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Contra a Copa e a Repressão: Somente a Luta e Organização!

category brazil/guyana/suriname/fguiana | community struggles | feature author Thursday June 19, 2014 23:26author by Coordenação Anarquista Brasileira - CAB Report this post to the editors

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O quadro das lutas e dos conflitos sindicais e populares no país antes e durante a Copa do Mundo, tem pressionado o governo federal, alguns governos estaduais, municipais e as patronais, gerando uma guerra de nervos nos principais centros urbanos do Brasil.

Se no ano passado as grandes mobilizações foram protagonizadas pelos setores precarizados da juventude e não pelos movimentos populares organizados, em 2014, a tônica tem sido e, pelo jeito, continuará sendo dada pela base dos trabalhadores de diversas categorias e por setores próximos e articulados com as classes oprimidas. O desenrolar do conflito dos Metroviários de São Paulo – que durante dias enfrentaram a intransigência de uma das piores expressões da direita desse país (o quadro da organização de extrema direita católica Opus Dei Geraldo Alckmin/PSDB) é um exemplo disto, recebendo a forte repressão policial, todo o jogo sujo dos grandes meios de comunicação e ainda o anúncio de mais de 40 demissões. Os metroviários prosseguem na campanha de readmissão dos 42 trabalhadores demitidos. Chumbo grosso está sendo jogado em cima desses valorosos companheiros/as e em cima de outras categorias atualmente em greve é por isso que precisamos estar atentos a todas as tentativas de criminalização das lutas.

[Italiano]


Contra a Copa e a Repressão: Somente a Luta e Organização!


O quadro das lutas e dos conflitos sindicais e populares no país antes e durante a Copa do Mundo, tem pressionado o governo federal, alguns governos estaduais, municipais e as patronais, gerando uma guerra de nervos nos principais centros urbanos do Brasil.

Se no ano passado as grandes mobilizações foram protagonizadas pelos setores precarizados da juventude e não pelos movimentos populares organizados, em 2014, a tônica tem sido e, pelo jeito, continuará sendo dada pela base dos trabalhadores de diversas categorias e por setores próximos e articulados com as classes oprimidas. O desenrolar do conflito dos Metroviários de São Paulo – que durante dias enfrentaram a intransigência de uma das piores expressões da direita desse país (o quadro da organização de extrema direita católica Opus Dei Geraldo Alckmin/PSDB) é um exemplo disto, recebendo a forte repressão policial, todo o jogo sujo dos grandes meios de comunicação e ainda o anúncio de mais de 40 demissões. Os metroviários prosseguem na campanha de readmissão dos 42 trabalhadores demitidos. Chumbo grosso está sendo jogado em cima desses valorosos companheiros/as e em cima de outras categorias atualmente em greve é por isso que precisamos estar atentos a todas as tentativas de criminalização das lutas. Estado de exceção? Estado de luta e solidariedade permanente!

No marco da Lei Geral da Copa e da Portaria de Garantia da Lei e da Ordem, que configura um verdadeiro Estado de Exceção no país, faz-se extremamente necessária a Solidariedade incondicional do conjunto da esquerda e dos movimentos sociais a todos os conflitos em curso e, principalmente, para os trabalhadores metroviários de São Paulo.

Há meses, ocorre o aumento dos efetivos policiais e militares nos centros urbanos, bem como em suas periferias e favelas.

Em virtude das jornadas de junho de 2013, temos visto a crescente preocupação do Estado brasileiro em garantir a “tranquilidade” durante o período da Copa. O que, na prática, se expressa em mecanismos jurídicos que rifam direitos civis e liberdades democráticas, intensificação da repressão e da criminalização do protesto e da pobreza, aumento dos efetivos policiais e militares nos centros urbanos, bem como em suas periferias e favelas, assim como os gastos com as tecnologias de repressão. A continuidade das lutas sindicais e populares neste período nos indica que não serão poupados esforços no sentido de conter, amedrontar e impedir que os trabalhadores usem de instrumentos legítimos e históricos para defender seus direitos e arrancar conquistas, como greves, piquetes, ocupações e marchas.

