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A Bibliografia de Mikhail Bakunin

category brazil/guyana/suriname/fguiana | história do anarquismo | opinião / análise author Wednesday June 09, 2010 21:47author by Felipe Corrêaauthor email felipe at riseup dot net Report this post to the editors

O objetivo desse artigo é triplo:
1. Fazer um levantamento bibliográfico da obra de Bakunin daquilo que foi traduzido e publicado no Brasil e em Portugal.
2. Listar as obras sobre Bakunin traduzidas, publicadas ou escritas em português.
3. Fazer um levantamento bibliográfico da obra completa de Bakunin.
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A BIBLIOGRAFIA DE MIKHAIL BAKUNIN

Felipe Corrêa


O objetivo desse artigo é triplo:
1. Fazer um levantamento bibliográfico da obra de Bakunin daquilo que foi traduzido e publicado no Brasil e em Portugal.
2. Listar as obras sobre Bakunin traduzidas, publicadas ou escritas em português.
3. Fazer um levantamento bibliográfico da obra completa de Bakunin.

Para isso, ele foi dividido em quatro partes. A primeira, “Traduções e Publicações de livros e artigos de Bakunin em Português”, e a segunda, “Cronologia das Publicações de Bakunin em Português”, respondem ao primeiro objetivo. A terceira parte, “Publicações Sobre Bakunin em Português”, responde ao segundo objetivo e, finalmente, a parte “Obras Completas de Bakunin” responde ao terceiro objetivo.

Desejamos, com isso, contribuir com informações aos interessados e pesquisadores desse revolucionário, cuja importância é indiscutível e cuja obra, fundamentalmente no Brasil, não teve ainda a atenção e o tratamento necessários. Devemos reconhecer que o Brasil figura hoje entre os países com o maior número de publicações de Bakunin, merecendo destaque o esforço realizado pelo tradutor e editor Plínio Augusto Coêlho e as editoras Novos Tempos e Imaginário. Ainda assim, faz-se necessário continuar o trabalho de publicação e difusão das obras e, utilizando aquilo que já está disponível, elaborar novas análises, que permitam um aprofundamento nas discussões que vêm sendo feitas.

Na primeira parte do artigo serão listadas as traduções e publicações, por data da publicação, indo das mais recentes às mais antigas, citando as editoras e os anos em que foram publicadas e colocando ao final as obras que ainda estão no prelo. A mesma coisa foi feita na terceira parte. Na segunda, fizemos uma lista, por ano, em ordem crescente, das publicações em português, apontando o nome da obra, a editora de publicação e o país em que a obra foi publicada. Na última parte, listamos exaustivamente todos os escritos de Bakunin publicados em francês no CD-ROM Bakounine: Ouvres Completes, pelo Instituto de História Social de Amsterdã, em 2000. Esse CD divide a obra de Bakunin entre escritos e cartas. Nos escritos estão seus livros, artigos e algumas cartas que, segundo a concepção dos organizadores, são fundamentais para a compreensão da teoria de Bakunin, sendo, portanto, consideradas escritos e não cartas. A lista aqui apresentada e traduzida ao português é a lista completa desses escritos. Além deles, o CD-ROM traz centenas de outras cartas.

Arthur Lehning, um daqueles que, como Max Nettlau e outros, dedicou boa parte de sua vida à pesquisa e organização da obra de Bakunin, afirmou nos anos 1970, em uma comemoração do centenário de morte do revolucionário russo:

“O interesse que suscita, entre os historiadores, a influência do pensamento e da ação de Bakunin, devia fatalmente dirigir-se aos problemas atuais e às lutas do movimento operário socialista e revolucionário. Se, no mundo de hoje, Bakunin tomou um caráter de tão grande atualidade, isso não se deve aos trabalhos desenvolvidos pelos historiadores, mas ao fato de que, no estado atual do mundo e do mundo dos trabalhadores e socialista, em particular, os problemas da ditadura e da liberdade, do centralismo e do federalismo, da autogestão e do papel do partido político, em uma palavra, de todos os problemas da reconstrução social, atraíram de novo a atenção para o pensamento de Bakunin.

Para a pesquisa, falta evidentemente muito a ser feito; mas, quaisquer que sejam os novos fatos que os historiadores possam descobrir, aprofundar ou retificar, naquilo que se refere à vida, ao pensamento e às atividades de Bakunin, uma coisa é certa: Mikhail Bakunin permanecerá um dos mais eminentes fundadores do socialismo libertário [...]. Suas idéias formam um todo coerente, ao qual uma prática revolucionária está indissoluvelmente ligada.”[1]

É no interesse de dar continuidade à pesquisa de Bakunin que agora publicamos esse artigo, que surge em meio a uma pesquisa mais ampla sobre a vida e a obra de Bakunin. E devemos concordar com Lehning que Bakunin tem contribuições fundamentais, ainda hoje, para os movimentos populares, os revolucionários em geral, em especial, para os anarquistas.

