públicos com mandados de busca e apreensão e diz que tem investigado e pode prender nas próximas horas cerca de 30 suspeitos. O anarquismo volta ao noticiário de Porto Alegre, desta vez com a acusação de formação de quadrilha para a prática de crimes contra patrimônio publico e privado.

imageToda solidariedade aos perseguidos e perseguidas pelo terrorismo de Estado no Rio de Janeiro! Okt 14 FARJ-CAB 0 comments

Nós da Federação Anarquista do Rio de Janeiro repudiamos veementemente os últimos atos de perseguição política promovida pelo Estado brasileiro no Rio de Janeiro. Deixamos aqui registrada nossa solidariedade aos companheiros e companheiras da Frente Independente Popular, da Organização Anarquista Terra e Liberdade e todos os outros muitos companheiros e companheiras (17 mandados) que amanheceram com intimações da Polícia Federal e da Polícia Civil batendo em suas portas. [English]

imageNota de solidariedade aos lutadores Gaúchos Okt 05 Organização integrante da Coordenação Anarquista Brasileira (CAB) 0 comments

O Coletivo Anarquista Zumbi dos Palmares vem através desta se solidarizar com os companheiros gaúchos que estão sofrendo duramente com as invasões e perseguições da polícia militar e do governo Tarso (PT), culminando na invasão dos espaços Moinho Negro, Utopia e Luta e do Ateneu Libertário Batalha da Várzea, espaço social e político da nossa organização irmã Federação Anarquista Gaúcha (FAG), já invadido em junho.

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