No Rio de Janeiro, São Paulo e Ceará, por exemplo, mandados de busca e apreensão foram expedidos às vésperas da COPA, com detenção de alguns companheiros/as no sentido de inculcar medo nos lutadores sociais. No Distrito Federal, militantes do Comitê Popular da Copa receberam intimidação de supostos representantes da Justiça Eleitoral não-identificados, um dia antes de um protesto contra os gastos da copa. Em Porto Alegre, vários lutadores sociais do Bloco de Lutas estão sendo processados e intimados. Os próprios metroviários em greve sofreram forte repressão da Tropa de Choque da PM, que usou bombas de gás lacrimogênio, de efeito moral e balas de borracha. Em Goiânia, estudantes da Frente de Luta pelo Transporte Público foram presos de forma arbitrária e somam-se aos inúmeros presos e detidos da luta pelo transporte no país. A lista é enorme e poderíamos estender mais de uma página com casos de intimidação e repressão de norte a sul do país.

O problema do déficit habitacional que é gravíssimo no país, faz o número de ocupações urbanas nas grandes cidades multiplicar-se. A resposta do estado, tem sido defender os especuladores imobiliários, com remoções forçadas. Salvo, quando os movimentos de moradia, saem às ruas denunciando e exigindo avanços, como recentemente em São Paulo.

Temos apontado, em nossos materiais de análise, que vivemos um momento emblemático em nosso país, com o aumento das perseguições políticas a lutadores sociais e organizações políticas, inquéritos com acusações absurdas e descabidas que podem prosseguir para além da Copa do Mundo. Tudo isso coordenado por uma constante guerra psicológica às lutas sociais por parte dos grandes meios de comunicação, destilando seu ódio de classe e suas mentiras na expectativa de construir um consenso conservador que reforce a ideia de que a questão social é um caso de polícia. O período da Copa confirma a continuidade desse cenário. Em comunicado nacional, no dia 10/06, a presidenta Dilma Rousseff diz que essa será a “copa da tolerância, da diversidade, do diálogo e do entendimento”. Uma clara reafirmação do atual pacto social empregado pelo atual governo com a burguesia e sua base de sustentação, tanto em termos partidários como dentro dos movimentos sociais que hegemoniza, como é o caso da CUT por exemplo.

Enfrentar a repressão: organizando e lutando!

O período que estamos vivendo tem demonstrado a verdadeira face do sistema de dominação capitalista, que não será transformada com a troca dos governos de turno. Quando os de baixo se movem, os de cima tratam de pôr em funcionamento toda ordem de mecanismos coercivos, repressivos e de intimidação para frear as lutas. A repressão é e sempre será a carta na manga das classes dominantes e do Estado, a carta que derruba todas as demais e impõe a “paz social”. A violência dos de cima é constitutiva das estruturas de dominação do capitalismo e, portanto, nunca será uma exceção no atual sistema. Ela é regra que contribui para manter operando as relações de poder e dominação funcionais aos privilégios das classes dominantes.

É certo que a natureza das mobilizações, muitas delas à revelia das direções sindicais e das estruturas oficiais do sindicalismo “tradicional”, nos pede que avancemos para formas de organização, desde a base, que façam da experiência de luta de milhares de trabalhadores, moradores das periferias urbanas, pobres do campo e estudantes um critério para apontar o que serve e o que não serve ao protagonismo e ação direta desses lutadores. Isso implica reforçar e construir movimentos populares e organismos de base sindical combativos e independentes para dar força social aos oprimidos e oprimidas, linha política que a CAB tem modestamente se dedicado a construir em diversos setores de luta. As experiências das lutas de 2013 e dos recentes conflitos têm sido as que melhor têm produzido uma ideologia combativa, de luta e de enfrentamento. Não é hora de recuar mas sim, hora de dar qualidade organizativa!

