New EventsBrazil/Guyana/Suriname/FGuiana Other Press
|
Recent articles by Coordenação Anarquista Brasileira (CAB)
O Anarquismo, o Massacre de Haymarket e os Mártires de Chicago May 02 13 Brazilian anarchism interview on the Crisis, World Cup, Especifismo Apr 26 13 Palavras de Luta nº 4 Mar 27 13 Declaração de Princípios da Coordenação Anarquista Brasileira (CAB) brazil/guyana/suriname/fguiana |
movimento anarquista |
policy statement
Saturday June 02, 2012 20:10 by Coordenação Anarquista Brasileira (CAB)
![]() A Coordenação Anarquista Brasileira (CAB) é um espaço organizativo fundado em 2012 que articula nacionalmente organizações e grupos anarquistas que trabalham com base nos princípios e na estratégia do anarquismo especifista. A CAB surge como resultado dos dez anos do processo de organização, iniciado em 2002, com o Fórum do Anarquismo Organizado (FAO). Durante essa década, avança em termos político-ideológicos e em relação aos trabalhos nos movimentos populares. A fundação da CAB marca a passagem de um fórum para uma coordenação nacional, evidenciando um aumento de organicidade e fundamentando as bases para o avanço rumo a uma organização anarquista brasileira. [English] [Italiano] [Ελληνικά] [Français] Declaração de Princípios da Coordenação Anarquista Brasileira (CAB)O que é a CAB?A Coordenação Anarquista Brasileira (CAB) é um espaço organizativo fundado em 2012 que articula nacionalmente organizações e grupos anarquistas que trabalham com base nos princípios e na estratégia do anarquismo especifista. A CAB surge como resultado dos dez anos do processo de organização, iniciado em 2002, com o Fórum do Anarquismo Organizado (FAO). Durante essa década, avança em termos político-ideológicos e em relação aos trabalhos nos movimentos populares. A fundação da CAB marca a passagem de um fórum para uma coordenação nacional, evidenciando um aumento de organicidade e fundamentando as bases para o avanço rumo a uma organização anarquista brasileira.Nossa concepção organizativa do anarquismTodos os grupos e organizações da CAB, assim como aqueles interessados em ser seus membros, devem concordar, defender e aplicar esta concepção de anarquismo, que consideramos o mínimo necessário para o início dos trabalhos conjuntos. O anarquismo defendido pela CAB é compreendido a partir dos princípios político-ideológicos e pela sua estratégia geral colocados a seguir.Princípios políticos e ideológicosA compreensão, a defesa e a aplicação dos seguintes pontos:a) Do anarquismo como ideologia e, assim, como um sistema de idéias, motivações e aspirações que possuem necessariamente uma conexão com a ação no sentido de transformação social, a prática política. b) De um anarquismo em permanente contato com a luta de classes dos movimentos populares de nosso tempo e funcionando como ferramenta de luta e não como pura filosofia ou em pequenos grupos isolados e sectários. c) De um conceito de classe que inclui todas as parcelas de explorados, dominados e oprimidos da nossa sociedade. d) Da necessidade do anarquismo retomar seu protagonismo social e de buscar os melhores espaços de trabalho. e) Da revolução social e do socialismo libertário como objetivos finalistas de longo prazo. f) Da organização como algo imprescindível e contrária ao individualismo e ao espontaneísmo. g) Da organização específica anarquista como fator imprescindível para a atuação nas mais diversas manifestações da luta de classes. Ou seja, a separação entre os níveis político (da organização específica anarquista) e social (dos movimentos sociais, sindicatos, etc.). h) Da organização anarquista como uma organização de minoria ativa, diferindo-se esta da vanguarda autoritária por não se considerar superior às organizações do nível social. O nível político é complementar ao nível social e vice-versa. i) De que a principal atividade da organização anarquista é o trabalho/inserção social em meio às manifestações de luta do povo. j) De que a