Certamente faltam informações e pedimos que, no caso disso ser identificado pelo leitor, que seja comunicado pelo nosso e-mail que consta no final do texto, visando complementar a bibliografia o máximo possível. Ela servirá para as pesquisas que estão sendo e que serão realizadas, por nós, e também por outros interessados.


TRADUÇÕES E PUBLICAÇÕES DE LIVROS E ARTIGOS DE BAKUNIN EM PORTUGUÊS

Os livros e artigos de Bakunin vêm sendo publicados no Brasil, fundamentalmente a partir dos anos 1980. “A Essência da Religião” e “O Patriotismo”, publicados juntos em 2009 pela editora Imaginário. Três recentes co-edições entre a Imaginário e a Faísca Publicações: A Ciência e a Questão Vital da Revolução, de 2009, “Catecismo Revolucionário” (1866) e o “Programa da Sociedade da Revolução Internacional”, publicados juntos em 2009 e “Os Enganadores”, “A Política da Internacional” e “Aonde ir e o que Fazer?”, compondo um livro de 2008. Neste mesmo ano, a editora Hedra publicou O Princípio do Estado e Outros Ensaios, que é uma reedição dos artigos “O Princípio do Estado” e “Três Conferências Feitas aos Operários do Vale de Saint-Imier” – que haviam sido publicados juntos em 1989 pela editora Novos Tempos – somada ao artigo “A Comuna de Paris e a Noção de Estado”.

Em 2007, a Faísca publicou o livreto O Sistema Capitalista e, em co-edição com a Imaginário, “A Dupla Greve de Genebra”, que compõe o livro Bakunin: Fundador do Sindicalismo Revolucionário, de Gaston Leval. Os artigos “O Princípio do Estado” e “A Comuna da Paris e a Noção de Estado”, foram também publicados respectivamente em 2007 e 2006, na revista Verve do NU-SOL, números 11 e 10.

Em 2003, a editora Imaginário publicou A Instrução Integral e Estatismo e Anarquia (este em co-edição com a editora Ícone) e a editora Xamã publicou o artigo “A Comuna de Paris e a Noção de Estado” em Escritos sobre a Comuna de Paris, com organização de Oswaldo Coggiola. Em 2002, o coletivo editorial Luta Libertária organizou uma compilação que chamou de Socialismo e Liberdade. A editora Imaginário publicou duas reedições, uma em 2001 chamada Escritos Contra Marx, que além do artigo “Escrito Contra Marx” – que havia sido publicado em livro pela Novos Tempos em 1989 – conta com a “Carta ao Jornal La Liberté de Bruxelas”; e outra em 2000, Deus e o Estado, que havia saído pela Cortez em 1988. O artigo “Os Ursos de Berna e o Urso de São Petersburgo” foi publicado na revista Novos Tempos 2, de 1998.

Em 1988, pela Cortez, foi publicado Federalismo, Socialismo e Antiteologismo e, em 1987, Bakunin por Bakunin: Cartas, pela Novos Tempos. Em 1983, a LP&M publicou a compilação Textos Escolhidos, organizado por Daniel Guérin, que teve outras edições e que, mais recentemente, foi chamada de Textos Anarquistas. Em 1981 a LP&M publicou a compilação Os Grandes Escritos Anarquistas, com organização de George Woodcock, também reeditada outras vezes, e que possui os artigos “A Igreja e o Estado”, “A Ilusão do Sufrágio Universal”, “Os Perigos de um Estado Marxista” e “O que é Autoridade”. Dois livros foram publicados em 1979: a compilação O Socialismo Libertário da editora Global, com trechos dos artigos “Dupla Greve de Genebra”, “O Movimento Internacional dos Trabalhadores”, “Os Enganadores” (traduzido como “Os Narcóticos”), “A Instrução Integral” e “Política da Internacional”; e também O Anarquismo e a Democracia Burguesa que conta com “O Estado: alienação e natureza” de Bakunin, além de artigos de outros autores.

No prelo da Imaginário estão: o artigo “A Alemanha e o Comunismo de Estado” em Marxismo e Anarquismo, e a “Carta a Albert Richard (1870)” em A Comuna de Paris: considerações libertárias.

Portugal teve algumas publicações nos anos 1970. Em 1976 foram publicados O Socialismo Libertário, pela Pontos de Vista, A Reação na Alemanha, pela Assírio & Alvim (juntamente com o “Catecismo” de Netchaiev) e Federalismo: A Associação dos Irmãos Internacionais, por A Idéia, além de Deus e o Estado. Em 1975 foram publicados a compilação Conceito de Liberdade, pela Rés, a Confissão e Revolução Social ou Ditadura Militar, ambos pela Arcádia, e O Estado, a Democracia Burguesa e a Prática Revolucionária, pela Paisagem.