Mais uma vez, a hora é de solidariedade permanente, porque permanente é a luta e onde há dominação há resistência! Onde há resistência, luta e organização de base, há sementes sendo plantadas para a construção do Poder Popular.

O momento é de enfrentar a repressão lutando para que esse novo período de lutas contra as forças da ordem aprofunde os níveis de organização e consciência dos de baixo para superar o medo que a classe dominante seu governo de turno desejam nos impor.

Toda Solidariedade à greve dos metroviários de São Paulo! Pelo Direito de Greve!

Pela readmissão dos 42 metroviários grevistas!

Pelo fim da detenção e das intimações dos lutadores!

Contra a repressão promovida pelos de Cima, a luta, a greve e a organização dos de Baixo!

Fortalecer o movimento sindical e popular com democracia direta, independência de classe e governos!

Protestar não é crime!

Coordenação Anarquista Brasileira (CAB)

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author by Revolução Universal - Revolução Universalpublication date Thu Jul 03, 2014 10:48author email revolucaouniversal at yahoo dot comReport this post to the editors

2013-2014 é a rebelião da classe trabalhadora no Brasil! Em difíceis condições a resistência prossegue, contra o terror armado imposto pelos governantes, contra as infiltrações de políticos/sindicalistas e seus aliados dificultando a luta, contrariando as promessas de governantes e mentiras da mídia. E agora, afrontando a idolatria esportiva, que tanto sacrifício e humilhação tem custado aos trabalhadores.Os combates continuam!Piquetes, greves, revoltas e molotovs há um ano abrem caminhos melhores!

Mesmo com propaganda e fanatismo na Jerusalém do futebol que é o Brasil, trabalhadores mostram que existem porque lutam e lutam porque existem: greve dos transportes em Natal, confrontos na abertura da copa (em BH e P.Alegre), universidades ocupadas, vítimas das enchentes buscam alimento em Santa Catarina e Paraná, mesmo com o exército na região.Indignação e protesto em algumas favelas...Não são exclusividade do "Black Bloc", ou de uma "conspiraçao" deles criada pela imprensa.São a necessidade de nossa classe, a classe trabalhadora, de resistir à opressão, lutar por uma vida melhor e combater o Estado e a burguesia, em todos os lugares! Mas 3 grandes inimigos atuam contra a rebelião:

REPRESSÃO As autoridades usam o terror. Atacando manifestações, caçando individualmente quem é contra o sistema. Resultado: morte de mais de 50 pessoas em protestos, só em 2013. Imprensa, partidos (do governo e da “oposição”), sindicalistas falam contra a “violência”, de vidros e ônibus quebrados, mas elogiam lincnchadores e grupos de extermínio. Há um ano, fato confirmado depois e hoje na copa, se vê a colaboração entre imprensa, forças policiais atacando protestos, ocupações, periferias, greves...e os partidos(de “direita” e de “esquerda”), sindicatos e seus agentes (grupos do tipo MPL,MTST etc.) como delatores.Em 19 de junho o MPL de S.Paulo declarou à polícia que iria “conter” os manifestantes, na abertura da copa PSTU,PCB,PSOL entregaram manifestantes à polícia. A violência das autoridades ocorre por ter o apoio desses infiltrados aos assassinos.Para depois da copa, o governo prepara mais terror e violência. Enfrentá-las requer armar os protestos, greves, ocupações, saques, tratar colaboradores infiltrados do mesmo modo que se trata os capangas das autoridades:com fogo!