ética é um pilar fundamental da organização anarquista e que ela norteia toda a sua prática. k) Da necessidade de propaganda e de ela ter de ser realizada nos terrenos férteis. l) Da lógica dos círculos concêntricos de funcionamento, dando corpo a uma forma de organização em que o compromisso está diretamente associado com o poder de deliberação. Da mesma maneira, uma organização que proporcione uma interação eficiente com os movimentos populares. m) De que a organização deve possuir critérios claros de entrada e posições bem determinadas para todos que queiram ajudar (níveis de apoio /colaborador). n) Da autogestão e do federalismo para a tomada de decisões e articulações necessárias, utilizando a democracia direta. o) A busca permanente do consenso, mas, não sendo possível, a adoção da votação como método decisório. p) Do trabalho com unidade teórica, ideológica e programática (estratégica / de ação). A organização constrói coletivamente uma linha teórica e ideológica e da mesma forma, determina e segue com rigor os caminhos definidos, todos remando o barco no mesmo sentido, rumo aos objetivos estabelecidos. q) Do compromisso militante e da responsabilidade coletiva. Uma organização com membros responsáveis, que não é complacente com a falta de compromisso e a irresponsabilidade. Da mesma forma, a defesa de um modelo em que os militantes sejam responsáveis pela organização, assim como a organização seja responsável pelos militantes. r) Os militantes que compõem a organização têm, necessariamente, de estar inseridos em um trabalho social, bem como se ocupar de atividades internas da organização (secretarias, etc.) Estratégia geralA estratégia geral do anarquismo que defendemos baseia-se nos movimentos populares, em sua organização, acúmulo de força, e na aplicação de formas de luta avançada, visando chegar à revolução e ao socialismo libertário. Processo este que se dá conjuntamente com a organização específica anarquista que, funcionando como fermento/motor, atua conjuntamente com os movimentos populares e proporciona as condições de transformação. Estes dois níveis (dos movimentos populares e da organização anarquista) podem ainda ser complementados por um terceiro, o da tendência, que agrega um setor afim dos movimentos populares.Essa estratégia, portanto, tem por objetivo criar e participar de movimentos populares defendendo determinadas concepções metodológicas e programáticas em seu seio, de forma que possam apontar para um objetivo de tipo finalista, que se consolida na construção da nova sociedade. |
Front pageChile: El Frente de Estudiantes Libertarios (FEL) cumple 10 años Clasa muncitoare din România: țintă sigură în bătaia puştii capitalismului 10 years of the Balkan Anarchist Bookfair i-ANC Ikhumula Isifihla Buso Sayo! Kubulewe Abasebenzi! Mayday. Remembering the past, fighting for tomorrow Brazilian anarchism interview on the Crisis, World Cup, Especifismo La revolución bolivariana en la encrucijada Mobilizações contra o Aumento do Transporte em Porto Alegre, Brasil La conquête du pain, un enjeu d'actualité ! Habemus Papam: Aquel que esté libre de pecado que arroje la primera piedra 8 marzo: Dopo gli anni delle veline, gli anni della vittima Reflexiones libertarias sobre la muerte de Hugo Chávez [Chile] Definitivamente, no somos iguales ante la ley Avance de los libertarios en la construcción de una alternativa sindical en Uruguay. Estado español: cuando cruje el edificio XIe Congrès d’Alternative Libertaire: La ville rose en rouge et noir بيان الحركة الاشتراكية التحررية عن المعت Mali : Areva vaut bien une guerre Anarchists and the French-Algerian War Il 2012: un anno di attacchi senza precedenti alle classi lavoratrici Las disputas en el bloque dominante argentino de cara al 2013 Conflicto en la Araucanía: entre el racismo y el terrorismo de Estado Latest NewsBrazil/Guyana/Suriname/FGuiana | Movimento anarquista | pt Sat 25 May, 08:21
Opinion and Analysis
Press Releases
|