CRONOLOGIA DAS PUBLICAÇÕES DE BAKUNIN EM PORTUGUÊS

1975
Conceito de Liberdade (Rés, Portugal)
Confissão (Arcádia, Portugal)
Revolução Social ou Ditadura Militar (Arcádia, Portugal)
O Estado, a Democracia Burguesa e a Prática Revolucionária (Paisagem, Portugal)

1976
O Socialismo Libertário (Pontos de Vista, Portugal)
A Reação na Alemanha (Assírio & Alvim, Portugal)
Federalismo: A Associação dos Irmãos Internacionais (A Idéia, Portugal)
Deus e o Estado (Assírio & Alvim, Portugal)

1979
O Socialismo Libertário (Global, Brasil)
“O Estado: alienação e natureza”. In: O Anarquismo e a Democracia Burguesa (Global, Brasil)

1980
Textos Escolhidos (LP&M, Brasil). Reeditado em 1983.

1981
“A Igreja e o Estado”, “A Ilusão do Sufrágio Universal”, “Os Perigos de um Estado Marxista”, “O que é Autoridade”. In: George Woodcock. Os Grandes Escritos Anarquistas (LP&M, Brasil). Reeditado várias outras vezes posteriormente.

1987
Bakunin por Bakunin: Cartas (Novos Tempos, Brasil)

1988
Federalismo, Socialismo e Antiteologismo (Cortez, Brasil)
Deus e o Estado (Cortez, Brasil)

1989
Escrito Contra Marx (Novos Tempos, Brasil)
O Princípio do Estado / Três Conferências Feitas aos Operários do Vale de Saint-Imier (Novos Tempos, Brasil)

1998
“Os Ursos de Berna e o Urso de São Petersburgo”. In: Novos Tempos 2 (Imaginário, Brasil).

1999
Textos Anarquistas. Reeditado posteriormente em 2002 e 2006.

2000
Deus e o Estado (Imaginário, Brasil)

2001
Escritos Contra Marx (Imaginário, Brasil)

2002
Socialismo e Liberdade (Luta Libertária, Brasil)

2003
Estatismo e Anarquia (Imaginário/Ícone, Brasil)
Instrução Integral (Imaginário, Brasil)
“A Comuna de Paris e a Noção de Estado”. In: Oswaldo Coggiola. Escritos sobre a Comuna de Paris (Xamã, Brasil)

2006
“A Comuna da Paris e a Noção de Estado”. In: Verve 10 (NU-SOL, Brasil)

2007
O Sistema Capitalista (Faísca, Brasil)
A Dupla Greve de Genebra (Imaginário/Faísca, Brasil)
“O Princípio do Estado”. In: Verve 11 (NU-SOL, Brasil)

2008
Os Enganadores / A Política da Internacional / Aonde ir e o que Fazer? (Imaginário/Faísca, Brasil)
O Princípio do Estado e Outros Ensaios (Hedra, Brasil)

2009
A Essência da Religião / O Patriotismo (Imaginário, Brasil)
A Ciência e a Questão Vital da Revolução (Imaginário/Faísca, Brasil)
Catecismo Revolucionário (1866) / Programa da Sociedade da Revolução Internacional (Imaginário/Faísca, Brasil)

No prelo
“A Alemanha e o Comunismo de Estado”. In: Marxismo e Anarquismo (Imaginário, Brasil)
“Carta a Albert Richard (1870)”. In: A Comuna de Paris: considerações libertárias (Imaginário, Brasil)
O Partido Revolucionário e a Luta Operária e Camponesa (Faísca, Brasil)


PUBLICAÇÕES SOBRE BAKUNIN EM PORTUGUÊS

Sobre Bakunin, houve as seguintes publicações. A revista Via Combativa: “O Bakuninismo e a Teoria da Revolução Social”, da UNIPA em 2009; o já citado Bakunin: Fundador do Sindicalismo Revolucionário, de Gaston Leval, o artigo “Mikhail Alexandrovitch Bakunin”, de Ramon Pino, na revista Libertários 1, de 2002; o Diálogo Imaginário entre Marx e Bakunin, de Maurice Cranston, em 1999, pela Imaginário. Em 1994, também pela Imaginário, foi publicado Bakunin reunindo textos sobre Bakunin escritos por Turgueniev, Wagner, Sacher-Masoch, Arnold Ruge, Kropotkin, Herzen, Malatesta, August Röckel, Guillaume e Alexandrina Bauer. Em 1988, pela editora Papirus, foi publicada a biografia Bakunin: Sangue Suor e Barricadas, de Sergio Norte.

No prelo pela editora Imaginário há a biografia Bakunin, o Satã da Revolta, de Fritz Brupbacher e o artigo “A Condenação do ‘Comunismo’ Autoritário por Bakunin” de Daniel Guérin, no já citado Marxismo e Anarquismo.