INFILTRAÇÃO/MANIPULAÇAO Expulsos dos protestos, sindicatos/partidos usaram seus testas-de-ferro de “direita” e “esquerda” (“Acorda Brasil”, “Anonymous Brasil”, MPL) que armaram com a presidente e governadores o fim dos protestos. Trazida pelo MPL aos protestos, a “direita” deu-lhe a desculpa de um “golpe contra a presidente” para colar sindicatos/partidos no movimento de luta. Cumprida a missão, o MPL cedeu o lugar a eles, que tentaram invadir/mandar nos protestos/greves. Chamaram uma falsa “greve geral”(11/07/13) para evitar uma sem eles, convocada dias antes na internet.Os partidos/sindicatos dividiram a luta nacional em várias “greves” pequenas/regionais para enfraquecê-las.Falam da “direita” linchadora e homofóbica, útil a eles e ao governo Dilma: partidos/sindicatos/governo posam de “salvadores” contra ela. "Salvadores" que pagam especialistas estrangeiros em massacres para treinar tropas contra protestos e favelas pelo bem da copa, a favor das UPPs com tortura e morte no Rio. Induziram a esperar "greve e protesto" na copa, mas venderam para Dilma/governos estaduais suas promessas de “lutas e ocupações”(MTST, metroviários em S.Paulo, aeroviários). Chamaram greves às pressas para logo abortá-las.Tudo para os trabalhadores não se organizarem por conta própria,perderem a iniciativa de ação.É preciso denunciar os sacrifícios e mazelas atuais e que vão ocorrer e a participação de TODOS os políticos neles. Organizar já o boicote e a luta contra as eleições.
BLEFES O truque dos “20 centavos”, com dias contados e a encenação de “mudanças” para frear as revoltas: “prisão” de mensaleiros e Natan Donadon, “legado” da copa (que só existe para a presidente e investidores no evento), promessa de casas para impedir ações de trabalhadores sem-teto (MTST colaborou na farsa), tom de ameaça sobre o “fim do bolsa-família” (fraude que maquia estatísticas de desemprego e barateia a manutenção do trabalhador – para que 678 de salário se podem ser pagos 70,100 reais?). Os blefes escondem o surto de aumento de preços vindo após a copa,uma piora na economia agravando o quadro(68 milhões de desempregados nos números do governo – pesquisa IBGE jan.-março).E ainda uma nova seca em S.Paulo a iniciar entre outubro e o verão. As lutas e mobilizações atuais devem ser mantidas/unificadas não só contra a copa, mas contra essa maré.

São urgentes necessidades: quebrar a censura (a imprensa estrangeira mostra os protestos e situação aqui mais do que a própria imprensa brasileira), organizar contatos e grupos rebeldes, com ligações com outros grupos no exterior para manter os focos de resistência que sobreviverão à essa tempestade. Não ficar visível para a repressão, seja nos protestos ou nos meios virtuais, pois muitos estão sendo rastreados e presos.Golpear onde não somos esperados e atenção à reunião dos BRICS em Fortaleza em julho! Organizar ações em todos os lugares contra tal evento.
INCENTIVAR E MANTER A RESISTÊNCIA/LUTAS SOCIAIS! DERRUBAR O MURO DE MENTIRAS DA IMPRENSA, GOVERNO, PATRÕES, PARTIDOS, SINDICATOS! DENUNCIAR COMO INIMIGOS DOS TRABALHADORES AS AGÊNCIAS ESTATAIS (MTST, MPL,MST,etc.), DELATORAS DE MANIFESTANTES! GUERRA À "DIREITA" FASCISTA-LINCHADORA E SEUS PARES DE "ESQUERDA"! NEM COPA, NEM ELEIÇÕES! RETOMAR A REBELIÃO! MORTE AO ESTADO E AO CAPITALISMO!

