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Wednesday October 05 2011
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Rio de Janeiro: Lançamento do livro sobre Comuna de Paris “Negras Tormentas”

category brazil/guyana/suriname/fguiana | história do anarquismo | anarchist communist event author Wednesday October 05, 2011 06:22author by Federação Anarquista do Rio de Janeiro - FARJ Report this post to the editors

No dia 05 de Outubro acontecerá o lançamento de um título de importância seminal para todos aqueles que lutam e acreditam na ruptura radical com o sistema de dominação capitalista. O livro “Negras Tormentas: o Federalismo e o Internacionalismo na Comuna de Paris”.

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No dia 05 de Outubro acontecerá o lançamento de um título de importância seminal para todos aqueles que lutam e acreditam na ruptura radical com o sistema de dominação capitalista. O livro “Negras Tormentas: o Federalismo e o Internacionalismo na Comuna de Paris”.

Conforme colocado pelo professor da UFF Wallace dos Santos de Moraes na orelha do livro, a presente obra “deve ser saudada com uma grande festa, tanto pela comunidade acadêmica como pelos leitores em geral”. Ele continua: “O leitor do século XXI deve colocar três grandes questões sobre a Comuna de Paris: 1) Como foi possível realizá-la? 2) Como foi seu desenvolvimento? 3) Qual foi seu legado? A obra de Samis trata dessas questões de forma magistral, respondendo-as sempre no plural, isto é, chamando a atenção para os diversos fatores que influenciaram na possibilidade, na necessidade e nos resultados da eclosão da Comuna. Para além disso, aquele que se debruçar sobre a obra terá a oportunidade de conhecer a gênese desse episódio nos seus aspectos mais longínquos.

Alexandre Samis é doutor em História pela Universidade Federal Fluminense e professor do Colégio Pedro II. Também escreveu os livros Clevelândia: anarquismo, sindicalismo e repressão política no Brasil (Imaginário/Achaimé, 2002) e Minha pátria é o mundo inteiro: Neno Vasco, o anarquismo e o sindicalismo revolucionário em dois mundos (Letra Livre, 2009).

 #   Title   Author   Date 
   Entrevista com Alexandre Samis     Carlos Baqueiro    Fri Nov 11, 2011 05:05 


 
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Durante o evento comemorativo da greve geral de 1917 a FAG através da sua Comissão de Cultura Élio Goulart lançou a publicação: "História e Memória da Luta de Classe" do Prof. Anderson R.P. Corrêa. É um folheto que resgata as pesquisas históricas feitas sobre estas jornadas de luta operária acontecidas em distintos lugares do estado do RS. Esta publicação está a venda na sede federal, faça contato e procure informações.

Stefan, Pablo, Alexander e Feodor imageOs Expropriadores da Rua da Praia. 20:15 Mon 11 Dec by evandro couto 1 comments

A violência é a conseqüência lógica da situação criada pelos governos, que teimam em tratar como escravos homens que tem aspiração da liberdade. A Anarquia não conduz à prática da violência. A lenda que diz ser um movimento organizado para assassinar e destruir é uma infâmia espalhada com o fim de denegrir seus partidários. Nenhum anarquista prega a revolta pela revolta nem jamais pratica algum ato de violência que não responda a alguma grande injustiça por parte do poder. Os anarquistas praticam a resistência contra a violência contra eles dirigida.

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Nesse artigo, os autores realizam uma discussão da organização política anarquista. Partem das contribuições relativas ao tema de Mikhail Bakunin e Errico Malatesta mostrando que há similaridades entre elas e a da Plataforma Organizacional da União Geral dos Anarquistas. Conforme apontam, Bakunin constitui a base teórica da Plataforma e Malatesta possui posições que alguma vezes aproximam-se dela e outras da Síntese Anarquista. Consideram, assim, que nenhuma das posições em questão pode ser coerentemente inscrita no campo do marxismo/bolchevismo ou de um suposto “anarcobolchevismo”. Os autores analisam o debate entre Malatesta e Nestor Makhno sobre a Plataforma mostrando onde, realmente, estão as divergências entre ambos. Por meio de uma reflexão histórica do impacto da Plataforma, demonstram como as críticas estabelecidas nos anos 1920, em grande medida realizadas por leituras ideologizadas, somadas a duas experiências práticas dos anos 1950 e a hegemonia francesa na discussão do tema, vêm pautando erroneamente o debate.

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O presente artigo discute, por meio de elementos teóricos e históricos, a relação do anarquismo com poder, classe e transformação social. Partindo de uma definição do anarquismo, sustenta que relacionar anarquismo e poder exige superar uma problemática semântica, e propõe conceituar o poder em termos de relação entre forças sociais assimétricas. Sustenta ainda que os anarquistas têm uma concepção e um projeto geral de poder que subsidia sua concepção de classe, estabelecida por meio de um tipo de poder (a dominação), e constitui as bases de sua noção de transformação social, que se caracteriza por: sua crença na capacidade de realização dos sujeitos que constituem parte das distintas classes dominadas, seu investimento na transformação dessa capacidade em força social, seu intento para que esta força aumente permanentemente, sua defesa de um processo revolucionário que permita superar as forças inimigas e substituir o poder dominador da sociedade por um poder autogestionário.

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