OBRAS COMPLETAS DE BAKUNIN
* As obras mais importantes estão destacadas.

1837
Artigo sobre Hamlet de Shakespeare

1838
Gymnasialreden de Hegel. Prefácio do tradutor

1839
Da Filosofia

1842
A Reação na Alemanha

1843
Carta a Arnold Ruge
O Comunismo

1845
Carta ao La Réforme

1846
Carta ao Constitutionnel

1847
Discurso: 17º Aniversário da Revolução Polonesa

1848
Carta ao Conde Duchâtel, Ministro do Interior
Carta ao La Réforme
Princípios Fundamentais da Nova Política Eslava
Carta ao Die Allgemeine Oder-Zeitung
A Revolta dos Valáquios e a Intervenção da Rússia
Projeto de carta ao Die Reform
Projeto de carta ao Die Neue Rheinische Zeitung
Projeto de carta ao redator de Die Reform
Protesto Endereçado à Assembléia Nacional Prussiana
Protesto Endereçado à Segunda Câmara da Saxônia
Apelo aos Povos Eslavos por um Patriota Russo

1849
Apelo aos Tchecos
Uma Áustria Unida e Forte é uma Necessidade para a Europa! (autoria de Bakunin não confirmada)
A Democracia Tcheca (autoria de Bakunin não confirmada)
A Pátria está em Perigo (autoria de Bakunin não confirmada)
A Guerra Russo-Alemã (autoria de Bakunin não confirmada)
A Situação na Rússia. O Exército.
A Situação na Rússia. O Povo.
A Situação na Rússia. A Nobreza.
A Situação na Rússia. A Igreja e os Sacerdotes, os Funcionários e as Finanças

1850
Minha Defesa

1851
Confissão

1860
Carta à redação do Kolokol relativo ao duelo entre Beklemitchev et Nekljudov
Resposta ao Kolokol

1861
Amur: algumas palavras sobre a vida social de Irkutsk
Artigo no Amur, jornal da Sibéria Oriental

1862
Aos Russos, aos Poloneses e a Todos os Meus Amigos Eslavos
Carta ao Working Man
Algumas Palavras aos Eslavos do Sul
A Causa do Povo: Romanov, Pugatchev ou Pestel?
Aos Irmãos Eslavos por Parte da Sociedade Pan-Eslavista
Uma Indiscrição de São Petersburgo
Bakunin sobre os Eslavos
Prefácio de uma brochura sobre a Polônia
O Comitê Central de Varsóvia e o Comitê Militar Russo. Resposta ao General Mieroslawski
Artigo para o Przeglad Rzeczy Polskich

1863
Projeto de Proclamação aos Poloneses
Discurso de Malmö
Carta sobre a Rússia
Discurso pronunciado no banquete em Estocolmo
A Rússia Oficial e o Povo Russo

1864
Sociedade Internacional Secreta da Revolução. Programa Provisoriamente Elaborado Pelos Irmãos Fundadores
Programa de uma Sociedade Internacional Secreta da Emancipação da Humanidade
Carta de um Democrata I
Projeto de Organização da Família dos Irmãos Escandinavos. Projeto de uma Sociedade Secreta Internacional
Região Escandinava: Adelaide
Carta de Londres
Carta de um Democrata II

1865
7 Fragmentos de escritos sobre a Franco-Maçonaria
5 Artigos para o Il Popolo d’Italia

1866
Ramo Italiano
Princípios e Organização da Sociedade Internacional Revolucionária. Catecismo Revolucionário
Princípios e Organização da Sociedade Internacional Revolucionária. Organização
Programa da Revolução Democrático-Social Italiana

1867
A Essência da Religião
Carta ao Kolokol
Excerto de uma carta ao Kolokol
A Questão Eslava
Discurso Pronunciado no Congresso da Paz e da Liberdade, segunda sessão

1867-1868
Federalismo, Socialismo e Antiteologismo

1868
Carta ao La Démocratie
Uma Última Palavra ao Senhor Mieroslawski
A Rússia: a questão revolucionária nos países russos e na Polônia. Prefácio
A Rússia: a questão revolucionária nos países russos e na Polônia. Fragmento
Uma Explicação Necessária
Nosso Programa
Como Colocar as Questões Revolucionárias. A Ciência e o Povo
Carta Confidencial
5 Discursos no segundo Congresso da Paz e da Liberdade
Programa e Regulamento da Aliança Internacional da Democracia Socialista. Programa e Regulamento
A Situação
Estatutos Secretos da Aliança: Organização da Aliança dos Irmãos Internacionais
Estatutos Secretos da Aliança: Organização Secreta da Aliança Internacional da Democracia Socialista
Estatutos Secretos da Aliança: Programa da Aliança Internacional da Democracia Socialista
Estatutos Secretos da Aliança: Programa e Objeto da Organização Revolucionária dos Irmãos Internacionais