Revolução Universal, junho de 2014. revolucaouniversal@yahoo.com

 
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Localizado à mais de 80 kms de qualquer centro urbano, cravado na divisa dos municípios de Santa Maria e São Gabriel, o assentamento Madre Terra é uma pequena ilha da agricultura familiar rodeada de latifúndio e monocultura por todos os lados, onde algumas dezenas de famílias extremamente pobres lutam para ganhar a vida plantando arroz orgânico e produzindo diversos outros alimentos mesmo à contragosto dos governos e do agronegócio. Esse assentamento foi criado pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) em 2009. Porém, de lá pra cá, se passaram quatro anos e nada do que foi planejado e prometido por parte do órgão à essas famílias foi realizado.

cumbe.jpg imageNota de solidariedade aos lutadores e lutadoras da comunidade do Cumbe Aracati – Ceará 19:13 Thu 05 Sep by Organização Resistência Libertária 0 comments

Nós, da Organização Resistência Libertária [ORL], integrante da Coordenação Anarquista Brasileira (CAB), prestamos nosso total apoio e solidariedade em virtude do despejo violento sofrido por vinte sete famílias pertencentes à Comunidade do Cumbe, localizada a 12km da cidade de Aracati, litoral leste do Ceará. A comunidade do Cumbe, formada por pescadoras/es, marisqueiras/os e trabalhadoras/es em geral, como prova de resistência da luta pela vida e da manutenção integral de seus territórios, ocupava desde o dia 10 de março de 2013 uma antiga fazenda/viveiro de camarão que se encontrava desativada desde 2004.

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28b5acabpeq_2.jpg imageA Luta contra o aumento das passagens e o Anarquismo 18:13 Wed 19 Jun by Coordenação Anarquista Brasileira 0 comments

Nesse primeiro semestre houve diversas mobilizações de norte a sul do Brasil que enfrentaram a reação conservadora dos governos, do aparelho repressivo e da mídia. Desde as lutas em defesa do transporte público nas capitais, passando pelas greves nos canteiros de obras do PAC, até a resistência indígena dos povos originários, todas essa lutas foram alvos da criminalização do protesto que segue em curso no país sede da Copa do Mundo. Vivemos um dos momentos mais agudos da luta de classes no Brasil. O capital internacional avança diariamente a passos largos, explorando os trabalhadores e as trabalhadoras na busca do lucro. [Italiano]

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"Pra favorecer uma experiência de lutas que deve unir e organizar os setores populares, nenhum partido tem o direito e a autoridade de se colocar por cima, interferir em causa própria na expressão pública do movimento social, negociar nas costas da vontade popular. A relação de forças das ruas, dos piquetes, das ocupações e das marchas é que marca o caminho.
Tática apartidária pra luta social, não anti-partido e tampouco apolítica."

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O Estado de Mato Grosso nos últimos 10 anos destacou-se na mídia nacional como um grande produtor da monocultura da soja e da cana-de-açúcar, exportando sua produção para outros Estados e países. Por detrás de toda essa “grande produção” temos práticas de trabalho escravo e assassinatos decorrentes à invasão de pequenas propriedades para o aumento da área de plantio e gerando uma enorme destruição ambiental nessas regiões. Esse mesmo plantio serve somente para a exportação aos países de primeiro mundo e fábricas de rações destinadas ao gado de corte que no Estado vem beneficiando a poucos que concentram imensas fortunas em suas mãos. Na capital passamos pela desenfreada corrida pelas obras da Copa de 2014, o governo estadual tem destinado uma enorme quantidade da verba pública para obras faraônicas que privilegiam uma elite e expulsam os pobres para áreas cada vez mais distantes, dificultando inclusive a entrada desses em determinadas regiões da cidade.