Discurso em uma Assembléia Pública de Socialistas Estrangeiros
Projeto de Estatuto para a Federação das Seções Românicas da Suíça Proposto Pelas Seções Genebrinas
Carta à comissão do jornal Egalité em Genebra
A Associação Internacional dos Trabalhadores de Genebra aos Operários da Espanha
Programa da Sociedade da Revolução Internacional
Fraternidade Internacional. Programa e Objeto

1869
A Fraternidade
9 Cartas Sobre o Patriotismo. Aos Companheiros da Associação Internacional dos Trabalhadores do Locle e de La Chaux-de-Fonds
Senhora Léo e o Egalité
Como se Apresenta a Questão Revolucionária
Algumas Palavras aos Jovens Irmãos na Rússia
Programa e Regulamento da Seção da Aliança da Democracia Socialista em Genebra da AIT
A Dupla Greve de Genebra

Na Rússia
O Movimento Internacional dos Trabalhadores
A Agitação do Partido da Democracia Socialista na Áustria
Julgamento em Favor de Albert Richard
Carta a Ludwig Bulewski
Ponto de Vista sobre a Maneira de Compreender a Ação no Passado e no Presente
Os Enganadores
La Montagne
A Instrução Integral
O Julgamento do M. Coullery
A Política da Internacional
Relatório da comissão sobre a questão da herança
Da Cooperação
Contra-relatório sobre as Caixas de Resistência
2 Discursos no Congresso da AIT na Basiléia
Aos Cidadãos Redatores do Réveil. Estudo sobre os Judeus Alemães
Nobreza Russa (autoria de Bakunin ou Netchaiev)

1870
Aos Oficiais do Exército Russo
Necrológio de Alexandre Herzen
A Pena de Morte na Rússia
Carta de Netchaiev e de Bakunin ao Progrès
A Polícia Suíça
A Ciência e a Questão Vital da Revolução
A Aliança Universal da Democracia Social. Seção Russa. À Juventude Russa
Os Ursos de Berna e o Urso de São Petersburgo
Cartas sobre o movimento revolucionário na Rússia, endereçada ao cidadão Liebknecht, redator-chefe do Volksstaat
Carta aos redatores do Kolokol
O Pan-Eslavismo
Carta de Serguei Netchaiev e de Mikhail Bakunin ao redator do Volksstaat
As Intrigas do Senhor Utin
Carta a um Francês
Cartas a um Francês sobre a Crise Atual

Federação Revolucionária das Comunas
O Despertar dos Povos
A Situação Política na França. Carta a Palix

1870-1871
O Império Cnuto-Germânico e a Revolução Social. A Revolução Social ou a Ditadura Militar
4 Fragmentos de escritos, 1870-1871

1871
O Princípio do Estado
Três Conferências Feitas aos Operários do Vale de Saint-Imier
O Império Cnuto-Germânico e a Revolução Social (segunda entrega)

* Trechos desse livro:
- A Comuna de Paris e a Noção de Estado
- Deus e o Estado
- O Sistema Capitalista
- Considerações Filosóficas sobre o Fantasma Divino, sobre o Mundo Real e sobre o Homem
Protestação da Aliança

Resposta de um Internacional a Mazzini
A Teologia Política de Mazzini e a Internacional
A Oligarquia Burguesa
Relatório sobre a Aliança
Resposta à Unità Italiana
Carta aos Meus Amigos da Itália
Aos Operários Delegados no Congresso de Roma
Carta aos redatores do Proletario Italiano
Artigo contra Mazzini
Carta aos Internacionais de Bolonha
Relações Pessoais com Marx

Carta ao redator do Gazzettino Rosa
A Itália e o Conselho Geral da Associação Internacional dos Trabalhadores

1872
Carta ao redator do Gazzettino Rosa
Artigo francês
Carta à redação do Die Tagwacht
Aos Companheiros da Federação das Seções Internacionais do Jura
A Alemanha e o Comunismo de Estado

Aos Revolucionários Russos
Artigo para a revista polonesa Gmina
Programa da Sociedade Social-Revolucionária Polonesa de Zurique
Aos Companheiros Redatores do Boletim da Federação Jurassiana
Programa da Seção Eslava de Zurique
Chamado dos Emigrados Russos às Autoridades Suíças
Netchaiev: criminoso político ou não?
Programa do Partido Socialista Sérvio
Programa da Fraternidade Internacional
Carta ao Jornal La Liberté de Bruxelas
Escrito Contra Marx


1873
O Desenvolvimento Histórico da Internacional. Exposição Sumária do Desenvolvimento da Internacional na Bélgica (autoria de Bakunin ou Guillaume)
O Socialismo na Bélgica
Estatismo e Anarquia
Carta ao Journal de Genève
Carta aos Companheiros da Federação Jurassiana
Aonde Ir e o que Fazer?