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imageLa ira de la élite contra el gobierno que organiza para ella la Copa del Mundo Jul 03 by BrunoL 0 comments

Por Dijair Brilhante y Bruno Lima Rocha*

Escrito después del debut del equipo nacional de Brasil y antes del final de la primera fase

La Copa del Mundo de la FIFA es considerada uno de los mayores eventos deportivos del mundo. No es de extrañar que los mandos de la institución comandada por Blatter siga haciendo cientos de demandas al país que acoge los juegos. En la práctica, los derechos fundamentales acaban de ser suspendidos, en el país donde hay un gobierno "de izquierda". Más de lo mismo en el país tropical. [Italiano] [English]

imageA Copa do Mundo e o poder de agendamento – 1 Jun 27 by BrunoL 0 comments

25 de junho de 2014, Bruno Lima Rocha

O tema das relações entre futebol e política é real, necessitando de um debate pautado pela análise rigorosa. Em 2014, esta correlação também se encontra presente, tendo começado pelas manifestações de 2013 durante a Copa das Confederações; passando pelo clima de pânico instaurado com o slogan: “imagina na Copa?”; e materializado em dois campos de ação simultâneos ocorrendo durante a competição. No presente artigo analisamos a tabelinha entre mídia e política e no seguinte, a ação de massas.

imageDilma vaiada e a identificação não correspondida Jun 21 by BrunoL 0 comments

As vaias para Dilma, que vieram acompanhas de xingamentos e palavrões, foram a sensação do início da Copa do Mundo. Naquele momento, após uma festa de abertura mais que clichê, o lulismo deu de cara com seu pior desafeto.

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Las semanas anteriores a la Copa del Mundo se han caracterizado por el protagonismo popular brasileño. Tuvimos huelgas de metro, autobús, maestros, movilización de los movimientos en defensa de la propiedad y visibilidad de los Comités Populares Contra la Copa. Si la exposición a los medios de comunicación global es un parámetro, la lucha contra los excesos de la FIFA ya ha sido victoriosa, y su programa se ha difundido en todo el mundo.

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imageNota de solidariedade aos lutadores e lutadoras da comunidade do Cumbe Aracati – Ceará Sep 05 ORL-CAB 0 comments

Nós, da Organização Resistência Libertária [ORL], integrante da Coordenação Anarquista Brasileira (CAB), prestamos nosso total apoio e solidariedade em virtude do despejo violento sofrido por vinte sete famílias pertencentes à Comunidade do Cumbe, localizada a 12km da cidade de Aracati, litoral leste do Ceará. A comunidade do Cumbe, formada por pescadoras/es, marisqueiras/os e trabalhadoras/es em geral, como prova de resistência da luta pela vida e da manutenção integral de seus territórios, ocupava desde o dia 10 de março de 2013 uma antiga fazenda/viveiro de camarão que se encontrava desativada desde 2004.

imageTomar as ruas por uma agenda contra a direita e o governismo Jun 25 Integrante da Coordenação Anarquista Brasileira (CAB) 0 comments

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imageResistir até a tarifa sumir! Jun 19 Integrante da Coordenação Anarquista Brasileira (CAB) 0 comments

O país está sendo tomado por mobilizações na luta pelo transporte público. No início dessa semana, manifestações gigantescas tomaram Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e dezenas de outras cidades. O Congresso em Brasília foi ocupado por manifestantes, assim como a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro. Até agora, Porto Alegre, Goiânia, Natal, Recife e outras cidades já conquistaram a redução da tarifa, mas a perspectiva de vitória é grande em várias outras cidades. [English] [Français] [Italiano]

imageA Luta contra o aumento das passagens e o Anarquismo Jun 19 CAB 0 comments

Nesse primeiro semestre houve diversas mobilizações de norte a sul do Brasil que enfrentaram a reação conservadora dos governos, do aparelho repressivo e da mídia. Desde as lutas em defesa do transporte público nas capitais, passando pelas greves nos canteiros de obras do PAC, até a resistência indígena dos povos originários, todas essa lutas foram alvos da criminalização do protesto que segue em curso no país sede da Copa do Mundo. Vivemos um dos momentos mais agudos da luta de classes no Brasil. O capital internacional avança diariamente a passos largos, explorando os trabalhadores e as trabalhadoras na busca do lucro. [Italiano]

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