1874
Memória Justificativa

1875
O Socialismo Revolucionário na Rússia

1876
Sobre a Europa
Sobre a Democracia na França

Sem data
Projeto de uma sociedade internacional e revolucionária
Fragmento sobre a Fraternidade
Projeto de associação revolucionária
Nota sobre a Polônia
História do Socialismo


Nota:

1. Arthur Lehning. “Bakounine et les Historiens”. In: Bakounine: combats et debats. Paris : Institute d’etudes slaves, 1979, p. 36.

Felipe Corrêa
felipe (arroba) riseup.net

author by militante da confederaçãopublication date Tue Jul 13, 2010 13:27author email ericomalatesta at antipoder dot netReport this post to the editors

Aqueles que se articular para desarticular devem conhecer melhor a história.

!) Como engoliram que Confisões, foi escrito por Bakunin? Desde quando prisioneiros tem essa liberalidade dos opressores?
Nossa vida em cárcere nos fez escrever e assinar muitas coisas. Muitos de nós morreram, urinaram sangue ou tiveram que vivier mutilados pela tortura. Mas não confessaram!

2) Bakunin nunca escreveu o catecismo revolucionário, essa foi uma falsificação efetuada por Netchaiev que ele próprio denunciou.

A ansia de se apossar da história dos outros para utilizar em seu favor (articular-se para desestabilizar) faz com que percam a vergonha!

author by José Antonio Gutiérrezpublication date Tue Jul 13, 2010 18:31Report this post to the editors

La observación que hace el furibundo compa "confederal", es confusa. Existe debate sobre la autenticidad de las "Confesiones". Eso es cierto, y es un debate que tal vez nunca se va a saldar.

Pero sus afirmaciones sobre el "Catecismo" reflejan una confusión: hay dos "Catecismos", uno efectivamente escrito por Nechayev (y que en ocasiones se ha querido mostrar como bora de Bakunin, cuando va completamente a contravía del espíritu de Bakunin, siendo un escrito autoritario y que exalta la violencia en sí misma). Pero hay otro "Catecismo" que fue efectivamente escrito por Bakunin y que fue utilizado por la Alianza de la Democracia Socialista como un texto de base. Es otro documento completamente diferente, y solamente conozco una edición completa en castellano hecha por la FLA argentina en 1962. Desconozco si el texto esté disponible en portugués.

Antes de maltratar a otros de ignorancia histórica, sería bueno comenzar a estudiar la historia uno mismo. Porque como dicen por ahí la ignorancia a veces es muy atrevida. Te recomiendo "confederal" leer sobre el Catecismo (el de Bakunin, no el de Nechayev) el volumen sobre Bakunin de Sam Dolgoff y también el tratado sobre el concepto de organización revolucionaria de Bakunin escrito por Arthur Lehning "Bakunin's Conceptions of Revolutionary Organisations and their role: a study of his secret societies". El último no es un texto fácil de hallar, pero se encuentra si buscas con esmero.

author by Felipe C.publication date Fri Aug 13, 2010 22:16Report this post to the editors

Caro companheiro, também não entendi direito o que você quis colocar. Creio que você não leu o artigo na íntegra.

Se você verificar em 1851 está constando a "Confissão" de Bakunin.

Em uma carta a Herzen de 7 de novembro de 1860 Bakunin afirma:

Preso um ano na Saxônia, de início em Dresden, depois em Königstein, aproximadamente um ano em Praga, cinco anos em Olmutz, inclusive acorrentado ao muro, fui, em seguida, transportado para a Rússia. Na Alemanha e na Áustria minhas respostas às questões foram muito curtas: “Vós conheceis meus princípios, eu os publiquei e fi-los conhecer em alta e inteligível voz; eu quis a unidade de uma Alemanha democrática, a emancipação dos eslavos, a destruição de todos os reinos cimentados pela violência, antes de tudo, a destruição do império austríaco; apanhado de arma na mão, vós tendes muitos elementos para julgar-me. Eu não responderei mais a nenhuma de vossas questões”. Em maio de 1851, fui transferido para a Rússia, diretamente para a fortaleza Pedro e Paulo, na fortificação Aleksei, onde permaneci encarcerado por três anos. Dois meses após a minha chegada, o conde Orlof veio ver-me em nome do monarca. “O soberano enviou-me a vós e ordenou que eu vos transmitisse o seguinte: ‘Diga-lhe que me escreva, como um filho espiritual escreve a um pai espiritual’; quereis escrever?”
Eu refleti um pouco e disse a mim mesmo que, diante de um júri, num processo público, eu deveria manter meu papel até o fim, mas entre quatro paredes, à mercê do urso, eu podia sem vergonha suavizar as formas; pedi, então, um prazo de um mês; eu aceitei — e efetivamente escrevi um tipo de confissão, alguma coisa no tipo de Dichtung und Wahrheit; meus atos eram, por sinal, tão manifestos, que eu nada tinha a esconder. Após ter, em termos gentis, agradecido ao monarca por sua complacente atenção, acrescentei: “Sire, Vós quereis que eu vos escreva minha confissão, está certo, eu a escreverei, mas sabeis que na confissão ninguém é obrigado a declarar os pecados de outro. Após meu naufrágio, só me resta um único tesouro, a honra e o sentimento de que não traí nenhum daqueles que confiaram em mim; conseqüentemente, não delatarei ninguém”. Dito isso, com algumas exceções, contei a Nicolau toda a minha vida no estrangeiro, inclusive todos os meus projetos, impressões e sentimentos, o que fez com que ele apresentasse múltiplas observações edificantes em relação à sua política interior e exterior. Minha carta, que levava em consideração, de início, a situação perfeitamente clara e aparentemente sem saída na qual eu me encontrava, e, por outro lado, o caráter enérgico de Nicolau, era escrita de modo muito firme e determinado — e foi por isso que ela muito lhe agradou. Por que, no fundo, eu lhe sou agradecido? Porque após tê-la recebido ele nunca mais me interrogou sobre qualquer assunto. Encarcerado durante três anos na fortaleza Pedro e Paulo, fui transferido no início da guerra de 1854 para Schlüsselburg, onde permaneci detido por mais três anos. Atingido pelo escorbuto, perdi todos os meus dentes. A prisão perpétua é uma coisa terrível; levar uma vida sem objetivo, sem esperança, sem interesse. Dizer a si mesmo todos os dias: “Tornei-me, hoje, um pouco mais imbecil, e amanhã o serei ainda mais”. Com uma insuportável dor de dente que durava semanas e voltava pelo menos duas vezes por mês; não podendo dormir nem de dia nem de noite, fizesse o que fizesse, lesse o que lesse; e mesmo durante o sono eu sentia no coração e no fígado uma dor alucinante, com este sentimento fixo: eu sou um escravo, sou um morto, sou um cadáver. Entretanto, não perdi a coragem; se a religião manteve-se em mim, ela desmoronou definitivamente nas fortalezas. Eu só tinha um desejo: não capitular, não me resignar, não me rebaixar até procurar um consolo em não sei qual equívoco, guardar até o fim, intacto, o sentimento sagrado da revolta. Morto Nicolau, pus-me a esperar mais vivamente. Houve a coroação, a anistia. Alexandre Nikolaevitch, de seu próprio punho, riscou meu nome da lista que lhe haviam apre¬sentado; e, quando, um mês mais tarde, minha mãe implorou-lhe que me concedesse o perdão, respondeu-lhe: “Sabei, Senhora, que enquanto vosso filho viver, ele jamais poderá ser livre”. Depois disso, prometi a meu irmão Alexei, que tinha ido visitar-me, aguardar com paciência ainda um mês; passado este prazo, se eu não tivesse recuperado a liberdade, meu irmão prometia trazer-me veneno. Passou um mês: recebi uma intimação para escolher entre a fortaleza e a deportação para a Sibéria. É claro que escolhi a deportação. Minha libertação da fortaleza não foi obtida com facilidade; o monarca, teimoso como uma mula, recusou-a diversas vezes. Um dia, ele entrou no gabinete do príncipe Gorchtakov (ministro das Relações Exteriores) com uma carta na mão (precisamente a carta que eu escrevera em 1851 a Ni¬colau) e disse-lhe: “Mas eu não vejo o mínimo arrependimento nesta carta”; o idiota queria um arrependimento! Enfim, em março de 1857, saí de Schlüsselburg; passei uma semana nos locais da IIIa Seção e, com o consentimento do monarca, permaneci por vinte e quatro horas com a minha família, no campo; em abril, fui conduzido a Tomsk.

Portanto, não há dúvidas sobre a autoria da Confissão. E essa confissão simplesmente colocou no papel todas as posições já bastante conhecidas do Bakunin, que não revelou fatos acerca dos outros, mas somente de si mesmo. O que explico num artigo mais amplo que estou escrevendo e que publicarei em breve neste site:

Dois meses depois de sua chegada em Pedro e Paulo, o conde Orlov, responsável pela fortaleza, visitou Bakunin e, diferentemente dos outros interrogatórios a que Bakunin havia sido submetido, a visita do conde não buscava informações. Orlov ofereceu a Bakunin uma chance para que se redimisse de seus crimes, escrevendo ao czar Nicolau I um pedido de perdão; Bakunin concordou e escreveu, ainda em 1851, sua “Confissão”.
Esse longo texto, ainda que com a utilização de freqüentes expressões que demonstram sua polidez em relação ao czar, é muito mais do que uma confissão, e reflete suas convicções políticas. Nela, Bakunin não entregou seus companheiros de luta – enfatizou que “não confessaria os pecados dos outros” – e nem mesmo tratou de assuntos que já não fossem conhecidos. Utilizou o texto para fazer uma severa crítica do regime czarista e para propor uma série de medidas que julgava necessárias para a Rússia daquele tempo. Bakunin denunciou que o mal, a opressão e a injustiça eram mais comuns na Rússia do que em outros países; a vida social no país era completamente oprimida: os de cima oprimiam os de baixo e os de baixo sofriam e não reclamavam. Essa opressão, que recaía mais fortemente sobre os camponeses, tinha na servidão e no próprio império suas mais enraizadas bases.
Na verdade, justificava Bakunin, o povo russo não era pior que os outros; era inclusive melhor, mais amável e mais tolerante. Apesar disso, a opressão da Rússia vinha fazendo com que a sociedade vivesse com medo, e o medo, para Bakunin, matava a vida, a inteligência e todo movimento da alma. Segundo acreditava, a Rússia deveria ter uma revolução para superar a autoridade do czarismo, acabar com a monarquia e, terminando com a opressão interna, dedicar-se à libertação de toda a sociedade eslava. A Rússia precisava de liberdade de expressão, independência de pensamento, consciência clara e respeito ao ser humano; deveria viver sem medo. Bakunin defendia uma forma democrática de governo, não um sistema parlamentar ou representativo, já que um sistema desse tipo continuaria a subjugar o povo.
No entanto, afirmava que o Estado seria necessário mesmo com a abolição da monarquia, e defendia que essa democracia deveria ser conduzida por um governo forte e ditatorial – ainda que o significado dessa ditadura seja distinto do de hoje. Ao final da “Confissão”, Bakunin pediu que sua prisão perpétua fosse comutada para trabalhos forçados, evidenciando seus sofrimentos por razão do isolamento e da falta de ação:
“Sou um grande criminoso e não mereço perdão! Isso eu sei, e se me houvesse sido dada a pena capital, eu a haveria aceitado como um castigo merecido e quase com alegria, pois ela teria me libertado de uma existência insuportável, intolerável. Mas o conde Orlov fez-me saber, da parte de Vossa Majestade Imperial, que a pena capital não existe na Rússia. Contudo, o suplico, Senhor, se a lei não se opõe a isso, e se a súplica de um criminoso pode tocar o coração de Vossa Majestade Imperial, não me deixeis consumir na prisão perpétua! Não castigueis meus pecados alemães com um castigo alemão. Se os trabalhos mais duros pudessem ser meu destino, os aceitaria com reconhecimento e como uma graça; quanto mais penoso for o trabalho, mais facilmente esquecerei de mim mesmo. Mas na reclusão recorda-se de tudo, e recorda-se inutilmente. A inteligência e a memória transformam-se ali em um suplício indizível; vive-se muito tempo, vive-se apesar de tudo e, sem morrer, morre-se dia após dia na inatividade e na angústia. [...] Contudo, se eu pudesse escolher, ao invés da prisão perpétua na fortaleza, creio que preferiria não só a morte, mas também o castigo corporal.”
Ainda que Bakunin tenha dito estar arrependido de suas idéias e de seus atos revolucionários, sua vida futura demonstrou que isso havia sido dito para que conseguisse a liberdade. O conde Orlov examinou a carta de Bakunin e escreveu ao czar, acreditando que Bakunin era ainda um homem muito perigoso, não tendo se curado das suas falsas opiniões. Ainda assim, admitiu a possibilidade de transferir-lhe para um lugar melhor na fortaleza, de deixá-lo respirar ar puro e de, futuramente, ver seus parentes. Em agosto de 1851 o czar decidiu o destino de Bakunin, assumindo compartilhar a opinião do conde, de que o revolucionário deveria continuar preso. À mãe de Bakunin, o czar escreveu, em uma curta carta, que dizia que enquanto seu filho vivesse, jamais poderia estar livre.

O fato de a "Confissão" nem mesmo ter sido considerada como tal pelo czar o demonstra que, muito mais do que uma confissão, o documento exprimia suas convicções. Por isso Nicolau não libertou Bakunin e, quando de sua morte e a subida de Alexandre ao trono, ele promoveu uma anistia geral dos presos políticos que excluiu Bakunin.

Sobre o Catecismo, você também deveria se informar mais. Veja que eu coloco a publicação do Catecismo Revolucionário do Bakunin em 1866: “Princípios e Organização da Sociedade Internacional Revolucionária. Catecismo Revolucionário”, 1866; que, junto com o outro texto: “Princípios e Organização da Sociedade Internacional Revolucionária. Organização”, 1866; contituíram o programa da Fraternidade.

O Catecismo que ele não escreveu foi o de 1869, este sim escrito por Netchaiev cujo fato teve comprovação entre os anos 1960 e 1970. Esse que está publicado junto com A Reação na Alemanha na edição portuguesa.

Finalmente, só tenho a lamentar que o companheiro queira atacar-nos sem saber minimanente do que está falando... São argumentos sem a menor sustentação...

 
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